quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Zechariah, 8:2 - Thus says יהוה Yehowah of Armies: "I am jealous for Zion with great jealousy, and I am jealous for her with great wrath."


sábado, 22 de novembro de 2014

Líder do Hezbollah diz que o grupo trabalha pela ocupação iraniana do Líbano

Neste vídeo dos anos 80 (que veio a público apenas em 2010), Hassan Nasrallah, o líder do Hezbollah, desfaz o mito de que o grupo foi criado para combater a ocupação israelense.
Ele afirma que o grupo terrorista luta justamente para transformar o Líbano em um território controlado pelo Irã e por seus aiatolás

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Qual é a natureza do regime que o Hizballah quer para o Líbano, no presente, a luz da situação do país e das numerosas seitas? As palestras anteriores responderam esta questão.

No momento, não temos um plano para um regime no Líbano. Acreditamos que devemos remover o colonialismo e [a ocupação] israelense, e só então um plano pode ser implementado.

O nosso plano -- e nós, como crentes fiéis, não temos nenhuma alternativa -- é estabelecer um estado islâmico sob controle do islã.

O Líbano não deve ser uma república islâmica soberana, e sim uma parte da Grande República Islâmica governada pelo Mestre do Tempo (o Mahdi) e por seu legítimo representante, o governante jurisprudente, iman Khomeini (o falecido aiatolá iraniano).

Perguntaram-me sobre a relação do Hizballah com o Irã e com a liderança da revolução islâmica no Irã.
No que nos diz respeito, essas relações... eu sou um dos que trabalham para o Hizballah e para seus mecanismos ativos. 
Eu não teria continuado no Hizballah nem mesmo por um minuto se eu não estivesse absolutamente convencido de que esses mecanismos estão conectados através de uma certa hierarquia ao governante e líder jurisprudente, cujas decisões são vinculantes. No que nos diz respeito, isso é evidente e incontestável.

Declarações diplomáticas e políticas não são importantes neste caso. O aiatolá Karroubi não pode simplesmente admitir: É, o Hizballah é nossa gente no Líbano. Isso é inconcebível, tanto politicamente quanto no que se refere a relações públicas.

Nossa relação orgânica e essencial com a liderança da revolução islâmica no Irã e com o regime do jurisprudente é evidente e incontestável, no que nos diz respeito.
Nós pertencemos a este caminho, fazemos sacrifícios por sua causa e nos arriscamos porque estamos convencidos de que o sangue que derramamos corre em nome do regime do jurisprudente. 

O governante jurisprudente deve ser o responsável por nomear líderes e conceder legitimidade a eles em todos os países muçulmanos? Sim, porque sua jurisprudência não é limitada por limites geográficos. Ela se estende até onde os muçulmanos estiverem.

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