domingo, 18 de janeiro de 2015

Defesa e encenação pró terroristas são nítidas nessa entrevista. Apesar do entrevistado retrucar a violência, cinicamente tenta direciona-la pra aqueles, que mesmo zangados não são liberados para serem violentos, atribui favorecimentos aos judeus franceses enquanto estes na realidade estão se evadindo aos milhares da França devido ao antissemitismo e o islamismo popular anti-judeu. Além disso, esquece que suplicam pra entrar e respirar em nações alheias e em seguida querer submeter as mesmas às suas leis pseudo imperialistas? No mundo democrata, fala-se contra crenças e nomes sagrados, moderado por não se caluniar o próximo, sua empresa ou ganhar às suas custas. Islã ou Sharia jamais. Golpes de estado em prol disso serão derrotados custe o tempo que custar. Ei: Maomé não usava a metralhadora da época? (espada) Hoje ele usaria somente espada ou espada?! Olloh não foi sua desculpa? O Islã que causa o fundamentalismo islâmico não foi sua impressão global? Maomé não aniquilava, estuprava e saqueava? Quer enganar quem e onde?








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18/1/2015 às 00h20 (Atualizado em 18/1/2015 às 13h36)
‘Há uma lei para judeus e outra para muçulmanos na França’, diz movimento ‘Não sou Charlie’

Franceses muçulmanos usam redes sociais para criticar liberdade de expressão no país

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Texto: -A +A


Diego Junqueira, do R7

"Ninguém acredita que estas pessoas representam os cristãos... Então por que pensar que estas pessoas representam os muçulmanos?". Meme no site compara a Ku Klux Klan ao Estado IslâmicoReprodução/facebook.com/pages/Je-ne-suis-pas-charlie

A expressão ‘Je suis Charlie’ (Eu sou Charlie) tomou conta da França após o ataque ao jornal Charlie Hebdo e o assassinato de 17 pessoas em Paris. Em meio à comoção causada pelos atentados, também surgiu no país o movimento ‘Je ne suis pas Charlie’ (‘Eu não sou Charlie), com a missão de criticar o jornal satírico e a forma como a publicação trata o islamismo e seus seguidores.

O R7 conversou com um dos porta-vozes do grupo, formado em sua maioria por franceses de origem muçulmana, cuja comunidade no Facebook conta com 42 mil seguidores.

Francês de 40 anos, descendente de tunisianos e muçulmano — embora declare não ser praticante —, ele preferiu não se identificar para a reportagem nem informar a cidade onde vive.

“Nós, moderadores do grupo [no Facebook], somos homens e mulheres da França e da África”, disse, em entrevista realizada pela rede social.

Para ele, a tragédia em Paris foi uma resposta aos “insultos” praticados pelo jornal, que produzia charges sobre o profeta Maomé e o estilo de islâmico, chegando até a retratar o profeta de arma em mãos, como um terrorista.

— Podem tirar sarro de Bin Laden, dos árabes ou dos imãs (líderes religiosos muçulmanos). Isso é aceitável. A blasfêmia, não.

O insulto ao profeta (ou blasfêmia) foi utilizado pelos extremistas como justificativa para o ataque à redação do Charlie Hebdo. Durante a ação, eles disseram estar “se vingando pelo profeta”.

A reprodução de imagens de Maomé éproibida pela religião islâmica, explicou ao R7o teólogo muçulmano brasileiro Sheik Jihad Hammadeh.

No Alcorão, livro sagrado da religião, não há uma proibição expressa. No entanto, diz que "[Alá é] o criador dos céus e da terra... [e não há] nada semelhante a Ele".

Isso é interpretado como uma mensagem de que Alá ou Maomé não podem ser retratados. Portanto, tentar fazer isso seria considerado um insulto.

Não sou Charlie e não sou terrorista

Criada no dia seguinte ao ataque ao jornal, a página do “Je ne suis pas Charlie” no Facebook é o principal instrumento do grupo. Por meio de depoimentos, charges e reportagens, mostra o que pensam os muçulmanos sobre os atentados em Paris e sobre liberdade de expressão.

“Eu não sou Charlie e não sou terrorista. Eu sou um muçulmano que Charlie não respeitou. Eu sou um muçulmano de quem Charlie humilhou o profeta. Eu sou um muçulmano do qual Charlie tirou sarro. Eu sou um muçulmano ofendido por Charlie”, escreveu a usuária Soù KàiNa.

A página contém até uma exaltação do papa Francisco, que declarou esta semana que “a liberdade de expressão não dá o direito de insultar a fé do próximo”, além de destacar declarações da chanceler alemã Angela Merkel, por dizer que o “Islã faz parte da Alemanha”.

O grupo questiona ainda a detenção, na quarta-feira (14), do polêmico humorista Dieudonné M'bala M'bala.

No domingo (11) da grande marcha em Paris, ele causou indignação ao escrever que “se sente como Charlie Coulibaly” — em referência ao jornal Charlie Hebdo e ao extremista Amedy Coulibaly, responsável pela morte de uma policial um dia após o massacre no jornal e pela morte de quatro pessoas em um mercado judaico, no dia seguinte.

Leia, a seguir, a entrevista com o porta-voz do movimento ‘Je ne suis pas Charlie’.

R7 — Quem faz parte do grupo ‘Je ne suis pas Charlie ?

Porta-voz do ‘Je ne suis pas Charlie’ — Eu não respondo que não estamos na França, de modo que a lei francesa não se aplica no exterior.

Por que você não é Charlie?

Eu não sou Charlie simplesmente por causa da blasfêmia

O ataque ao Charlie Hebdo foi um ataque à liberdade de expressão?

Não. [Foi um ataque] contra a blasfêmia. Eles podem tirar sarro de Bin Laden, dos árabes ou dos imãs (líderes religiosos muçulmanos). Isso é aceitável. A blasfêmia não.

Por que as charges de Maomé causam indignação?

Os muçulmanos do mundo todo não aceitam isso. A gente não ri livremente de uma religião na nossa terra, isso é inaceitável. E a França criou os loucos.

Por que pessoas radicais usam o islamismo para praticar terrorismo?

Em todas as religiões há tolos prontos para matar em nome da religião. Isso não é novo. Mesmo em Israel há terroristas dormentes. Como dizem, [isso acontece] em todas as religiões do mundo. Eles irão despertar?

De que forma é possível responder aos insultos ao islã?

Por que não insultar [o profeta]?

Como é ser muçulmano na França? Há liberdade para expressar a fé?

Na França, há duas leis: uma para os judeus, uma para os muçulmanos. E esta injustiça provoca o ódio.

Muçulmanos vivem em paz na Europa?

Sim, em paz.

Os ataques mudarão a vida dos muçulmanos na França e na Europa?

Não, como não acho que o Islã será atacado. Um dia ou outro um tolo vai nascer e irá ver a injustiça e a blasfêmia e terá uma reação desproporcional. E este tolo, este terrorista, não terá o rosto do Magreb nem antecendentes criminais. Sempre haverá um solitário que vai se vingar da blasfêmia. Então, por que não fazer uma lei antiblasfêmia? Todos nós queremos viver em paz.

Al Qaeda no Iêmen assume autoria de atentado contra jornal

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