sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Identificação, rastreamento, cerceamento e aniquilação do terrorismo não pode ser banalizado ou impedido por teses políticas absurdas que tentam culpar a suposta extrema direita do mundo inteiro pelo comportamento fundamentalista islâmico glogal que tão somente reflete e se alimenta de aspirações muçulmanas em vigor por 1.300 anos. Como absurda e pró terrorista falácia de cientista político na Tv Record esta manhã, propondo a extrema direita como culpada de um ato isolado contra multidões inocentes disto. Os milhares de judeus estão fugindo da França ou sendo massacrados porque, senão pela liga de antissemitismo com fundamentalismo islâmico oriundo de natureza muçulmana ou arabista? Aliás, a Record não tem dinheiro pra pagar analistas imparciais livres da covardia e colaboracionismo entreguista global?


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MUNDO09/01/2015 11:30

Premiê de Israel defende ofensiva contra o islamismo radical


O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu: "eles têm nomes diferentes como Estado Islâmico e Al-Qaeda, ou Hamas e Hezbollah, todos são motivados pelo mesmo ódio e fanatismo sanguinários"

Jerusalém - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pediu nesta sexta-feira à França e a outros países que enfrentam atos como o massacre da revista francesa Charlie Hebdo que se unam a uma grande ofensiva contra o islamismoradical.

Netanyahu afirmou que a França,Israel e os "países civilizados" devem encarar juntos esta ameaça.

"Estes terroristas que mataram jornalistas em Paris, decapitaram voluntários humanitários na Síria, sequestraram alunas na Nigéria, queimaram igrejas no Iraque, massacraram turistas em Bali, lançaram foguetes contra civis a partir de Gaza e que querem fabricar armas nucleares no Irã", acrescentou, ao receber o embaixador da França em Israel, Patrick Maisonnave, a quem transmitiu em pessoa uma mensagem de condolências do povo israelense.

"Eles têm nomes diferentes como Estado Islâmico e Al-Qaeda, ou Hamas e Hezbollah, todos são motivados pelo mesmo ódio e fanatismo sanguinários", acrescentou.

"É um combate global, que precisa de uma grande ofensiva contra as forças do Islã radical através do mundo", disse ainda.

Tópicos: Europa, França, Países ricos,Islamismo, Israel
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