quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

JE SUIS JUIF






quinta-feira, janeiro 15, 2015

NETANYAHU CONVIDA JUDEUS DO MUNDO INTEIRO A VIREM PARA ISRAEL


Saberá o primeiro-ministro israelita que está participando num dos momentos mais cruciais da História moderna? Saberá ele que ao propôr aos judeus para virem para a Terra dos seus antepassados está a participar no cumprimento de profecias milenares?
Creio que ele sabe. Sendo um estudioso das Escrituras (Velho Testamento), este homem poderá estar a aperceber-se dos sinais que o rodeiam e entender que chegou a hora de promover os desígnios do Deus Eterno, que sempre usa homens atentos para cumprir os Seus propósitos.


Durante o mega-evento anual "Taglit-Birthright" ontem realizado em Israel, o primeiro-ministro Netanyahu apelou a todos os judeus que vivem na Diáspora (dispersão) para que imigrem para Israel.Trazendo à memória os massacres contra judeus inocentes na passada semana em Paris, Netanyahu pediu aos milhares ali presentes que observassem um minuto de silêncio em memória das 17 vítimas do ódio islâmico:
"Esta noite, apelo a todos vós, e a todos os jovens judeus espalhados pelo mundo: Venham para Israel. Façam aliyah. Este é o vosso país. Aqui está o vosso direito de cidadania."
O primeiro-ministro lembrou o questionamento que lhe surgiu quando da sua visita a Paris, se os judeus nos outros países eram livres e se não tinham medo de declarar a sua identidade.

"Vi aquelas multidões de franceses a manifestarem-se com o "eu sou charlie", e, no meu coração, disse para mim próprio: para nós, judeus, há questões adicionais. Será que os judeus em outros países podem manifestar-se nas ruas dizendo "eu sou judeu"?
"Como primeiro-ministro de Israel, posso dizer-vos aquilo que todo o judeu no estado de Israel pode dizer: "Je suis juif", e declará-lo sem medo, sem hesitação, e com muito orgulho" - afirmou Netanyahu.
"É isso que diferencia Israel. Todo o judeu pode sentir-se parte de Israel e sentir que Israel lhe pertence."

Netanyahu voltou a convidar os judeus do mundo inteiro a virem para Israel, tal como já havia feito subtilmente durante a visita à Grande Sinagoga de Paris no Domingo passado, e tal como também fizeram Avigdor Liberman, o ministro das Relações Exteriores de Israel, o ministro da Defesa de Israel Moshe Ya'alon, e o ministro da Economia Naftali Bennett.


DUPLICARAM AMEAÇAS AOS JUDEUS NA SUÉCIA
Desde os atentados da semana passada em Paris que as ameaças contra judeus suecos duplicaram - afirmou Lena Posner-Koerosi, representante do Conselho das Comunidades Judaicas.
Foi aumentada a segurança à volta das instituições judaicas, especialmente na capital Estocolmo.
A Suécia tem sido criticada por não parecer levar a sério as muitas ameaças feitas contra os seus cidadãos judeus.
Há cerca de 20.000 judeus na Suécia, cerca de metade dos quais vivem na capital, Estocolmo.


Shalom, Israel!




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Publicada por Shalom à(s) 1/15/2015 Sem comentários:
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quarta-feira, janeiro 14, 2015

MAIS DE METADE DOS JUDEUS INGLESES RECONHECEM NÃO TER FUTURO NA EUROPA



MANIFESTAÇÃO PRÓ-ISRAEL EM LONDRES

Uma sondagem publicada hoje na Inglaterra revela que nos últimos dois anos cerca de um quarto dos judeus britânicos encararam a hipótese de abandonar o país, enquanto que mais de metade (58%) sentem não ter mais futuro na Europa.
Para além deste sentimento entre os judeus quase uma semana depois do atentado que tirou a vida a quatro judeus no coração de Paris, a sondagem revela também que opiniões anti-semitas são também prevalecentes entre a população em geral, com 45% dos britânicos a admitirem possuir algum tipo de sentimento anti-semita.
Esta pesquisa foi elaborada pela fundação "Campanha Contra o Anti-semitismo" como resultado do atentado de Paris que levou a que também fosse aumentado o nível da segurança policial nas sinagogas e em outros locais judaicos por toda a Grã-Bretanha.
"Conquanto o anti-semitismo na Grã-Bretanha não esteja aos níveis vistos no resto da Europa, os resultados da nossa pesquisa devem constituir um alerta" - afirmou o porta-voz da organização.

MANIFESTAÇÃO PRÓ-ISRAEL

"A Grã-Bretanha está num ponto de viragem. A menos que o anti-semitismo seja confrontado com tolerância zero, vai continuar a crescer, e os judeus ingleses poderão cada vez mais questionar o seu lugar no seu próprio país."


ANTI-SEMITISMO CRESCENTE NA GRÃ-BRETANHA

MANIFESTAÇÃO CONTRA O ANTI-SEMITISMO
EM LONDRES, INGLATERRA

No passado mês de Julho, a "Community Security Trust", uma organização que providencia aconselhamento para os cerca de 260.000 judeus britânicos, informou que os incidentes anti-semitas na Grã-Bretanha aumentaram até um nível recorde na altura do conflito entre Israel e os terroristas de Gaza.
Quase metade dos judeus ingleses inquiridos sentem que as suas famílias estão ameaçadas pelo extremismo islâmico, tendo mais de metade experimentado até uma maior quantidade de situações de anti-semitismo nos dois últimos anos do que em outros períodos recentes.


ANTI-SEMITISMO NA BBC

Conhecida há muito pelo seu detestável anti-semitismo, a mundialmente conhecida cadeia de TV inglesaBBC cometeu mais uma nada inocente gaffedurante a transmissão das manifestações de Domingo passado em Paris, quando o seu repórter Tim Willcox comentou ao vivo que "os palestinianos sofrem imenso às mãos dos judeus."


À semelhança de muitos dos seus pares por toda a Europa, o repórter inglês não conseguiu ocultar o seu pérfido anti-semitismo quando, ao responder ao comentário de uma mulher sobre o estado dos judeus na França, teve a desfaçatez de comentar:"Muitos críticos das políticas de Israel estarão sugerindo que os palestinianos sofrem imenso às mãos dos israelitas."
O jornal Telegraph identificou a senhora como sendo filha de sobreviventes do Holocausto.
Tudo o que a senhora disse antes da lamentável alegação do jornalista foi: "Não temos que ter medo de dizer que os judeus são agora o alvo."
Certamente pressionado pela direcção do canal que lhe paga o salário, o jornalista veio a público reconhecer o seu erro através de uma mensagem no twitter: "Lamento muito qualquer ofensa causada por uma questão má colocada numa entrevista ao vivo ontem em Paris - foi completamente não intencional."
Muitas pessoas não se deixaram obviamente convencer por esta "desculpa esfarrapada", sugerindo que o repórter deveria fazer um pedido de desculpas mas quando estiver ao vivo diante das câmaras da TV...para que milhões o possam ouvir.


O Grande Mestre Jesus disse que "a boca fala do que o coração está cheio." O jornalista manifestou aquilo que sente, só que esqueceu-se de desligar o microfone...


Shalom, Israel!


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Publicada por Shalom à(s) 1/14/2015 2 comentários:
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terça-feira, janeiro 13, 2015

AS QUATRO VÍTIMAS DO MASSACRE DE PARIS FORAM HONROSAMENTE SEPULTADAS EM JERUSALÉM


Milhares de pessoas participaram esta manhã no comovente funeral dos 4 homens vítimas do massacre de Sexta-Feira passada num supermercado "kosher", no coração de Paris, pelo único "crime" de serem judeus.
Representando o país ao mais alto nível estiveram o presidente Reuven Rivlin, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o líder da oposição Isaac Herzog.
Entre outras autoridades mundiais encontrava-se o embaixador norte-americano em Israel Dan Shapiro e a ministra francesa para a Energia e Ambiente, Segolene Royal.

Autocarros cheios de jovens vieram de todo o país para o funeral que recebeu atenções dos media mundiais.
Tanto Netanyahu como o presidente expressaram os seus sentimentos durante a cerimónia, sendo de assinalar as palavras do presidente Reuven Rivlin simbolicamente dirigidas às 4 vítimas do terrorismo islâmico:
"Não era desta forma que vos queríamos receber na Terra de Israel, não era assim que vos queríamos ver vir para casa, o estado de Israel e sua capital Jerusalém. Queríamos vocês vivos, queríamos vida para vocês."



LEMBRANDO OS HERÓIS
Dirigindo-se simbolicamente a cada um dos heróis judeus, o presidente lembrou:



AS 4 VÍTIMAS DO TERRORISMO ISLÂMICO
NO CORAÇÃO DE PARIS

"Phillipe, tu querias fazer compras para o shabbat, e o que é que há de mais judaico do que preparar e fazer compras na Sexta-Feira, para o santo dia de Shabbat?


François-Michell, o apartamento que compraste aqui em Israel estava pronto para a tua vinda. Desejavas tanto fazer aliyah (retorno), viver aqui connosco. Mas agora nunca vais conseguir pendurar uma mezuza na ombreira da porta da tua casa em Israel...a guerra bateu-te à porta, e a mão dos criminosos destruiu tudo.



Yoav, estiveste aqui em Jerusalém há apenas duas semanas pela primeira vez. Estiveste no Muro Ocidental, foste fotografado enrolado na bandeira nacional. Estás aqui hoje pela segunda e última vez. Regressas como herói judeu, como um de nós.


Yohan, tu poderias ter escapado, podias ter fugido - mas não te rendeste. Lutaste com o assassino para salvar a vida de um menino de 3 anos. Conseguiste, mas pagaste com a tua vida. Só com 20 anos, mas já um herói. Um soldado da nação judaica."



O presidente condenou ainda a natureza anti-semita do ataque, apelidando-o de "puro e venenoso mal, que desperta as piores das memórias. Isto é puro ódio aos judeus, abominável, tenebroso e premeditado, que procura atacar onde quer que haja vida judaica."
O presidente afirmou ainda que não se pode escapar ao facto de que"este terrorismo visa explicitamente o povo judeu."


APELO AOS LÍDERES EUROPEUS
Rivlin apelou depois aos líderes da Europa para agirem e se comprometerem com "medidas firmes para devolver aos judeus da Europa um sentido de segurança, seja em Toulouse, Paris, Bruxelas ou em Burgas."
"Os líderes da Europa não podem mais ignorar ou agir com leveza contra o incitamento ao anti-semitismo. A ignorância e a violência não desvanecerão por si próprios."


CONVITE PARA VIR PARA ISRAEL
À semelhança do apelo feito pelo primeiro-ministro em Paris, também o presidente encorajou os judeus franceses a fazerem aliyahpara Israel, alegando que "a Terra de Israel é a terra de escolha. Queremos que vocês escolham Israel, pelo amor a Israel."
Terminando o seu emotivo discurso, Rivlin prometeu que Israel "continuará a lutar pelo vosso direito a viver como judeus - onde quer que estejais."


Shalom, Israel!




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