sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Parabéns é justo correto para aqueles que demonstram em atitudes reais seu posicionamento a favor do bem-estar de outros, mesmo se colocando em risco. Em momento algum serve de pretexto para apoiadores ou mantenedores do terrorismo global, assassinos resolutos e descarados como Abbas desfilando em Paris e líderes turcos latindo contra Israel. Confundir os bons arabes que são muçulmanos com os efeitos negativos causados pelo mundo é abominável em dois extremos. Primeiro que o bom muçulmano não apaga mais de 1.300 anos de terror e morticínio islâmico ainda bem atual, segundo que a necessidade de erradicar o fundamentalismo islâmico e o antissemitismo do planeta continue sendo evitado por boas pessoas escolherem ser muçulmanas. Se nelas habitar a bondade e a justiça, vão colaborar pelo bem-estar global a exemplo do jovem herói ilustrado. Desperta França e Europa; prepare-se Israel.



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http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/jovem-que-salvou-clientes-em-mercado-judeu-recebe-nacionalidade-francesa


15/01/2015 - 15:53


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França
Jovem que salvou clientes em mercado judeu recebe nacionalidade francesa
O muçulmano Lassana Bathily tem 24 anos, é imigrante do Mali e mora na França desde os 16. Sua cidadania será entregue pelo ministro do interior





O jovem Lassan Bathily, funcionário do supermercado(Reprodução/TV/VEJA)


O governo da França concedeu a nacionalidade francesa a Lassana Bathily, o malinês muçulmano que conseguiu esconder clientes nosupermercado judeu atacado por um dos terroristas na semana passada em Paris, anunciou nesta quinta-feira o ministro francês de Interior, Bernard Cazeneuve. Em breve comunicado, o ministro afirmou que “no dia seguinte de seu ato de coragem” iniciou com urgência o pedido de naturalização que Bathily havia solicitado em 7 de julho. O ministro presidirá uma cerimônia de boas-vindas a Bathily na próxima terça-feira na sede do Departamento de Interior, acrescentou a nota oficial.


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A decisão do governo coincide com uma campanha na internet, iniciada através de uma iniciativa do Conselho Representativo de Associações Negras da França, que conseguiu 295.000 assinaturas pedindo a cidadania para o imigrante malinês. Bathily, de 24 anos de idade e que trabalha há quatro anos como funcionário do mercado judeu Hyper Casher, no leste de Paris, onde ocorreu um dos ataques terroristas, escondeu seis clientes da loja em um frigorífico no porão para que o assassino jihadista não pudesse encontrá-los. O jovem ainda teve a perspicácia de desligar os freezers para evitar ruídos e apagar as luzes para não chamar a atenção do terrorista.


O jovem chegou à França aos 16 anos para se encontrar com o pai, enquanto a mãe continua morando Mali. Instalado inicialmente em uma residência parisiense para trabalhadores imigrantes, onde vivia “como em uma família”, Bathily demorou quatro anos para regularizar sua situação na França. “Foi muito difícil, em termos de trabalho, e inclusive para me integrar à sociedade francesa”, comentou o jovem.


(Com agências France-Presse e EFE)









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