quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Pegida: Europeus Patriotas Contra A Islamização Do Ocidente. Erra; por recusar a imposição do Islã como se dá na França? Goza; de má fama pelas tolices atribuídas a alguns membros ou por acusar que assim como o Nazismo pode voltar ao poder, o Islã está assumindo esse poder? Irrita; lideranças tão impotentes como aquelas espalhadas por toda Europa e multidões assustadas quando alguém assume responsabilidade de fato ou alarmadas de achar que evitarao o que já acontece? Dê-se; devida compreensão a cada assunto, pois se seu estatuto fala de muçulmanos moderados e corretamente assimilados ONDE ESTÁ A XENOFOBIA, QUANDO NO TOCANTE AO ISLÃ ESTE REALMENTE É ANTI-DEMOCRÁTICO? A questão nossa é nos posicionarmos em Iehouah e de acordo necessidade o que tiver que ser eliminado será. Por hora o Pegida satisfaz uma necessidade alemã, europeia, mundial e deve ser protegido do Islã mediante todos os meios necessários.


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PEGIDA


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Editado pela última vez em 24 de janeiro de 2015.
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PEGIDA, sigla para Patriotische Europäer gegen die Islamisierung des Abendlandes (em alemão)[1] ouEuropeus Patriotas contra a Islamização do Ocidente (emportuguês), é uma organização que se opõe à imigração de muçulmanos naAlemanha, com base na cidade deDresden. Desde 20 de outubro de 2014, o PEGIDA organiza demonstrações públicas contra o governo alemão e aquilo que considera ser a islamização do Ocidente.[2]

História
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Manifestação do PEGIDA em Dresden em 12 de janeiro de 2015.
O PEGIDA foi criado na cidade deDresden, no estado da Saxônia, em meados de outubro de 2014[3] por Lutz Bachmann, dono de uma agência derelações públicas na cidade.[4] O movimento surgiu inicialmente como um grupo no Facebook com algumas centenas de membros e atualmente já conta com milhares de simpatizantes em toda a Alemanha. O ímpeto para criar a página foi, segundo Bachmann, um comício em apoio ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no distrito de Prager Strasse, em Dresden; segundo ele, os simpatizantes do PKK estavam arrecadando fundos para que o partido separatista curdo comprasse armas.[5] [6] A credibilidade de Bachman enquanto líder do movimento tem sido criticada porque ele tem várias condenações criminais, incluindo "16 assaltos, direção embrigada ou sem licença e até mesmo tráfico de cocaína".[7] Apesar do PEGIDA ser a favor da extradição de imigrantes que tenham cometido crimes em seus países de origem, em 1998 Bachmann fugiu para a África do Sul para escapar da justiça alemã, mas acabou sendo extraditado e cumpriu uma pena de dois anos na cadeia.[8] [9]
Desde outubro de 2014, estão ocorrendo marchas e protestos em nome da organização em várias cidades alemãs. As manifestações começaram em 20 de outubro, em Dresden. Segundo Frank Richter, diretor da Secretaria de Estado para Educação Política de Dresden, entre os apoiadores da organização estão figuras conhecidas do partido de extrema-direita Partido Nacional Democrata Alemãohooligans dos times de futebol e também uma quantidade significativa de cidadãos comuns.[7] Werner Schiffauer, diretor do Conselho de Migração, destacou que o movimento é mais forte entre pessoas que nunca conviveram com estrangeiros e entre "alemães orientais, que nunca aceitaram a República Federal e agora sentem que não são ouvidos".[10] Em 22 de dezembro, o PEGIDA conseguiu levar mais de 17 mil pessoas às ruas em Dresden, o que causou revolta em diversos setores da sociedade alemã. Como resposta, grupos antifacistas, membros do oposicionista Partido de Esquerda e aliados do governo reuniram cerca de 30 mil pessoas em atos em nove cidades alemãs, como tentativa de ofuscar a investida do PEGIDA. Segundo dados do governo, 1/5 da população do país possui origens estrangeiras.[11] A demonstração de 29 de dezembro foi cancelada pelos organizadores, mas o PEGIDA continuou a atrair um grande número de manifestantes em janeiro.
Após o atentado do Charlie Hebdo emParis, em 7 de janeiro de 2015, os ministros Thomas de Maizière e Heiko Maas alertaram ao PEGIDA para que não utilizassem os ataques em benefício político próprio. Em 10 de janeiro, cerca de 35.000 manifestantes anti-PEGIDA se reuniram para lamentar as vítimas do atentado em Paris; eles fizeram um minuto de silêncio em frente à igreja de Frauenkirche. Os organizadores do movimento, no entanto, insistiram no seu direito em fazer o mesmo, o que ocorreu em 12 de janeiro e contou com um público recorde de 25.000 participantes. Enfrentando oposição crescente de manifestantes anti-PEGIDA, tanto em Dresden quanto em Leipzig, Bachmann declarou os pontos chave do movimento: imigração seletiva, política de lei e ordem mais estrita, sentimento anti-UE e reconciliação com a Rússia.[12]
No mesmo dia da manifestação, Khaled Idris Bahray, um jovem imigrante daEritreia, foi assassinado a facadas em Dresden. O responsável pelo crime e as circunstâncias do assassinato ainda estão sob investigação policial, mas o PEGIDA já se antecipou em negar qualquer ligação entre o assassinato e o movimento político. Correspondentes da mídia internacional, no entanto, descreveram a "atmosfera de ódio e ressentimento" em Dresden e republicaram mensagens de simpatizantes do PEGIDA nas redes sociais que mostram desprezo pela morte de Bahray.[13] A manifestação seguinte, que seria realizada em 19 de janeiro, foi cancelada pela polícia de Dresden devido a uma ameaça que um dos membros da liderança do movimento recebeu no Twitter; o PEGIDA foi chamado em árabe de "inimigo do islã".[14] O PEGIDA cancelou sua 13a manifestação e escreveu em sua página no Facebook que sua liderança foi ameaçada de morte por "terroristas do ISIS".[15] Mesmo assim, cerca de cem pessoas realizaram sua concentração semanal em Dresden; mesmo número de manifestantes da "Bärgida", versão do PEGIDA na capital federal, se reuniram em Berlim.[16]Simultaneamente, cerca de 10 mil pessoas foram às ruas de Munique contra o movimento.[16] Manifestações parecidas ocorreram em Würzburg, com a participação de 1.200 pessoas, e emNuremberg, com mil pessoas.[16]
Em 21 de janeiro, Bachmann renunciou de seu cargo no PEGIDA após ser o alvo de críticas por causa de uma série de postagens nas redes sociais.[17] Numa conversa com um amigo no bate-papo do Facebook, Bachmann chamou os imigrantes de "gado", "escória" e "lixo".[18] Ele também disse que os assistentes sociais precisavam de mais segurança para "protegê-los dos animais".[19] Um retrato de Bachmann fantasiado de Adolf Hitler começou a circular nas redes sociais[18] e virou manchete nos jornais de todo o mundo. Em outra ocasião, Bachmann havia postado a foto de um homem vestindo o uniforme do Ku Klux Klanacompanhado do slogan: "Três Ks por dia mantêm as minorias afastadas".[17]A procuradoria de Dresden abriu um inquérito contra ele por Volksverhetzung(incitação ao ódio racial) e o vice-chanceler da Alemanha Sigmar Gabrielafirmou que a verdadeira face do PEGIDA foi exposta: "qualquer um que se fantasia de Hitler é um idiota ou um nazista. As pessoas deveriam pensar com cuidado em seguir um flautistacomo esse".[19]

Reivindicações
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No começo de dezembro de 2014, o PEGIDA publicou um manifesto de uma página com 19 de suas reivindicações:[20]
  1. O direito de asilo para refugiados de guerra e perseguidos políticos.
  2. Incluir a assimilação dos refugidos à cultura alemã como dever do Estado naLei Fundamental da Alemanha.
  3. Oferecer moradia descentralizada para os refugiados.
  4. Criar uma agência central de refugiados para uma alocação adequada de imigrantes entre os membros da União Europeia.
  5. Abaixar o número de candidatos ao asilo por assistente social.
  6. Basear as políticas de imigração da Alemanha nas da Holanda e da Suíça e aumentar o orçamento do Escritório Federal de Migração e Refugiados para acelerar a análise de pedidos.
  7. Aumentar o orçamento da polícia.
  8. Aplicar todas as leis de asilo, incluindo a expulsão.
  9. Tolerância zero para os imigrantes e refugiados que tenham cometido crimes.
  10. Oposição a ideologias misóginas e violentas, à exceção de muçulmanos assimilados e politicamente moderados.[21]
  11. Apoio à política de imigração da Suíça, do Canadá, da Austrália e daÁfrica do Sul.
  12. Apoio à auto-determinação sexual e oposição à sexualização precoce de crianças.[22]
  13. Proteção da cultura judaico-critã da Alemanha.
  14. Apoio à realização de um referendo sobre a imigração, como ocorreu na Suíça.
  15. Oposição à exportação de armas para grupos radicais e não-permitidos, como o PKK.
  16. Oposição a sociedades/jurisdições paralelas, como a aplicação da lei charia, tribunais de arbitragem muçulmanos, polícias muçulmanas ejuízes de paz.
  17. Oposição à política de quotas para mulheres e ao politicamente correto.
  18. Oposição ao radicalismo, seja político ou religioso.
  19. Oposição ao discurso de ódio, independentemente da religião.[23]
Segundo o Deutsche Welle, o PEGIDA chama o islamismo de ideologia violenta e misógina.[24] [22] As demandas políticas específicas do PEGIDA não s]ao claras, devido especialmente à recusa do diálogo do movimento com a imprensa, a quem chama de "conspiração do politicamente correto".[10] Os manifestantes têm utilizado o termo"Lügenpresse" ("imprensa mentirosa") nas demonstrações; o termo surgiu durante a Primeira Guerra Mundial[25] e foi utilizado pelos apoiadores donazismo na década de 1930.[26] A utilização do termo "Lügenpresse" foi considerada tão ofensiva que ele foi escolhido como faux pas do ano por linguistas e jornalistas alemães.[25]

Manifestações
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Participantes das manifestações do PEGIDA em Dresden[27] [28] [29] [30] [31] [32][33] [34]
20/10/2014
  
350
27/10/2014
  
500
3/11/2014
  
1000
10/11/2014
  
1700
17/11/2014
  
3200
24/11/2014[35]
  
5500
1/12/2014
  
7500
8/12/2014
  
10000
15/12/2014
  
15000
22/12/2014[36]
  
17500
5/01/2015
  
18000
12/01/2015[37]
  
25000
Apesar da presença de neonazistas, grupos de hooligans e gangues demotoqueiros nas marchas, cidadãos comuns formam a grande maioria dos manifestantes. Os organizadores tentam se distanciar do radicalismo de direita e reúnem milhares de participantes todas as segundas-feiras à noite em Dresden.[38] Durante as demonstrações, apoiadores do PEGIDA carregaram cartazes com inscrições como "Pela preservação de nossa cultura", "Contra o fanatismo religioso" e "Contra as guerras religiosas no solo alemão".[39]
A primeira manifestação, em 20 de outubro de 2014, reuniu menos de 400 pessoas,[5] mas o movimento cresceu rapidamente e, em 1° de dezembro de 2014, já estava reunindo mais de 7 mil pessoas nas ruas, entre as quais estavam cerca de 100 hooligans, segundo a polícia. Em 8 de dezembro de 2014, o PEGIDA reuniu 10 mil pessoas.[40] [7] Conforme o movimento crescia no número de participantes e de menções na imprensa, surgiram vários clones do PEGIDA em outras regiões da Alemanha: Legida é o nome da filial de is Leipzig, Bogida é a filial de Bonn e Dagida é a filial de Darmstadt.[40]
Comentaristas políticos atribuem o sucesso do PEGIDA à insatisfação popular com as políticas de imigração da União Europeia em meio a uma crescente alienção para com as elites políticas e os principais meios de comunicação.[41] Uma pesquisa nacional com 1.006 pessoas realizada pelo Instituto Forsa para a revista Sterndescobriu que 13% dos alemães participariam de uma manifestação anti-muçulmanos e que 29% acreditam que as marchas são justificáveis porque o islã está influenciando a sociedade alemã.[42] Uma pesquisa realizada pela revista Spiegel encontrou um resultado similar: 34% dos alemães concordam com os manifestantes do PEGIDA de que a influência do islã na Alemanha está crescendo.[5]

Resposta
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Demonstração contra o PEGIDA emMunique em 22 de dezembro de 2014.
As manifestações do PEGIDA vem gerando uma forte oposição social e política no país, com associações civis, congregações religiosas e ativistas de esquerda a convocarem encontros a favor do multiculturalismo e do direito ao asilo. As manifestações anti-PEGIDA reuniram mais de 35.000 pessoas em Dresden[43] [44] e cerca de 100.000 nacionalmente.[45]
Angela Merkel, a chanceler da Alemanha, se pronunciou claramente contra o movimento.[46] Primeiramente, ela declarou que apesar de todos terem o direito de expressar suas opiniões livremente, não há lugar na Alemanha para a agitação contra os imigrantes,[40]e mais tarde disse que os líderes da organização "possuem preconceito, frieza e até mesmo ódio em seus corações".[47] Bernd Lucke, porta-voz do partido Alternativa para Alemanha, diz que a maioria da ideologia de PEGIDA é legitimada.[48] O diretório do partido em Dresden acolheu bem as manifestações semanais.[49]
O PEGIDA enfrenta a oposição de líderes religiosos. Josef Schuster, presidente do Conselho Central de Judeus na Alemanha, se opôs ao grupo, afirmando que as chances de uma conquista islâmica da Alemanha são as mesmas do regime nazista retornar ao poder.[50] O clero luterano também condenou o movimento, incluindo a bispa de Hamburgo, Kirsten Fehrs.[51]Em protesto contra uma marcha pró-PEGIDA, a Catedral Católica de Colôniadesligou suas luzes na noite de 5 de janeiro de 2015.[52] A fábrica daVolkswagen copiou o método de protesto.[53]
A imprensa também se colocou contra o movimento. O tabloide Bild lançou uma petição contra o PEGIDA, que foi assinada pelos ex-chanceleres Helmut Schmidt e Gerhard Schröder, assim como pela atriz Karoline Herfurth e pelo ex-futebolista Oliver Bierhoff.[53]

Reação do governo da Saxônia

Como reação aos protestos na Saxôniacontra os albergues de refugiados e contra a suposta islamização do estado, o ministro do interior Markus Ulbig anunciou que irá criar uma unidade especial de polícia contra os imigrantes criminosos em Dresden e no resto do estado. Nessas unidades, investigadores e especialistas em lei criminal e imigratória colaborariam com a prisão de imigrantes que tenham cometido crimes e atuariam no sentido de prevenir que pessoas não-elegíveis para o asilo permanecessem na Alemanha. Segundo Ulbig, os imigrantes criminosos permanecem na Alemanha por tempo demais.[54] Ele admitiu que a polícia trabalha lentamente em casos envolvendo imigrantes e que há, de fato, uma quantidade de crimes cometidos por imigrantes em áreas próximas aos albergues de refugiados, mas que apenas a minoria dos candidatos ao asilo cometem crimes e que eles não devem atrapalhar a solidariedade alemã com a grande maioria de refugiados que respeitam a lei.

Símbolos
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Os símbolos que vem sendo usados nas demonstrações do PEGIDA incluem a bandeira da Alemanha, a bandeira da Saxônia, a bandeira do Reino da Saxônia e os símbolos do Sacro Império Romano-Germânico.

Referências

  1. Historiker Wolfgang Benz zu "Pegida": "Das Abendland ist ein Mythos" (emalemão) PolitikDER TAGESSPIEGEL (5 de janeiro de 2015). Visitado em 7 de janeiro de 2015.
  2. Campanha mira grupo anti-islã alemão: Maior jornal da Alemanha reúne personalidades rechaçando ideias de organização que atraiu extrema direita. Sete ministros do governo da chanceler Angela Merkel e ex-premiês participaram da ação contra o Pegida mundoFolha online(quarta-feira, 7 de janeiro de 2015). Visitado em 7 de janeiro de 2015.
  3. Sentimento anti-estrangeiro une manifestantes na Alemanha, Expresso Online (16 de dezembro de 2014). Visitado em 16 de dezembro de 2014
  4. "Estimated 15,000 people join ‘pinstriped Nazis’ on march in Dresden", The Guardian, 15 de dezembro 2014. Página visitada em 4 January 2015.
  5. "The End of Tolerance? Anti-Muslim Movement Rattles Germany", Der Spiegel, December 21, 2014. Página visitada em 3 January 2015.
  6. http://www.bild.de/regional/dresden/demonstrationen/pegida-erfinder-im-interview-38780422.bild.html
  7. "In German City Rich With History and Tragedy, Tide Rises Against Immigration",New York Times, 7 December 2014. Página visitada em 16 December 2014.
  8. "German xenophobia: Peaceful, but menacing", 20 de dezembro 2014.
  9. Connolly, Kate. "Pegida: what does the German far-right movement actually stand for?", 6 January 2015.
  10. "The uprising of the decent",Economist, 10 de janeiro de 2015. Página visitada em 16 de janeiro de 2015.
  11. Kate Connolly (do "Guardian"); Paulo Migliacci (tradução para a "Folha") (quarta feira, 7 de janeiro de 2015). Pegida surgiu como página no Facebook mundoFolha online. Visitado em 7 de janeiro de 2015.
  12. Brady, Kate (12 January 2015).Record turnout at Dresden PEGIDA rally sees more than 25,000 march Deutsche Welle. Visitado em 17 January 2015.
  13. Connolly, Kate (15 January 2015).Killing of Eritrean refugee in Dresden exposes racial tensions in Germany The Guardian. Visitado em 17 January 2015.
  14. "Pegida Cancel Lastest Dresden Demonstration After Threats",Huffington Post UK,AOL (UK) Limited, 18 January 2015. Página visitada em 19 January 2015.
  15. "Dresdner Polizei verbietet Demos wegen Anschlagsgefahr", ReutersThomson Reuters, 18 January 2015. Página visitada em 19 January 2015.
  16. EFE. "Milhares de manifestantes marcham na Alemanha pela tolerância e contra Pegida". R7. 19 de janeiro de 2015.
  17. Wagstyl, Stefan (21 January 2015).German populist leader quits after Hitler pose emergesFinancial Times. Visitado em 21 January 2015.
  18. Connolly, Kate (21 January 2015).Photograph of Germany’s Pegida leader styled as Adolf Hitler goes viral The Guardian. Visitado em 21 January 2015.
  19. Chambers, Madeline. "German PEGIDA leader investigated after Hitler pose",Reuters, 21 January 2015. Página visitada em 21 January 2015.
  20. Anonymous (10 de dezembro 2014). Pegida Positionspapier(em german)www.menschen-in-dresden.de.
  21. "Pegidisch für Anfänger", taz, 12 de dezembro 2014. Página visitada em 16 de dezembro 2014.(em German)
  22. "PEGIDA determining political debate in Germany",Deutsche Welle, 15 de dezembro de 2014. Página visitada em 12 December 2014.
  23. "Pegida wird Fragida", Journal Frankfurt, 15 de dezembro 2014. Página visitada em 16 de dezembro 2014.(em German)
  24. "Pegida veröffentlicht Positionspapier",Frankfurter Rundschau, 15 de dezembro de 2014. Página visitada em 16 de dezembro 2014.(em German)
  25. "Revived Nazi-era term 'Luegenpresse' is German non-word of year", Reuters,Thompson Reuters, 13 January 2015. Página visitada em 16 January 2015.
  26. "Pegida: what does the German far-right movement actually stand for?", The Guardian, 6 January 2015. Página visitada em 16 January 2015.
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  28. Polizei Sachsen (em german) Polizei Sachsen (10 November 2014). Visitado em 6 January 2015.
  29. Polizeieinsatz(em german)Polizei Sachsen (17 November 2014). Visitado em 6 January 2015.
  30. Polizeieinsatz(em german)Polizei Sachsen (1 December 2014). Visitado em 6 January 2015.
  31. Polizeieinsatz(em german)Polizei Sachsen (8 December 2014). Visitado em 6 January 2015.
  32. Polizeieinsatz(em german)Polizei Sachsen (15 December 2014). Visitado em 6 January 2015.
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  36. Evangelische Kirche Deutschlands Pegida ist unchristlich (em german) Bild (22 December 2014). Visitado em 23 December 2014.
  37. http://www.ibtimes.co.uk/germany-anti-islam-pegida-protest-rally-draws-record-25000-dresden-1483097
  38. Milhares voltaram à rua em Dresden nas “manifestações de segunda-feira” contra a “islamização”,Público Online (16 de dezembro de 2014). Visitado em 16 de dezembro de 2014
  39. "Anti-Islamist protests with right-wing ties expand in Germany",Deutsche Welle, 7 December 2014. Página visitada em 9 December 2014.
  40. "Patriotic Europeans Against the Islamisation of the West quickly gathering support in Germany",Sydney Morning Herald, 16 December 2014. Página visitada em 16 December 2014.
  41. "Politisch heimatlos",Frankfurter Allgemeine Zeitung, 19 December 2014. Página visitada em 18 December 2014.(em German)
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  43. "Dresden setzt Zeichen für Weltoffenheit - 35.000 Menschen bei Kundgebung gegen Pegida",DNN online, 11 January 2015. Página visitada em 12 January 2015.
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  45. "Deutschlandweit Proteste gegen Islamfeinde",Frankfurter Allgemeine, 12 January 2015. Página visitada em 12 January 2015.
  46. Merkel termina o ano com discurso contra a xenofobia,Público Online (31 de dezembro de 2014). Visitado em 31 de dezembro de 2014
  47. "Angela Merkel issues New Year’s warning over rightwing Pegida group", The Guardian, 30 December 2014. Página visitada em 2 January 2015.
  48. Anti-Islam 'Pegida' march in German city of DresdenBBC News Online (16 de dezembro de 2014). Visitado em 8 de janeiro de 2015
  49. Erklärung der AfD-Fraktion im Stadtrat der Landeshauptstadt Dresden zu den Demonstrationen von PEGIDA (em german) AfD (20 November 2014). Visitado em 5 January 2015.
  50. "German Council of Jews chairman condemns "immensely dangerous" PEGIDA movement",Deutsche Welle, 20 de dezembro 2014. Página visitada em 22 de dezembro 2014.
  51. "Bischof will ehrlichen Dialog mit Muslimen über IS", Die Welt, 24 de dezembro 2014. Página visitada em 28 de dezembro 2014.(em German)
  52. "Cologne Cathedral to turn out the lights in protest at anti-Muslim march",Reuters, 2 January 2015. Página visitada em 3 January 2015.
  53. "Germany Pegida protests: 'Islamisation' rallies denounced", BBC News, 6 January 2015. Página visitada em 6 January 2015.
  54. "Pläne in Sachsen: Sondereinheit soll gegen straffällige Asylbewerber "durchgreifen"",Der Spiegel, 24 November 2014. Página visitada em 9 January 2015. (em German)

Ligações externas
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