segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Dieudonné é um pró terrorista assim como seus seguidores e os do gesto quenele. Liberdade de Expressão não foi criada e conquistada para criminosos e apologistas do crime ficarem impunes. Este é um dos sintomas da estúpida doença de antissemitismo forte na França e Europa e usada para apoiar a natureza terrorista da ssuposta causa palestina e do inaceitável Estado Islâmico


Mundo 12h44, 15 de Janeiro de 2015

Humorista que faz críticas a judeus é preso na França

França expõe suas contradições ao prender comediante francês conhecido por suas críticas ao judaísmo.

divulgação
O humorista francês Dieudonné M’bala é entusiasta da causa Palestina
O humorista francês Dieudonné M’bala é entusiasta da causa Palestina
O polêmico humorista francês Dieudonné M’bala foi detido por apologia ao terrorismo pela polícia francesa na manhã desta quarta-feira (14/01) em sua residência em Eure-et-Loir, situada a 100 quilômetros a sudoeste de Paris.
Alvo das autoridades francesas há anos por incitação ao ódio racial e injúria pública contra os judeus, o humorista publicou em sua página oficial no Facebook uma declaração em que mostra solidariedade à Amédy Coulibaly, responsável pelo ataque ao mercado judeu kosher em que quatro pessoas morreram, na semana passada.
“Saibam que nesta noite, até onde me concerne, me sinto como Charlie Coulibaly”, escreveu Dieudonné, associando o slogan de apoio ao jornal satírico “Je Suis Carlie”, ao nome de Amédy.
A publicação na rede social foi classificada como “indigna” pelo ministro do Interior da França, Bernard Cazeneuve, que reivindicou a detenção do comediante para um interrogatório sobre o assunto. Para os fãs de Dieudonné, a atitude mostra que a liberdade de expressão no país é encarada “de forma seletiva”. Em mensagens no Facebook, questionam: “papai, por que ‘Charlie Hebdo’ é liberdade de expressão e não Dieudonné?”.
Na França, o delito de apologia ao terrorismo pode resultar em até 5 anos de prisão e multa de 75 mil euros. A pena pode aumentar a até 7 anos e 100 mil euros se o crime for cometido utilizando serviços de comunicação difundidos em esfera pública.
Em dez anos de atuação, Dieudonné tornou-se de comediante promissor e ativista ligado à causa palestina para o maior ícone antissemita da França. No início do ano passado, fez piadas sobre o holocausto envolvendo jornalistas judeus críticos ao seu trabalho, além de ter popularizado o gesto chamado “quenelle”, que líderes judeus e grupos antirracistas descrevem como uma saudação nazista e uma expressão de antissemitismo.