domingo, 1 de fevereiro de 2015

Exército invencível? Alguém tem que provar a idiotice de algo assim ao Estado Islâmico, Boko Haram, Hezbollah, Hamas ou outros do gênero? Os bombardeios ajudam, mas o sacrifício impagável está em terra e enquanto não se age é em terra que milhares de vidas são aterrorizadas pelo terrorismo do imperialismo islamita. Quem ama a vida e a paz para si e outros sempre arcará com urgência de atacar e desmantelar tropas terroristas antes mesmo que se movimentam, até que sejam erradicadas. Os norte-americanos precisam curar sua política interna para nunca mais ter no poder e com poder antissemitas e anti-sionistas como Kerry e Obama. Enquanto deixam nações e povos enfraquecidos à mercê de Cérberos globais tentam dividir o Estado de Israel, frustrar o povo judeu e promover inimigos da liberdade humana. Ao invés de tentar provar o que não existe (que Império ou reino já foi invencível na Terra?), este é tempo de meditar orar, agir e interagir.


Derrota do Estado Islâmico em Kobane foi um 'grande feito', diz Kerry
Secretário diz que grupo foi 'forçado a reconhecer' sua maior derrota. Curdos retomaram a cidade síria após mais de quatro meses de combates.
31/01/2015 21h17 - Atualizado em 31/01/2015 21h17
France Presse
Da France Presse
 O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, fala durante coletiva ao lado dos ministros de Relações Exteriores do Canadá, John Baird (esquerda), e México, José Antonio Meade (direita), no Faneuil Hall, em Boston, no sábado (31) (Foto: AP Photo/Winslow Townson)O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, fala durante coletiva ao lado dos ministros de Relações Exteriores do Canadá, John Baird (esquerda), e México, José Antonio Meade (direita), no Faneuil Hall, em Boston, no sábado (31) (Foto: AP Photo/Winslow Townson)
A tomada de Kobane pelas forças curdas, que conseguiram expulsar da cidade síria combatentes do Estado Islâmico (EI), com o apoio dos bombardeios da coalizão internacional, foi um "grande feito", afirmou neste sábado (31) o secretário de Estado americano, John Kerry.
O grupo jihadista foi "forçado a reconhecer sua derrota", afirmou o chefe da diplomacia americana, durante coletiva de imprensa com os colegas do México e do Canadá, em Boston, norte dos Estados Unidos.
O EI sofreu em Kobane seu maior revés após seu aparecimento durante a guerra civil síria, em 2013.
Os combatentes curdos reconquistaram a cidade na segunda-feira, após quatro meses de intensas batalhas que deixaram, segundo os observadores, pelo menos 1.800 mortos, inclusive 1.200 jihadistas.
Os Estados Unidos lideram, desde o ano passado, uma coalizão internacional que se concentrou em apoiar, por via aérea, as ações das tropas iraquianas e curdas contra o grupo radical Estado Islâmico.
Coincidindo com o anúncio da libertação de Kobane, opositores sírios e emissários do presidente sírio, Bashar al Assad, iniciaram nesta quarta-feira, em Moscou, as primeiras conversações em um ano para por fim à guerra civil, com perspectivas modestas.
"Há um longo caminho a percorrer nesta campanha, mas o Daesh (acrônimo do EI em árabe) sempre afirmou que Kobane tinha um caráter simbólico de primeira importância e era um objetivo estratégico", disse Kerry.
"O fato de tê-los expulsado dali é crucial", acrescentou.
Sob a égide dos Estados Unidos, a coalizão efetuou mais de 700 ataques aéreos desde 8 de agosto, segundo o Pentágono, que destruíram mais de 700 posições do EI e uma centena de construções usadas pelos jihadistas.
"As forças terrestres, apoiadas por nossas forças aéreas, conseguiram retomar a cidade de Kobane, o que prova a inconsistência das afirmações do Daesh, de que é invencível", afirmou o general americano James Terry, em um comunicado do Departamento da Defesa, publicado neste sábado.
"A coalizão continuará atacando o Daesh onde quer que esteja", acrescentou.
A ofensiva aérea ao redor de Kobane, apoiando as forças curdas, continua.
Apesar de sua derrota na cidade síria, o EI, que perdeu mais de mil homens nesta batalha, ainda ocupa vastas áreas do território sírio e iraquiano, onde semeiam o terror.
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