segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Hebrom é lugar para judeus, israelenses e cidadãos leais ao Sionista Estado Judeu De Israel. Os duzentos mil palestinos ou se tornam israelenses 100% ou voltam para suas nações árabes de origem



Diario de Pernambuco
Recife, 02/FEV/2015

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Presidente de Israel pede diálogo com palestinos; protesto deixa um ferido


AFP - Agence France-Presse
Publicação: 02/02/2015 19:24 Atualização:

O presidente israelense, Reuven Rivlin, pediu nesta segunda-feira o diálogo entre seu país e os palestinos, em declaração durante a visita a uma colônia judaica em Hebron, no território ocupado da Cisjordânia.

Rivlin foi à colônia para inaugurar um museu para rememorar um massacre, no qual dezenas de judeus morreram após uma revolta palestina em 1929.

"É difícil imaginar a possibilidade de um diálogo em Hebron. A memória do massacre e do sangue, os gritos dos feridos e dos órfãos (...) estão gravados na memória coletiva da cidade. Mas podemos e devemos tentar (fazer isso)", defendeu o chefe de Estado.

No ponto de controle do Exército, que divide os assentamentos, pelo menos dez palestinos, acompanhados de militantes de esquerda e ativistas internacionais, protestaram contra a visita do presidente israelense. O grupo levava cartazes em inglês com a frase "Rivlin não é bem-vindo em Hebron".

Os manifestantes denunciaram que os soldados israelenses usaram gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar a multidão. Uma pessoa ficou levemente ferida.

Cerca de 700 colonos judeus vivem protegidos pelo Exército israelense em Hebron, em um clima de tensão constante com os quase 200 mil palestinos residentes na área.


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http://orientemedioemfotos.blogspot.com.br/2013/12/o-massacre-de-hebron-1929.html

Oriente Médio em fotos

sábado, 7 de dezembro de 2013

O massacre de Hebron (1929)
Árabes promovendo o pogrom de Hebron.

O massacre de Hebron (por vezes chamado de o pogrom de Hebron) ocorreu na cidade de Hebron, na Palestina, em 1929.
Após anos de propaganda anti-judaica produzida pelo líder muçulmano Hajj Amin al-Husseini, o massacre começou quando um estudante de uma instituição religiosa chamado Shmuel Rosenholtz foi atacado por uma multidão árabe e esfaqueado até a morte. Apenas um policial britânico guardava toda a cidade.
No momento em que os reforços britânicos chegaram para restaurar a ordem, 67 judeus já tinham sido massacrados e muitos outros estavam gravemente feridos. Bebês foram degolados, rabinos castrados e mulheres estupradas, torturadas e mutiladas; foram cortadas as mãos e os dedos, tanto dos vivos quanto dos mortos, para facilitar o roubo de jóias das vítimas.


Incitação árabe-muçulmana antes do massacre (apenas alguns dos exemplos contidos no livro 'What Happened in Palestine'):

Dr. Elkana (página 90)

Por muitos dias antes do horror começar, o veneno do incitamento foi sentido em toda parte. Os árabes falavam abertamente, sem vergonha, e sem medo do massacre dos judeus que seria preparado em um futuro próximo. Eles não hesitavam em revelar todo o seu detalhado plano... Fatos e evidências estão nas mãos dos sobreviventes. O senhorio do hotel, Nachman Segal, disse para um hóspede na quinta-feira: "Pague-me o aluguel hoje, porque amanhã ninguém entre vocês estará a salvo."
Jornal Davar, 20 de Agosto 1929(página 94)

Incitamento de um sentimento contra os judeus continua, especialmente em volta de Jerusalém e Hebron. Boatos estão sendo espalhados por pessoas desconhecidas, [dizendo] que no sábado passado os judeus amaldiçoaram a religião muçulmana e que é dever dos muçulmanos se vingar.
Depoimentos retirados do livro"What Happened in Palestine" Maurice Samuel - October, 1929; Boston, Stratford Co. Publishers