quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

http://amigodeisrael.blogspot.com.br/




Amigo de Israel


Porque o mau da fita não é Israel

































quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015



Tu B'Shvat é uma festa hebraica que comemora os frutos da terra. Celebra-se hoje.

Esta festa deve o seu nome ao dia em que se celebra, o 15º dia do mês hebraico de Shvat - Tu B'Shvat é considerado o "Ano Novo" das árvores - Rosh Hashaná La'ilanot,. É nesta época em que as árvores em Israel começam a florescer.
Os povos Antigos adoravam a Natureza. Os Judeus inovaram, adorando o Criador através da Sua obra.


Os Judeus estão entre os primeiros ecologistas da História. Nas Escrituras encontramos diversos exemplos de amor à Natureza.
A Torá (os cinco primeiros livros do Antigo Testamento), em Deuteronómio. 8:8, celebra as chamadas sete espécies: Trigo, Cevada, Videira, Figueira (Ficus carica), Romã, Oliveira, Tamareira.

As sete espécies
A cultura hebraica, desde as suas origens, celebra o amor pela Terra, e é conhecida a propensão dos judeus para a agricultura - basta que se veja como em poucos anos, após a Restauração da Independência, transformaram vastas regiões desérticas de Israel em terrenos produtivos, que alimentam a população nacional e ainda são exportados. Notável, para mais, num pequeníssimo país, cuja agricultura depende da água das chuvas.

Judeus e amigos de Israel celebram neste dia o seu amor pela Terra Santa e o desejo de voltar ou visitar Israel, através do Tu B'ShvatSeder, a ceia em que se apreciam os frutos novos.

É uma refeição e um convívio muito livre e criativo, que não segue um ritual específico. Decora-se a mesa com flores, canta-se, lê-se passagens da Torá, e... come-se!

Mas a descontracção não significa que a festividade tenha menos profundidade espiritual. Os judeus entendem a Natureza como manifestação da perfeição Divina, e, ao comerem, rendem-lhE homenagem e gratidão.
Na cultura judaica, o simbolismo é omnipresente, e assim, a árvore reflecte a vida e a evolução do ser humano. Como as árvores, também os homens devem crescer e dar frutos. Bons frutos.
Esta época do ano, em que em Israel as árvores acordam e retiram da terra os seus nutrientes, é também um lembrete para a conveniência de os homens se renovarem e se alimentarem dos bons nutrientes espirituais.
Também as partes da árvore têm as suas analogias: a raiz representa a ligação à Fé; o tronco representa o estudo da Torá e o cumprimento dos Mandamentos; e osfrutos representam naturalmente os resultados atingidos, que se pretende sejam agradáveis e bons. Assim como as árvores de Israel dependem da chuva, também os judeus entendem que o Homem precisa de Deus para viver.
Seja o caro leitor judeu ou não, religioso ou não, cremos que vale a pena reflectir nesta tradição tão inspiradora.

Judeus longe de Israel, celebram esta festa:





(Se isto não é muito mais bonito do que andar a atirar bombas aos vizinhos, vou ali e já venho! Se os fachas de Gaza & Companhia experimentassem pegar numa enxada, talvez largassem a porcaria dos mísseis. Digo eu...).


Marcadores: Cultura Hebraica


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015


Um leitor perguntou-nos o que tem a ver com Israel o post de ontem, sobre o Quintino Aires,afectuosamente apelidado por nós de Cabeça de Abóbora. Pois assim directamente directamente, não tem nada a ver. Mas o amigo está ver aqueles jornais que só falam de futebol,A BOLA, o Record e O Jogo? Já reparou que todos eles têm, no fundo da página, uma tirinha com outras notícias do Mundo? E que também têm umas moças em trajes menores para alegrar a vista, e uns cartunezinhos para dispor bem? Ora aqui o nosso humilde blog também sai do seu foco principal de vez em quando. Porque a gente também precisa de rir um bocado. Infelizmente, acabamos a chorar.

RIR



Raquel Bulha e Quintino Aires (de gravata-bacalhau)



Retomando o fio da meada: contei-vos da minha surpresa quando deparei com o tal Quintino Aires na Televisão, a mandar os pais verem pornografia com os filhos de tenra idade. 


O sinistro indivíduo, para meu espanto, não era comediante, mas psicólogo! É psicólogo! NãoANDA no psicólogo! Mas precisava.



E não só é psicólogo como tem antena aberta para o Mundo na "Hora do Sexo" da Antena 3(onde casualmente o ouvi), no "Consultório de Afecto" na revista Flash, no "Consultório de Sexo" na revista TVmais e na revista Telenovelas. Na Televisão, está no ""Você na TV" daTVI, com a rubrica "Você Vê, Eu Explico", e nos programas "Fátima Lopes" (SIC), "Especial Informação" (TVI), "Elas em Marte" (SICMulher), "Você na TV" (TVI), "6teen" (SICMulher), "Prova de Amor" (RTP) e "Contacto" (SIC). Pelo menos!!!

Daquela inacreditável cabeça de abóbora (sem ofensa), daqueles beiços de lambão, daquela invulgar criatura que se repoltreia, contente de si mesma, saem pérloas como as que ontem vos mostrei, e muitas outras, com a chancela da sua autoridade de psicólogo (ainda que a contas com a respectiva Ordem). Como estas, que pode apreciar ampliando a imagem:




Transcrevemos: 

"Tinha muito medo de morrer sem fazer sexo. Quando ia a funerais, pensava se o morto teria ficado virgem."Precisa de psicólogo, ai isso precisa... 

"(...) como sou sensível aos cheiros nunca irei fazer nada com defecação." E por uma questão de higiene, se calhar também é melhor... 

"Tenho curiosidade em experimentar sexo com animais."
Leu bem. O psicólogo mais mediático de Portugal e arredores, aprova a zoofilia! E quer praticá-la, a crer na entrevista. Agora imagine-se o impacto que declarações destas têm nas pessoas de cabecinha fraca, para quem tudo o que aparece na TV e nas revistas é uma Escritura.


No meu grupo de amigos e conhecidos tenho um belo ramalhete de raparigas e senhoras que"andam a tratar-se com o Dr. Quintino Aires". Elas dos desgostos de amor e os filhos por via de serem muito mimados e mal educados (ou hiperactivos, como se diz agora).


É claro que nenhuma delas viu, em pessoa, o excelso Dr. Quintino. Vão só às clínicas.



Mas... será que a revista reproduziu com exactidão as palavras do psicólogo? As revistas às vezes inventam. Pode ter sido o caso, mas temos aqui o putativo zoófilo no programa doFernando Alvim a gabar as virtudes de tal aberração, perdão, de tal prática sexual:









E está assim resolvido o enigma da semana, que vos propusemos no final do post de ontem. Mas só parcialmente. Porque resta saber que animal o Quintino prefere. Ou se tanto é capaz de despachar uma elefanta como uma jibóia, uma girafa como uma mosca da fruta.

Talvez seja mais prosaico na sua sede de aventura e se fique pacatamente pelas vaquinhas, pelas cadelinhas ou pelas ovelhinhas. O trivial.






CHORAR
Uma palavra final para o leitor: Este é um exemplo acabado daquilo a que se costuma chamar o marxismo cultural. O ideário marxista, totalitário e tirânico por natureza, só episodicamente vingou no Mundo Livre (vide o Nazismo na Alemanha e o Comunismo na Europa de Leste). 

No Mundo Não Livre, o Marxismo impõem-se pela metralhadora, pela tortura, pelas execuções em massa. No Mundo Livre, o Marxismo impregna a Academia (viu o post recente sobre a divindade comunista Boaventura Sousa Santos, por exemplo?). No Mundo Livre, o Marxismo impregna a Imprensa. No Mundo Livre, o Marxismo apoia tudo quanto possa minar os alicerces da nossa Civilização. 

Repare no contrassenso: Os nossos "intelectuais de esquerda" (a Esquerda tem o monopólio do Pensamento e da Moral, aliás), a nossa Academia e a nossa Imprensa, apoiam entusiasticamente os regimes comunistas, como a Coreia do Norte, onde o senhor que manda lá ordenou a execução da ex-namorada por esta ter vestido calções. Apoiam fervorosamente os regimes islamistas, onde as pessoas homossexuais são enforcadas ou defenestradas. Mas aqui, no Mundo Livre, alinham ao lado de tudo quanto seja contrário ao mais elementar bom-senso. 

O objectivo é arrasar por completo os nossos valores mais essenciais, terraplanar a nossa Civilização, para erguer, do zero, a Utopia comunista. 

No campo da moral sexual, tudo quanto sejam valores de decência (o próprio termo, "decência", já tem conotação negativa, repare), é pejorativamente apelidado de herdeiro da "tradição judaico-cristã". Instados a dar exemplos de "tradições" mais permissivas, os sábios revolucionários ficam embaraçados. Não lhes vem nada à mente, assim de repente.

Os mais jovens são naturalmente os mais manipuláveis (Lenine já o dizia). Os líderes de amanhã (de hoje?) são formados nesta autêntica inversão de valores.






O fruto desta mentalidade, os garotos criados à sombra das teorias dos Quintinos de cá e de Além-Mar, é o que esta foto documenta: um "evento cultural" realizado num campusuniversitário e aplaudido pelos professores de esquerda, que consistiu em drogas, orgias sexuais, vaginas costuradas, bandeiras do Brasil enfiadas nos orifícios corporais, mutilação, rituais satânicos que envolveram a profanação de restos humanos, e proclamações feministas. 




Aconselhamos vivamente a leitura ou releitura do post que conta este evento em mais pormenor: 




Não perca sobretudo as declarações finais do Grande Maurício, que são em si mesmas todo um épico revolucionário, todo um programa social e toda uma filosofia.




segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015




Descubra as diferenças...


Ia de carro, como de costume tentando sintonizar algum posto de rádio que não debitasse música liofilizada para adolescentes, ou a inenarrável "nova música portuguesa". Numa estação qualquer estava gente a falar, pelo menos.


Um indivíduo, com uma voz entre o esganiçado e a cana rachada, disparatava como se não houvesse amanhã, num amalucado papel de Palhaço Pobre, e uma tal Raquel Bulha, fazia o correspondente papel de Palhaço Rico, um bocadinho mais sóbrio. O tema era sexo, e a "ideia"era que que vale tudo, tudo é normal, felatio para aqui, cunnilingus para acolá, vamos a isto que é uma pressa, numa indigesta salada de tomates, pepinos e grelos, regada com abundantes quantidades de maionese e servida pelas 5 da tarde.


Achei um humor um bocado estranho, uma coisa talvez escrita e interpretada pelo grupo cómico da Palmilha Dentada. Ou uma nova aventura radiofónica experimental do Nuno Markl. Passados uns tempos, a tal voz esganiçada de cana rachada apareceu-me em casa, via TV, num programa da manhã. Era um tipo com cabeça de abóbora (sem ofensa), que debitava as mesmas absurdidades.


Depressa constatei que o indivíduo era o mesmo, que se chama Quintino Aires, e que tem cabeça de abóbora de Halloween - daquelas que foram esvaziadas de miolo!


UM SERÃO IDEAL


A peça que a seguir reproduzo é uma das intervenções de Quintino Aires no programa da manhã da TVI. Perante uma plateia global, a estação de TV e o Cabeça de Abóbora exploram a inocência e a dignidade de um grupo de crianças, sujeitando-as a um interrogatório vergonhoso, e fazendo-as passar por mentirosas ou por anormais caso ainda não tenham visto pornografia.


Uma mãe modernaça, já devidamente doutrinada nestas "teorias", é incitada pela apresentadora a admitir que é capaz de ver pornografia com as filhas. E ai dela que não admitisse, que levava logo ali roda de retrógrada, quiçá de Salazarista...


O Cabeça de Abóbora apoia, claro! É para isso que ele lá está. 


Um serão ideal, portanto: a mãe, o pai, e a filharada, todos juntos, a verem a Garganta Funda, e a "usarem as palavras próprias"!









Quintino é hoje a referência nacional em sexualidade. O bom do Júlio Machado Vaz não dá audiências.




- Aqui há tempos um jovem extrema-esquerdista escreveu-nos a dizer que aqui neste blog somos "uns estúpidos que só falam em coisas que não têm nada a ver umas com as outras". Olhe que não é tanto assim, caro amigo. O meu amigo é que, por obra dos quintinos da vida, não sabe ligar os pontos. Deixo-lhe aqui uma pista. Ligue os pontos e espere pelo próximo post:






Enigma da Semana: Quem está na imagem com Quintino Aires?






domingo, 1 de fevereiro de 2015



Esta foto correu a Imprensa mundial esta semana. Vimo-la em diversos jornais nacionais e estrangeiros, com legendas mais ou menos enganosas, como de costume. Nos piores casos, pôde ler-se que, em Gaza, o Hamas arma as crianças "para fazerem face a qualquer ataque de Israel".


Na realidade, é uma foto de uma cerimónia de graduação do grupo terrorista Hamas, que domina a faixa de Gaza com mão de ferro, e onde as crianças não têm direitos. Não têm o direito de crescer em paz, de brincar e de aprender. A "escola" que o Hamas lhes ministra desde tenra idade (na realidade já nascem terroristas, por vontade dos pais), é o fanatismo religioso, ódio, o terrorismo e o bombismo suicida.


Em Gaza, o território com mais bilionários por metro quadrado do mundo, os cidadãos vivem na miséria e as crianças são usadas como terroristas e bombistas suicidas:





O MUNDO AO CONTRÁRIO 




Crianças de Gaza: o único "produto" que Gaza exporta são crianças bombistas suicidas.



Crianças de Israel: no funeral dos três jovens israelitas Eyal, Gilad e Naftali, raptados e queimados vivos por terroristas islâmicos.

A Imprensa ocidental (de longe a maior formadora de opiniões sobre Israel), ignora toda esta indústria de terrorismo contra Israel, apresenta as vítimas como algozes e vice-versa.Ignora quando os israelitas são chacinados e os colonos muçulmanos de Israel celebram. Ignora quando as mães dos terroristas abatidos ululam de alegria. Apoia o Terrorismo. Ignora a VERDADE!




CULTO DE ÓDIO E MORTE





Onde estão os defensores dos direitos das crianças? Onde está a Unicef?
São anos seguidos de lavagens ao cérebro e de doutrinação na ideia fixa de aniquilar os infiéis, começando pelos judeus, naturalmente. Na nossa etiqueta HAMAS temos falado deste bando terrorista multimilionário, que, para além de ter parte de leão na exploração petrolífera do Médio Oriente, é financiado directamente pelos maiores potentados petrolíferos da região, pelos Estados Unidos e pela União Europeia.







Twitter de um dos braços do bando terrorista Hamas, as brigadas suicidas Al-Aqsa: "Assim brincam as nossas crianças. Elas amam a shahada, o 'martírio'".

No pequeno território que Israel deu de mão beijada aos Árabes, equipado com tudo o necessário para ser uma Malásia do Médio Oriente, tudo o que foi penosamente erguido pelas mãos dos israelitas foi reduzido a cacos em menos de 24 horas. A partir daí, o território tem-se dedicado a receber milhões de dólares, prontamente convertidos em armas e munições com que o Hamasataca Israel diariamente.




"MACACOS" E "PORCOS"


Lista de reprodução da Honest Reporting, que começa com a recolha de propaganda de terrorismo contra os judeus, conhecidos no Islão como"macacos" e "porcos":




Isto a Imprensa Ocidental não mostra.


A ESTRATÉGIA DO HAMAS






A estratégia do Hamas numa imagem: Durante uma operação de bombardeamento contra Israel, um terrorista pendura crianças num alvo militar. Assim, caso Israel responda, o Hamas terá mais crianças mortas para mostrar aos basbaques ocidentais.


E SE OS TERRORISTAS NOS ATACASSEM A NÓS?





Comemorações dos atentados terroristas de 11 de Setembro por parte dos colonos muçulmanos em Israel.


Forçando Israel a provocar perdas dentre os civisAlan M. Dershowitz



À medida que os foguetes continuam a cair em Israel e em Gaza, é importante entendermos a tática do Hamas e como a comunidade e a mídia internacionais a estão estimulando. A tática do Hamas é tão simples quanto criminosa e brutal. Seus líderes sabem que, ao dispararem repetidamente foguetes contra as áreas civis israelenses, eles não darão escolha a Israel a não ser revidar. A resposta de Israel vai ter como alvo os foguetes e aqueles que os dispararam. A fim de maximizar suas próprias perdas dentre os civis e, portanto, ganhar a simpatia da comunidade e da mídia internacionais, os líderes do Hamas deliberadamente disparam foguetes a partir de áreas civis densamente habitadas. Os atiradores do Hamas se escondem em bunkers subterrâneos, mas o Hamas se recusa a proporcionar qualquer tipo de abrigo para seus próprios civis, a quem usa como “escudos humanos”. Esta tática ilegal coloca Israel diante de uma escolha trágica: simplesmente permitir que os foguetes do Hamas continuem a alvejar cidades e vilarejos israelenses ou responder aos foguetes com inevitáveis perdas de civis dentre os “escudos humanos” palestinos.

Criança morta por mísseis do Hamas apresentada à Imprensa como vítima de Israel, durante a Operação Protecção-Limite 
Toda democracia se decidiria pela última alternativa se lhe fosse apresentada a escolha. Embora Israel faça grandiosos esforços para reduzir as perdas dentre os civis, a tática do Hamas está projetada para maximizá-las. A comunidade e a mídia internacionais devem entender isto e começar a culpar o Hamas, em vez de culpar Israel, pelos civis que são mortos pelos foguetes israelenses, mas cujas mortes são claramente parte da tática do Hamas.


Tanto a CNN como a BBC mostraram este "palestino"supostamente ferido, levado numa maca. Num vídeo posterior, porém, ele aparece perfeitamente bem. É Pallywood. Os jornaleiros ocidentais a-do-ram!

Qualquer analista razoável concorda com o presidente Obama de que o Hamas começou esta batalha ao disparar milhares de foguetes contra civis israelenses. Qualquer analista razoável também concorda com o presidente Obama de que Israel tem o direito de defender seus cidadãos. Mas muitos comentaristas culpam Israel por causar perdas dentre os civis palestinos. No entanto, qual seria a opção de Israel a não ser simplesmente permitir que os foguetes sejam voltados para as suas próprias mulheres e filhos?

- O artigo continua aqui.


Marcadores: Hamas


sábado, 31 de janeiro de 2015








Discursando num evento no Dia Internacional do Holocausto, o mundialmente famoso realizador de Cinema salientou a importância da educação e sensibilização sobre o Holocausto.

Os judeus enfrentam de novo os "demónios perenes de intolerância", afirmouSteven Spielberg perante um grupo de sobreviventes do Holocausto em Cracóvia, na Polónia, a propósito de Dia Internacional do Holocausto.

Falando antes do início da comemoração oficial do 70º aniversário da libertaçãopelo exército soviético do campo de extermínio de Auschwitz, Spielberg

"Anti-semitas, extremistas radicais e os fanáticos religiosos que praticamcrimes de ódio - essas são as pessoas que querem, mais uma vez, despojar-nos do nosso passado, da nossa História e da nossa identidade" - disseSpielberg disse à plateia, aconselhando os judeus a estarem vigilantes.

"Há páginas no Facebook, por exemplo, com a identificação de judeus e das suas localizações geográficas, com a intenção de os atacar, num esforçocrescente para banir os judeus da Europa."

Entre as suas primeiras lembranças Spielberg conta que "aprendeu a ler os números de sobreviventes do Holocausto nas tatuagens dos seus braços,quando a avó e o avô ensinavam Inglês, em Cincinnati, Ohio, aos sobreviventes húngaros. Era criança mas entendia os números. O que não tinha ainda capacidade para entender era a magnitude desses números, queeram de facto marcas indeléveis de morte, sofrimento inimaginável, perdainimaginável."

Spielberg salientou a importância de contar as histórias dos sobreviventes à próxima geração, para o que ele, pessoalmente, tem investido fortemente através de sua Fundação Shoah.







"O silêncio em face do mal é o próprio mal. Não falar é falar. Não agir é agir". 

Dietrich Bonhoeffer, pastor Luterano alemão, opositor e mártir do Nazismo


Os mais preocupantes não são os nazis assumidos, os islamistas assumidos, os terroristas assumidos, os que assumem querer reabrir os campos de concentração e exterminar todos os indesejáveis. Os mais preocupantes são os dissimulados, os lobos vestidos de cordeiros, que, a pretexto da "paz", querem proibir que se mencione o Holocausto ou o terrorismo islâmico.





Fugir, sempre...


Marcadores: Antissemitismo


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015





Passagem do Mar Vermelho

Contudo, Eu mesmo os redimirei do poder do Sheol, da sepultura; Eu os resgatarei da morte eterna! Onde estão, ó morte, os teus flagelos e castigos? Ó Sheol, o mundo dos mortos, onde está a tua destruição? Eis que agirei sem compaixão nem misericórdia.
Oséias 13:14

“Devorada, pois, foi a morte pela vitória!” 55“Onde está, ó Morte, a tua vitória? Onde está, ó Morte, o teu aguilhão?”
1 Coríntios 15




No dia dos 70 anos da Libertação de Auschwitz, o terrorista islâmico queniano Barack Hussein Obama preferiu ir visitar a Arábia Saudita a estar nas cerimónias oficiais. As ameaças de destruição de Israel por parte da República Nuclear Islâmica do Irão (viabilizada por Obama e pela União Europeia) cresceram de tom. E certo Mundo continuou a atacar e a culpar Israel por todos os seus males e frustrações. Um dia normal, em suma.

A paranóia colectiva contra os judeus vem dos tempos do exílio no Egipto. Talvez a Humanidade nunca tenha perdoado a ousadia de um pequeno povo de pastores, rude e rebelde, que escapou da escravidão por entre os dedos do maior Império da época. 

Desde esses tempos que as mais poderosas civilizações e impérios, os tiranos mais implacáveis - incontáveis Hitleres, Nabucodonosores, Maomés - tentam exterminar o pequeno e modestopovo judeu. Deus não permitiu. Após cada jornada de sofrimentos e angústias que vão para além da compreensão humana, os judeus reerguem-se, voltam do exílio à sua Terra e reconstroem a paz e a alegria sobre os escombros e as lágrimas.

Há apenas 70 anos, os carrascos nazis levavam a cabo o maior programa de extermínio e horror da História. Judeus e outros indesejáveis aos olhos da "raça superior", eram aniquilados com burocracia teutónica e ódio diabólico. Caças F-15 israelitas sobrevoam o campo dos horrores.

Onte estás agora, Adolf Hitler? Onde estais, agora, Adolf Eichmann, Joseph Goebbels, Hermann Goering, Reinhard Heydrich, Heinrich Himmler, Rudolf Hoess, Josef Mengele, Julius Streicher? Onde estais agora, multidões de pequenos e grandes torcionários?



Eis que o Mar Vermelho voltou a abrir-se, deixou passar o verme de Jacob* e vos arrastou para as profundezas mais escuras. Que assim seja para sempre. Amen.
Adolf Eichmann | Joseph Goebbels | Hermann Goering | Reinhard Heydrich | Heinrich Himmler | Adolf Hitler | Rudolf Hoess | Josef Mengele | Julius Streicher - See more at: http://alphahistory.com/holocaust/whos-who-in-the-holocaust/#sthash.1inxSHGk.dpuf
Adolf Eichmann | Joseph Goebbels | Hermann Goering | Reinhard Heydrich | Heinrich Himmler | Adolf Hitler | Rudolf Hoess | Josef Mengele | Julius Streicher - See more at: http://alphahistory.com/holocaust/whos-who-in-the-holocaust/#sthash.1inxSHGk.dpuf
Adolf Eichmann | Joseph Goebbels | Hermann Goering | Reinhard Heydrich | Heinrich Himmler | Adolf Hitler | Rudolf Hoess | Josef Mengele | Julius Streicher - See more at: http://alphahistory.com/holocaust/whos-who-in-the-holocaust/#sthash.1inxSHGk.dpuf






"Não temas, ó verme de Jacob, ó povozinho de Israel, pois Eu mesmo te ajudarei!" 
Isaías, 41:14


Marcadores: Holocausto


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015




"Holocaustos há muitos!" 





"Cerca de 300 sobreviventes de Auschwitz regressaram esta terça-feira ao lugar onde viveram um dos piores horrores da História. Há precisamente 70 anos eram libertados os prisioneiros do maior e mais terrível campo de concentração nazi. A 27 de janeiro de 1945."

Sandra Salvado, RTP 27 Jan, 2015


"Um dos mais famosos sobreviventes de Auschwitz viu famílias inteiras serem queimadas a céu aberto no campo de concentração. A sua própria família foi exterminada. Hoje vive nos Estados Unidos e numa entrevista à correspondente Márcia Rodrigues, confessou que ainda hoje não sabe qual é a fonte do mal."

RTP, MSN Notícias

Uma amostra do horror nazi, que contou com a prestimosa cooperação islâmica:







No Iraque a na Síria (para já), decorre um Holocausto. Agora mesmo, enquanto lê esta frase. Como judeus já não os há por lá, restam os cristãos como alvos preferenciais.


Marcadores: Holocausto


terça-feira, 27 de janeiro de 2015



Quem se ofende com a referência ao Holocausto são os nazis, os islamistas, os islamonazis e outros canalhas e dementes. Quando se apresentam tal qual são, merecem-nos mais respeito do que quando se disfarçam de anjos da paz.









Marcadores: Holocausto


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015


Quando ouvimos anunciar esta jornada de oração, com a presença inevitável do xeque mais popular de Portugal, torcemos o nariz. E sabeis porquê? Porque o Islão (ver Al-Bukhari), reza assim:


"Nós sorrimos para algumas pessoas, embora nos nossos corações as amaldiçoemos" 


"Ó vós que credes! Não tomeis os judeus e oscristãos como amigos, eles são apenas amigos uns dos outros. E quem faz amizade com eles, então, certamente,é um deles."
[Alcorão 5:51]


Enquanto estas e outras passagens das Escrituras sagradas do Islão não forem arrumadas na prateleira, enquanto muitos dos seus clérigos as louvarem e muitos dos seus adeptos as executarem, permitimo-nos duvidar de jornadas como estas.




No Iraque e na Síria, muçulmanos conviviam com outras religiões, pacificamente. Quando o ISIS chegou, os cristãos já tinham as suas casas assinaladas com a marca que se pode ver na imagem, um 'N' de Nazareno, de cristão. Placas com o dístico "PROPRIEDADE DO ESTADO ISLÂMICO" foram afixadas nas casas dos infiéis.


O título deste post é retirado da Lura do Grilo, que, com a sua capacidade de síntese notável, pôs tudo em pratos limpos em apenas três parágrafos. O post em questão:
Da pouca vergonha dos media, dos complexos de culpa da Cristandade por causa das Cruzadas (que a maior parte dos cristãos nem sabem o que foram), a Lura do Grilo já fala, e nós já falámos e contamos falar mais.


O xeque David Munir, em cujas boas intenções queremos acreditar. É simpático, fala bem, mas será que o seu sorriso é genuíno? Perguntar não ofende.

O Alcorão diz que os muçulmanos não devem ser amigos dos não-muçulmanos, a não ser que seja para se "protegerem" contra os infiéis. 

"Não deixeis os crentes tomar os infiéis por amigos ou ajudantes, em vez doscrentes: se o fizerem isso, não terão a piedade de Alá: excepto se for por precaução. Caso contrário, guardai-vos deles. Alá adverte que só nEle devemos atender; pois o objectivo final é a Alá."
Alcorão 3:28

O Alcorão adverte contra quem faz amizade com os infiéis:
"E, se qualquer um de vocês fizer isso, então na verdade desviou-se do caminho recto." 

[Alcorão 60: 1]

Mas há muito, muitíssimo mais.E muitíssimo pior.
O Al-Bukhari diz que "a taqqiyah* é permitida até o dia da Ressurreição.''
* a taqqiyah (ou taqya, para simplificar) é a mentira em nome do Islão.
Fontes: 




É possível confiar nas boas intenções de uma religião que prega a mentira e a dissimulação?
Confira:

Quando ouviremos os líderes muçulmanos dizerem TODOS claramente que os ensinamentos que citámos (e muitos outros, ainda piores) estão caducos? E que o ISIS, oHamas, o Hezzbollah, o Boko Haram, e outros bandos terroristas que os aplicam, estão fora do conceito actual do Islão? 


Cristãos, judeus, budistas, hindus, animistas - e todas as religiões tradicionais do Mundo, menos o Islão - já abandonaram as suas leis antigas, bárbaras, de guerras "santas" e punições sangrentas, inconciliáveis com os valores humanistas da nossa época!


Marcadores: Jornalismo


domingo, 25 de janeiro de 2015



Boaventura Sousa Santos, convencido de que é Deus...




BURROS A PÃO DE LÓ!


Boaventura Sousa Santos é um daqueles indivíduos denominados "intelectuais de esquerda". Vive encerrado no casulo de conforto que o emprego na Universidade lhe garante, conhece a realidade pelos livros que escolhe ler, e, do alto da sua torre de marfim, sente-se a pairar acima do vulgo, enquanto prega a... igualdade!


Corre o Mundo Livre, com despesas pagas... a pregar a destruição do Mundo Livre. 


Como qualquer "intelectual de esquerda" que se preza, admira os regimes comunistas e islamistas, e abomina a Democracia - que o sustenta! Como um burro a pão de ló!

Não sou eu que o afirmo. É um facto. Ainda recentemente, José Manuel Fernandes, escreveu, num excelente artigo do Observador, denominado Os dias difíceis do professor Boaventura:

. O professor Boaventura, que beneficia sem pudor de todas as mordomias que a nossa sociedade lhe poderia alguma vez conceder, gosta de parecer sempre um descamisado ao lado dos ofendidos da história.

O artigo versa sobre a defesa que o Boaventura faz dos atentados terroristas em Paris, culpando-nos a nós, os maus, os europeus. E não esquece, como se constata neste parágrafo, que os boaventuras se estão nas tintas para os pobres que dizem defender. Esta gente só pensa na sua carteira e no seu conforto. Por descargo de consciência e beatice, "preocupa-se" com os desfavorecidos.


E chama a atenção para o erro que nós, os habitantes do Mundo Livre continuamos a cometer, e que é "estarmos mais depressa dispostos a abandonar os nossos princípios, a nossa forma de viver em sociedade, valores que foram consagrados como universais, do que a enfrentar a chantagem dos tribalismos e dos fanatismos que estes alimentam."



OS NOVOS DEUSES ATEUS




Os boaventuras, que são a vanguarda do marxismo cultural, da destruição dos nossos valores democráticos e da nossa Civilização, abominam Deus. É, aliás, requisito obrigatório, nestes meios. Um crente entre esta gente está cinco furos abaixo de ser humano. Mas acham-se, eles mesmos, deuses. De tal forma que se dão ao luxo de ditar quais são os povos e os países que têm o direito de existir. E Israel, obviamente, encabeça a lista dos países e povos a eliminar.


A extrema-esquerda - os Boaventuras, as Marisas, os Louçãs - abominam Israel:








GENOCIDAS, HERÓIS DA EXTREMA-ESQUERDA
Os comunistas Stalin e Hitler tentaram exterminar o povo judeu, numa limpeza étnica inédita na História da Humanidade. Boaventura Sousa Santos e os seus camaradas (bloquistas como oChico Louçã ou a Marisa Matias, parte considerável dos nacionalistas do PNR, ou socialistas-caviar como Isabel Moreira, Inês de Medeiros, Jorge Galamba & C.a), sempre de dente afiado contra Israel, são dignos sucessores de Stalin e Hitler.




A lista dos maiores genocidas da História. Cada gota de sangue é um milhão de mortos. Confira para onde vão as simpatias de Boaventura e da extrema-esquerda em geral.


Inacreditavelmente, os impostos de quem vive e trabalha no MUNDO REAL, são canalizados, em barda, para sustentar a pão de ló todos os defensores do terrorismo acima citados, e muitos mais do mesmo calibre!



BOAVENTURA - DESPREZO PELA VERDADE E PELA DECÊNCIA


Boaventura Sousa Santos posa junto de um lenço do bando terrorista Hamas - que ele apoia, como qualquer "intelectual de esquerda" que se preza.


Boaventura Sousa Santos, um exemplo acabado de arrogância comunista, de desprezo pela Verdade em benefício dos ditames ideológicos e da agenda política, já mereceu neste blog uma resposta à letra. Depois de ter aparecido num programa de TV a "justificar" o terrorismo islâmico e a apelidar Israel de "abcesso".

A mesma linguagem utilizada pelos terroristas islâmicos seus irmãos. Sayed Hasan Nasralla, do grupo terrorista Hezbollah, é dos que afirmam sempre que "Israel é um tumor canceroso". E o currículo do senhor fala por si. Sayed é a espada, Boaventura é a pena. O terrorismo é o mesmo.


Falámos dessa triste intervenção do Boaventura no post
em que citámos

"Os Yazidi no Iraque, os cristãos coptas no Egipto não são "ocupantes" ou "colonos"; nem o são os judeus em Israel. Elessão todos vítimas de um inimigo comum que parece querer umMédio Oriente livre de não-muçulmanos."

Para Boaventura, o problema da jihad islâmica global é a existência de Israel. A teoria é que os muçulmanos ficam "frustrados" por Israel existir e desatam a matar toda a gente. Eis porque Boaventura quer a extinção de Israel - e dos judeus, consequentemente!




A encarnado, estão os países muçulmanos. É provável que não consiga ver Israel no mapa sem uma lupa. Está a amarelo.


BOAVENTURA A NU






Terrorista Chuevara + Terrorista Arafat. Comunismo e Islamismo. É este o tipo de heróis que as novas gerações são compelidas a eleger, mercê do domínio que a extrema-esquerda exerce sobre a Universidade.


O amigo Lino chamou-nos entretanto a atenção para este artigo do Observador, que põe a nu a sangria de dinheiros públicos para financiar o estilo de vida opulento desta oligarquia, deste clero ateísta que vive para destruir o Mundo Livre. Para esta gente, o Bem é o Mal e o Mal é o Bem. A mediocridade e a canalhice da extrema-esquerda em todo o seu esplendor. 


Numa sociedade livre, cada um tem o direito de dizer as imbecilidades que lhe apeteça. O problema é haver gente a TRABALHAR o mês inteiro, que não tem comer suficiente para dar aos filhos, enquanto estes indivíduos são pagos a peso de ouro para debitarem asneiras.






O ARTIGO


Avivámos a amarelo as partes mais significativas. O título não poderia ser mais adequado:



20/1/2015


O centro de investigação de Boaventura de Sousa Santos e de José Manuel Pureza serve-se da ciência e utiliza o erário público para legitimar, sofisticar e exportar a violência social e política.




Imagine-se um centro de investigação universitário de um país árabe simpaticamente financiado porque as entidades de supervisão e avaliação académicas o consideram de excelência. O centro reunia uma equipa de investigadores que, após aturado trabalho de campo em dois países da Europa Ocidental com segmentos da população definidos como marginalizados, concluía que os comportamentos criminosos desses indivíduos eram fundamentais para a transformação das realidades estudadas em prol da justiça social. Nessas e noutras sociedades da Europa Ocidental.
Os investimentos do estado árabe eram ainda recompensados pela publicação em livro dos resultados da investigação, conhecimento científico que passaria a ser partilhado pelas três sociedades envolvidas, árabe e europeias, e outras mais.
Esse não é um mundo meramente ficcional graças ao controlo, ao longo de décadas, de certos meios universitários pelas extremas-esquerdas. Não é necessário procurar longe.
O estado português, através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), financiou uma investigação sobre a delinquência juvenil nas cidades da Praia, em Cabo Verde, e de Bissau, na Guiné-Bissau. Dois estados soberanos. O trabalho foi da responsabilidade científica do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, dirigido por Boaventura de Sousa Santos. Contou com a participação dos investigadores José Manuel Pureza, Sílvia Roque, Kátia Cardoso, Redy Wilson Lima, Lorenzo I. Bordonaro, Marta Peça, Ulrich Schiefer e Joana Vasconcelos. Os resultados foram publicados, em 2012, no livro “Jovens e trajetórias de violências: os casos de Bissau e Praia” cujo conteúdo equivale ao retratado nos dois primeiros parágrafos.
Uma vez que a investigação do CES atenta, no essencial, contra as mais elementares regras de construção do saber sobre as sociedades e contra os deveres cívicos, sociais, morais e de relações entre povos exigíveis às universidades publiquei uma análise crítica sobre o assunto vai para dois anos. A resposta tem sido o silêncio. No intervalo nunca faltaram protestos, em Portugal, contra os cortes ao financiamento à investigação universitária, protestos em muito alimentados pelos que passam ao largo dos reparos à mediocridade do que produzem.
Este tipo de relação com a crítica constitui um dos enigmas do enfeudado meio universitário “progressista”. Ou ignora ou, quando não pode, o sistema faz cair a crítica no esquecimento para seguir em frente inabalável, impante de convicções.
Há pouco mais de uma década foi elucidativo o episódio originado pelas apreciações fundadas do cientista António Manuel Baptista, publicadas em 2002 e 2004, contra a obra de Boaventura de Sousa Santos intitulada “Um discurso sobre as ciências”, originalmente publicada em 1987. De então para cá a última teve mais de uma dezena de reedições que serviram gerações e gerações de estudantes universitários formatadas pelo “obscurantismo e irresponsabilidade”, o subtítulo do primeiro dos textos de António Manuel Baptista.
O facto é que as críticas elaboradas por um académico ao qual não se conhece falta de rigor científico, mas estranho ao meio “progressista”, foram rapidamente votadas ao esquecimento. O livro visado seguiu de vento em popa nos meios universitários por mais de uma década com direito a mais umas quantas reedições apoiadas por milhões de euros de financiamentos públicos a investigações científicas por ele inspiradas. Uma das quais publicada em livro em 2012, tema deste texto.
No decurso da última década, os universitários que vão contactando com o génio de Boaventura de Sousa Santos não foram por norma incentivados a confrontar o texto original que projetou o seu mestre com a crítica dirigida ao mesmo por António Manuel Baptista para pensarem por eles mesmos.
Um ambiente universitário paroquial que protege vícios intelectuais desta forma e natureza não é merecedor de grande respeito e muito menos de financiamentos públicos. Mas também uma sociedade indiferente a tais práticas está longe de ambicionar o melhor para si mesma.
Fazer ou não críticas a certos meios académicos, fundamentadas que sejam, resultam em nada. Se os governos se contam entre as entidades mais escrutinados nas nossas sociedades, e ainda assim podem ser nocivos, tal escrutínio é muitas vezes histericamente agitado para escamotear o papel bem mais nefasto de certos poderes instalados em universidades, sindicatos ou comunicação social, posto que sobre os últimos não incide um escrutínio social ou dos pares minimamente razoável.
O estudo do CES, pelo que representa, é merecedor de publicidade para que a mediocridade se anule a si mesma. De modo sistemático e deliberado, os investigadores académicos colocaram o foco das suas análises nos agressores criminais. Por aí não viriam males ao mundo se o resultado não fosse a descoberta de fundamentos científicos que permitem detetar em jovens delinquentes das cidades da Praia e de Bissau uma miríade de afro-românticos Che Guevaras suburbanos, a fonte da esperança da transformação futura para melhor daquelas sociedades.
O estudo não se coíbe de recorrer depreciativamente ao conceito adjetivado de “paz liberal” (apenas “paz” não bastava), a paz social que supostamente domina e perverte as sociedades da atualidade, garantida à custa da opressão dos desfavorecidos e da força policial. Esta é a causa da “violência estrutural”, outro conceito adjetivado definido em rodapé na página 152 do livro.
De acordo com a visão científica em vigor no CES, esse tipo de paz social deve ser substituído por um outro. Desta feita os novos amanhãs que cantarão talvez espoletem em África e Coimbra será finalmente libertada de opressões liberais, neoliberais e de uma polícia opressora ao serviço dos ricos.
Nas diversas abordagens do estudo científico, as vítimas de crimes cometidos nas cidades da Praia e de Bissau são praticamente suprimidas enquanto objetos com interesse sociológico ou antropológico. É como se as graves consequências quotidianas da criminalidade nas sociedades africanas da atualidade fossem as mesmas que em Coimbra e arredores e como se o crime não fosse, ele mesmo, causador de pobreza.
De resto, no último meio século muitas sociedades africanas foram diligentes em gerar problemas mais do que suficientes para os próximos cem anos. Da explosão demográfica à segurança urbana; do saneamento urbano à distribuição da riqueza; da saúde à qualidade do ensino; da feitiçaria ao civismo; do emprego ao trânsito; do terrorismo às epidemias; do ambiente à simples estabilidade e previsibilidade da vida de todos os dias. Entre outros.
Não quer dizer que África seja só isso. O que significa é que as indústrias ideológicas exportadoras das esquerdas europeias que viveram tempos de hiperprodução no último meio século – as principais correntes utópicas inspiradoras dos destinos pós-coloniais do continente e com as universidades como unidades de produção de excelência – bem que poderiam suspender a laboração por umas décadas. O “stock” acumulado não se esgotaria e talvez se poupassem as réstias de esperança que, apesar de tudo, os africanos sempre reinventam.
Depois de um manancial de atropelos às mais elementares regras de construção do saber sobre as sociedades, como o afastamento deliberado do esforço de neutralidade axiológica (leia-se Max Weber ou Georg Simmel) ou a denegação da orientação pela amoralidade ética (leia-se Sigmund Freud), Sílvia Roque e Kátia Cardoso são cristalinas no par de grandes conclusões da investigação científica em que participaram. Primeira, a ciência social do CES torna evidente a necessidade de “(…) enfrentar a progressiva e consequente deslegitimação e criminalização da violência” (p.295), isto é, a violência social e política é legítima, útil e desejável como atestam as evidências empíricas de Cabo Verde e da Guiné-Bissau. Segunda, importa “(…) repensar o significado e as possibilidades da resistência e recusar a estreiteza de definição do que pode ser considerado político (…)” (p.296), isto é, os pensamentos e as práticas políticas sem violência, mesmo nas democracias, não passam de manifestações menores ou cínicas, nem que para contrariá-las seja necessário glorificar a delinquência juvenil. Infere-se, portanto, que o CES legitima cientificamente o terrorismo.

Note-se a particularidade destas teses científicas de orgia da violência serem desenvolvidas no âmbito do Núcleo de Estudos para a Paz do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra. A ficção de Orwell foi suplantada em rigor pelos cientistas sociais.
O centro de investigação de Boaventura de Sousa Santos e de José Manuel Pureza, e de outros, serve-se da ciência, transforma uma universidade pública em barriga de aluguer e utiliza o erário público destinado ao financiamento à investigação para legitimar, sofisticar e exportar a violência social e política. Na impossibilidade de fazer germinar tais barbaridades em Coimbra, empenha-se em exportá-las para Cabo Verde e Guiné-Bissau, como se estas e outras sociedades africanas necessitassem de mais convulsões e violências. Se esta atitude não constitui uma afronta da Universidade de Coimbra à inteligência mais comum e à vida quotidiana dos africanos, resta-me questionar a utilidade das independências.
O CES existe para provar a existência de relações de parentesco entre certas instituições universitárias e a instigação da violência social e política e da delinquência.
É para isso que servem as universidades? A Universidade de Coimbra não tem reitor? Serão legítimos e fiáveis os critérios que levam a FCT a considerar o CES um seu laboratório associado, isto é, um dos raros nichos de excelência científica em Portugal que lhe permite consumir avultados milhões de euros ano após ano? É assim que o governo português vem garantindo, promovendo e investindo na estabilidade da vida social, na qualidade das suas instituições e na melhoria das relações com outros estados soberanos? Os governos de Cabo Verde e da Guiné-Bissau não têm nada a ver com o assunto?


Investigador





O típico aluno universitário, o jovem adulto instruído, formatado nas doutrinas Boaventurianas. Pensa exclusivamente por slogans. É destituído de sentido crítico. Odeia Israel, adora o Irão. Odeia religião, adora o Islão.

BONUS TRACK
Mas o que é giro, giro, é quando estes meninos da mamã, estes revolucionários do pápi, vão de braços abertos em direcção aos muçulmanos, para lhes demonstrarem o quão bonzinhos são, quanto os amam e quão fervorosamente desejam submeter-se ao Islão. Se for no Califado, cortam-lhes logo a cabeça, como fazem aos jornalistas e trabalhadores humanitários ocidentais - que os apoiam a ponto de se converterem ao Islão!

Se for cá na Eurábia, são só corridos à pedrada, a soco e a pontapé. Mas isto é rapaziada que quanto mais me bates, mais gosto de ti, e sem dúvida que a culpa de serem espancados é de Israel: 






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