sábado, 7 de fevereiro de 2015

Netanyahu e Israel: Devem se manter firmes na defesa e execução de sua soberania bem como colaboração no bem-estar global ao seu alcance. Obama - o presidente norte-americano americano antissemita - luta por todos os meios e arregimenta democratas bem ou mal intencionados na destruição definitiva do Estado Sionista De Israel Lar Nacional Dos Judeus. Mesmo com a derrota maciça que cristãos e cidadãos construtivos da América impuseram à sua máquina politica pró-terrorista, tenta em dois anos enganar eleitorado e aliados da potência norte-americana. Toda comoção quanto ao discurso de Bibi no dia 03 de março, tanto está em função disso como conta com o apoio das personalides israelenses que mais deixaram populações judaicas à beira de um devastação extremamente perigosa. Ameças dos Democratas envolvendo a questão iraniana apenas prova que o Presidente Obama tem que ser retirado do poder e junto com ele boa parte dos seus afins receberem perpétua por uso de ameça pró-terrorista e traição contra o povo norte-americano. A América Livre e Soberana nunca foi escrava de tradições; se em um momento crítico da humanidade, os Republicanos convidam o líder da mais expressiva nação a lutar contra todo terrorismo enquanto alvo predileto do mesmo (Israel), para discursar em prol da segurança global, isto é tanto viável quanto lógico. LEVANTEM FILHOS DA AMÉRICA, EXIJAM O DIREITO DE RECEBER, OUVIR E ACOMPANHAR NETANYAHU E UM ISRAEL QUE REALMENTE É POR VOCÊS SEM REPRESÁLIAS DO OBAMA E SEUS ASSECLAS PÁRIAS.






Netanyahu pressionado em Israel para deixar cair discurso no Congresso americano


Netanyahu pressionado em Israel para deixar cair discurso no Congresso americano
Amir Cohen, Reuters

O discurso no Congresso americano previsto para duas semanas antes das eleições internas está a causar todo o tipo de problemas ao primeiro-ministro israelita. Debaixo de fogo nos Estados Unidos, Benjamin Netanyahu enfrenta agora a acusação interna de “pensar mais no seu próprio bem do que no bem do país”. A oposição exige que desista de uma intervenção que “poderá causar muitos danos às relações israelo-americanas”.

O discurso do primeiro-ministro israelita perante o Congresso a 3 de março, a escassas semanas das eleições internas, tem estado debaixo de fogo nos Estados Unidos desde que foi anunciado. Numa primeira fase, foram os democratas a levantar a voz, explicando que o convite do speakerrepublicano John Boehner passou por cima da Administração e do próprio Presidente.Netanyahu deverá discursar perante o Congresso a 3 de Março. As eleições em Israel estão marcadas para dia 17. O primeiro-ministro de Israel acabou por aceitar um convite feito pelos dirigentes republicanos sem antes consultarem a Casa Branca ou o Departamento de Estado.

Barack Obama já deixara claro que não iria receber Netanyahu aquando da visita aos EUA, para não interferir no ato eleitoral em Israel. A explicação coube depois à porta-voz da Casa Branca: É "velha prática e princípio" do Presidente não se encontrar com líderes políticos na proximidade das respectivas eleições, declarou Bernadette Meehan.

Daí ao mal-estar generalizado entre os democratas perante a possibilidade de Netanyahu se dirigir ao Congresso sem que o Presidente Barack Obama e a Administração tenham sido ouvidos foi um instante. E a questão acabaria inevitavelmente por ser aproveitada pelos adversários internos de Netanyahu - que acabara de sofrer um revés na imagem externa quando teve de impor a sua presença na manifestação de Paris, depois de o convite lhe ter sido retirado pelo Presidente Hollande. Os líderes do Zionist Camp tomaram a iniciativa.

Em Munique, numa conferência sobre a segurança mundial, Isaac Herzog, um dos líderes da coligação centro-esquerda, defendeu que o discurso de Netanyahu “coloca em perigo os israelitas e a relação especial de que gozam Israel e os Estados Unidos”.

“Com todo o respeito pelos seus planos de campanha… Netanyahu deve agir como um patriota e não atirar a segurança do país para debaixo das rodas do autocarro eleitoral”, advertiu Herzog.
Biden não vai ouvir Netanyahu
O ataque da oposição a Benjamin Netanyahu foi lançado poucas horas depois de ser anunciada a impossibilidade de o vice-Presidente americano assistir ao discurso marcado para 3 de Março no Congresso (as eleições israelitas decorrem no dia 17). O gabinete de Joe Biden explica que nessa data o vice-Presidente tem marcada na agenda uma deslocação ao estrangeiro.

Logo após, também Tzipi Livni, uma das líderes da aliança centro-esquerda formada especialmente para estas eleições, apontou um dedo acusador a Netanyahu: “[O primeiro-ministro] pensa mais no seu interesse pessoal do que no bem do país”.

A antiga líder do Partido Trabalhista Shelly Yacimovich acusou Netanyahu de ter “enfiado o dedo no olho do Presidente Obama” numa altura em que Israel enfrenta uma ofensiva diplomática tão forte que até a cadeia de televisão Fox News se virou contra o líder israelita. Yacimovich, que participava com Tzipi Livni numa conferência em Jerusalém, lançou por isso um pedido ao primeiro-ministro para que decline o convite em nome das “relações com a Administração americana”. 
Benjamin Netanyahu teria já sido avisado por vários líderes do Partido Democrático que “o discurso” será contraproducente para os interesses israelitas.

Os mesmos argumentos foram esgrimidos por Yair Lapid, ex-jornalista que fundou o partidoYesh Atid, e Zehava Gal-On, chefe do Meretz. Gal-On acusa Netanyahu de, “além de prejudicar as relações israelo-americanas, ferir também a capacidade de Israel para influenciar a questão iraniana”.

Este foi, aliás, um ponto assinalado pelos democratas assim que se viram desautorizados pelo Partido Republicano no convite estendido a Netanyahu para falar ao Congresso. Os líderes democratas afirmavam ainda há uma semana que a presença do chefe do Governo israelita na câmara poderia valer um retrocesso no novo pacote de sanções que Washington tinha na calha para o Irão, inimigo regional e principal ameaça para o Estado de Israel.

The New York Times revelava então que Nancy Pelosi, a líder da minoria democrata no Congresso, foi muito clara sobre essa possibilidade de o discurso de Netanyahu vir a minar as negociações entre Washington e Teerão: “Penso que o discurso poderia enviar a mensagem errada”.
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