quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

NISMAN - UM VASO PRECISO E PRECIOSO DE IEHOUAH - SENHOR GUGA CHACRA: O HAMAS RESPONDE SUA INTELIGENTE PERGUNTA; ELES NÃO PERMITIRÃO PAZ E TAMPOUCO DOMÍNIO DA ANP; SOMENTE VENCER E EXTERMINAR ISRAEL OU SEREM DERRUBADOS DE VEZ


 Edição 394    Diretor / Editor: Osias WurmanSexta, 13 de fevereiro de 2015

 

MANCHETES DE ÚLTIMA HORA 
 
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PASSEATA SILENCIOSA NA ARGENTINA POR NISSMAN: A AMIA expressou em um comunicado que sua participação na marcha silenciosa, na próxima quarta-feira 18/2, será realizado para honrar a memória do promotor Alberto Nisman.  A AMIA disse que participará da marcha organizada pelo Ministério Público, uma vez que seu objetivo é representar os "cidadãos pacíficos e as diversas facções políticas, para expressar e representar o sentimento coletivo que exige um esclarecimento real do caso. Como tem feito, desde o 18 de julho de 1994, a AMIA continua e continuará com a sua procura inabalável pela verdade e justiça para as 85 pessoas que morreram no pior ataque terrorista da história da Argentina. A AMIA não cessa em sua chamada à justiça, que agora se estende para reivindicar a descoberta do responsável pela morte do Dr. Alberto Nisman.", completou o comunicado.

US fighter jets over Syria
REBELDES SÍRIOS PEDEM SOS A ISRAELRebeldes sírios cujas forças estão lutando contra uma nova ofensiva no sul, realizada pelo exército da Síria, Hezbollah e Irã, estão pedindo a Israel para atacar as suas posições antes que eles sejam capazes de tirar-lhes o controle do Golan sírio que faz fronteira com Israel, disse um druso israelense que está em contato freqüente com a oposição síria. Um comandante rebelde sírio no sul prometeu travar uma guerra de guerrilha contra o grupo libanês Hezbollah e as forças do governo sírio, que lançaram uma grande ofensiva contra os insurgentes na região fronteiriça sensível perto de Israel e da Jordânia. A ofensiva, que está em curso nesta semana, está focada em uma área ao sul de Damasco, que é o último ponto de apoio notável da oposição armada ao presidente Bashar Assad, que consolidou o controle sobre grande parte do oeste da Síria. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, que acompanha a guerra, diz que a pressão está sendo liderada pelo Hezbollah, e que as forças do governo e milícias aliadas fizeram progressos significativos. Mendi Safadi, que atuou como chefe de gabinete do ex-vice-ministro Ayoub Kara, do Likud, reuniu-se de forma independente com membros da oposição síria democrática que se opõem aos islâmicos e quer relações amigáveis com Israel.

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MAIS UM QUASE POSSÍVEL ESPIÃO DE ISRAEL: O grupo Estado Islâmico afirmou, na quinta-feira, que estava em seu poder um espião cativo do Mossad, e publicou uma entrevista com o “suposto espião israelense” na última edição da revista da organização terrorista "Dabiq." Na entrevista, o suposto espião Muhammad Ismail Musallam disse que ele tem 19 anos de idade, veio de Jerusalém, e foi convocado para o Mossad por um vizinho judeu que trabalhou como policial. "Ele veio um dia e me pediu para trabalhar com a inteligência israelense", diz Musallam na entrevista. "Eu lhe disse que iria pensar sobre isso, e depois fui e perguntei ao meu pai e meu irmão o que eles pensavam. Ambos me encorajaram a fazê-lo e disseram-me que era um trabalho muito bom. Eles me disseram que não haveria um monte de dinheiro, mas que eu poderia avançar para posições mais altas, e que eu sabia naquele momento que eles próprios estavam trabalhando como espiões ", disse Musallam na entrevista, cuja confiabilidade é incerta. Os pais de Musallam afirmaram que seu filho foi realmente para a Síria, mas que não tem qualquer vínculo com serviços de segurança de Israel.

Gaza war

FALSIDADE NA LISTA DE SUPOSTOS JORNALISTAS MORTOS EM GAZA: Quase metade dos nomes que aparecem numa lista palestina de jornalistas mortos durante o conflito do verão passado com Israel, na verdade, pertencem ao Hamas e a Jihad Islâmica e são agentes e membros de órgãos de comunicação social do Hamas que foram envolvidas em organizações terroristas de Gaza, segundo um novo relatório agora apresentado. O Meir Amit Intelligence and Terrorism Information Center disse que realizou um estudo em profundidade da lista de nomes que foi publicada pelo Hamas, uma semana depois que as hostilidades terminaram em agosto de 2014. A lista também foi divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas palestinos e que, de acordo com o centro, é controlado pelo Hamas em Gaza. "O estudo, ainda não foi concluído, mas já constatou que oito dos 17 nomes eram funcionários que pertenciam ao Hamas e a Jihad Islâmica, ou que trabalhavam em meios de comunicação do Hamas ", segundo o relatório publicado na quinta-feira. "O Sindicato dos Jornalistas palestinos e o ramo de Gaza do Gabinete de Informação tentou esconder a real identidade militar-terrorista dos terroristas mortos, e apresentá-los como jornalistas em todos os sentidos", acrescentou.




Osias Wurman
Jornalista

O POLÊMICO CONVITE A NETANYAHU
Uma nova pesquisa sugere que, enquanto a maioria dos americanos acham que foi inadequado o republicano John Boehner convidar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para falar sobre o Irã no Congresso dos EUA, no próximo mês, provocando a ira da Casa Branca - a maioria acredita que o presidente Barack Obama deve se reunir com o líder israelense.

De acordo com uma pesquisa com 1.000 adultos americanos realizada pela empresa YouGov, com sede em Londres, 47 % dos entrevistados desaprovaram o convite emitido para Netanyahu, enquanto 30% não veem nada de errado neste gesto. 
President Barack Obama talks with Prime Minister Benjamin Netanyahu, while walking from the Oval Office to the South Lawn Drive of the White House, after their meeting on May 20, 2011, in Washington, D.C. (photo credit: Avi Ohayon/Government Press Office/Flash90)
Na realidade, o problema protocolar que os opositores da visita alegam ter acontecido deve ser debitado à disputa na política interna dos americanos.

Ao primeiro-ministro de Israel cabe sempre aceitar convites que representem uma oportunidade de fortalecer a segurança do povo judeu e do Estado de Israel.

O que Bibi vai falar nos EUA, seja no Congresso, com o governo americano ou com os líderes da comunidade judaico-americana, é que um Irã nuclear representa uma corrida armamentista no Oriente Médio, indesejável e altamente comprometedora para a paz mundial.

Lembrando das seguidas ameaças dos clérigos iranianos que desejam “varrer a entidade sionista”, já é notada a forte e indesejável presença de comandantes militares do Irã na vizinhança da fronteira de Israel com a Síria, o que representa um latente perigo de abertura de uma nova frente de guerra ao norte de Israel.

Bibi é o maior defensor da manutenção do bloqueio internacional ao Irã que, de forma escorregadia e engenhosa, driblou os negociadores americanos e seus companheiros que tentaram, fracassadamente, acabar com o enriquecimento de urânio pelos iranianos.

 
 
POLÊMICA COM AS PLACAS QUE “REGULAM” A VESTIMENTA DAS MULHERES
Será que a Prefeitura de Jerusalém removerá as famosas “placas de modéstia” que foram penduradas em bairros ultra-ortodoxos da cidade, há anos?

Na sequência da recente vitória de quatro mulheres religiosas de Beit Shemesh em uma batalha contra as placas desrespeitando as mulheres, a vereadora de Jerusalém, Laura Wharton, e as ativistas sociais Nili Weinfeld e Karnina Keinan apelaram ao prefeito Nir Barkat, exigindo que ele remova as placas ofensivas das ruas da capital.

Sign in Mea Shearim: 'Please do not walk through our neighborhood in immodest clothing'
Cada uma das quatro mulheres de Beit Shemesh recebeu NIS15.000 (cerca de 3,85 mil dólares), após processarem seu município sobre placas semelhantes penduradas na cidade por grupos haredim (ortodoxos) radicais.

"As placas foram feitas para limitar a utilização do domínio público por todas as mulheres", escreveu o juiz David Shimoni em sua decisão. "Isso pode criar uma expectativa ou entendimento de que a área em que a placa foi colocada na prática pertence a uma determinada população."
Na sequência da decisão de precedente, os autores decidiram fazer de tudo em seu poder para remover estas placas de outras cidades em Israel, incluindo Jerusalém.

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Wharton, Weinfeld e Keinan estão exigindo que Barkat remova as placas ofensivas de ruas da cidade, imediatamente, argumentando que elas foram colocadas por elementos radicais sem receber as licenças necessárias.

 

 

PESQUISA NOS EUA MOSTRA KERRY COMO O PIOR SECRETÁRIO DE ESTADO EM 50 ANOS
Uma pesquisa norte-americana de estudiosos de relações internacionais, classificou o secretário de Estado John Kerry como a pessoa menos eficaz para exercer o cargo, nos últimos 50 anos.
A pesquisa anual Ivory Tower, realizada pela revista Foreign Policy, entrevistou mais de 1.600 acadêmicos de 1375 faculdades nos EUA sobre as melhores escolas e programas de estudo em seu campo, bem como várias questões políticas.

Perguntado sobre quem era o secretário de Estado mais eficaz nos últimos 50 anos, a maioria escolheu Henry Kissinger (32,32 por cento), enquanto apenas 0,31% escolheram Kerry, deixando-o na 13ª e última vaga. A antecessora de Kerry, Hillary Clinton, foi classificada em 4º, juntamente com Madeleine Albright, ambas ganhando 8,7% dos votos.
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Quanto às questões de política externa mais prementes, o conflito armado no Oriente Médio entrou em 2º lugar, com 26,81% dos votos, com a mudança climática na liderança (40,96%) e o terrorismo global no número 5 (21,23%).
Kerry teve de enfrentar numerosos desafios complicados durante o seu mandato, entre eles a ascensão do Estado Islâmico, a crise na Ucrânia e as crescentes hostilidades com a Rússia, as ambições nucleares do Irã e o conflito entre Israel e a Palestina.
O secretário sofreu com críticas em Israel sobre o seu manuseamento dos dois últimos eventos: os líderes israelenses perceberam a posição dos EUA nas negociações nucleares como fraca e apaziguadora e acreditam que os EUA podem estar à beira de permitir que o Irã se torne um Estado no limiar nuclear.
Alguns no governo podem ter perdido a confiança em Kerry como um mediador com os palestinos, devido ao que eles percebem como a sua fraca capacidade de manobra de 2013-2014 com as negociações de paz e no ano passado com a guerra com o Hamas em Gaza, apesar de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, elogiar publicamente Kerry com seus esforços.


 


 
PROVIDÊNCIAS : EXPOSTA NA INTERNET PEÇA NAZISTA QUE VAI A LEILÃO


Lote: 460 – Militaria - Alemanha III Reich 2ª Guerra Peça em Metal Medido 15,5CM X 8CM - Se trata de uma peça singular e muito RARA confeccionada em metal na cor Dourada - Exército Alemão do III Reich - Representado pela Águia de Asas Abertas Sobre a Coroa PEÇA MUITO RARA

A peça está com uma parte colada, porém perfeita.

 
 

MARROCOS APLAUDIDO POR TRATAMENTO JUSTO AOS JUDEUS
Judeus marroquinos elogiam os esforços de seu país para preservar cemitérios judaicos, na abertura de uma exposição sobre o Marrocos em Paris.

Os esforços de preservação, lançados em 2010, restauraram pelo menos 167 locais de sepultamentos judaicos e foram comemorados durante a abertura da exposição "Contemporary Marrocos" no Instituto do Mundo Árabe da capital francesa, informou o site de notícias leconomiste.com.

The Jewish cemetery in Fez is home to more Jewish saints than any other Jewish cemetery in Morocco. (photo credit: Michal Shmulovich)

Serge Berdugo, presidente do Conselho de Comunidades Judaicas Marroquinas, e um enviado especial do Rei Mohammed VI do Marrocos, disse que o projeto foi parte de uma visão e uma prática que tem sido aplicada, para a tolerância, o diálogo e o respeito que são exatamente o oposto do esquema "extremista".

Berdugo falou durante um painel "Reabilitação de Cemitérios Judaicos de Marrocos - Life Houses", com a participação do primeiro-ministro francês Manuel Valls e Jack Lang, ex-ministro da cultura judaica e, atualmente, o chefe do Instituto do Mundo Árabe.

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Entre os funcionários que representaram o reino no evento estava a Princesa Lalla Meryem. Ela recebeu uma carta assinada por 27 rabinos marroquinos agradecendo o reino e seu monarca pelo projeto de renovação.

Também durante o evento, Meryem apresentou a Ordem do Trono do Marrocos de três franco-marroquinos, cada um representando uma religião monoteísta diferente.

O destinatário judeu era Michel Serfaty, rabino do município Ris Orangis- no sul de Paris. O cristão e muçulmano eram Michel Dubost, bispo de Evry, perto de Paris, e Khalil Merroun, o reitor da mesquita de Evry.
 

 
VERGONHOSO ATAQUE EM HAIFA CONTRA MILITAR ISRAELENSE DRUSO POR TER FALADO EM ÁRABE

Razi Khasisi, um druso israelense que serve como soldado de combate na Brigada Golani do IDF, foi espancado depois de falar árabe, em um evento num bar no norte de Israel. Um incidente semelhante ocorreu, apenas algumas semanas atrás em Jerusalém, com destaque para os riscos do crescente racismo em Israel.

Khasisi, da cidade drusa de Daliyat al-Karmel, foi espancado no bar Ultra-Som no Kibbutz Yagur, na quinta-feira passada, e levado para um hospital em Haifa.

Razi Khasisi after attack

Amir Khasisi, seu primo, disse que a vítima foi atacada depois que um grupo de colegas freqüentadores dos bares judeus o chamou de "árabe" de forma depreciativa e disse: "você não é bem vindo aqui" depois que ouviu os primos falando Árabe - sua língua materna e língua oficial em Israel.

Os dois lados começaram a discutir em voz alta, o que levou o proprietário do bar a colocar os rapazes para fora. Razi, Amir e outro amigo foram até seu carro para deixar o local quando a violência começou.
"Um amigo do meu primo estava dirigindo e Razi estava sentado ao lado dele. O grupo do bar nos atacou no estacionamento. Um deles pegou uma pedra e atirou na janela. Ele quebrou a mandíbula do meu primo", Amir lembrou.
O soldado de combate foi então levado para o Rambam Medical Center, em Haifa, onde ele passou por uma cirurgia e ainda está hospitalizado por causa de seus ferimentos.

"O insulto é pior do que a dor física. Ele é tão orgulhoso de sua unidade e de seu serviço. Ele ama o seu país", disse o primo de Razi à Radio Israel e ao IDF.

"Você pode ver em seu perfil no Facebook, tudo o que ele escreve é a favor do seu país ou da sua unidade. Eu simplesmente não acredito que algo como isto pode acontecer. Mas isto só mostra que não é uma questão de patriotismo ou do IDF, é uma questão de ser autorizado a falar a sua língua sem impedimentos.

"É inconcebível que alguém em Israel seja atacado apenas por falar a língua árabe em público. Estamos horrorizados. Nossos pais não sabem o que fazer..., a família está em choque", disse ele.

A família notou que a polícia ainda tem que interrogar Razi sobre o evento já que ele ainda está tendo dificuldade para falar por causa de sua lesão.

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Duas semanas atrás, Tommy Hassoun, outro druso que serviu no IDF de Daliyat al-Karmel, foi brutalmente atacado por um grupo de homens judeus em Jerusalém - supostamente depois de terem ouvido ele falar árabe.
Os homens, que usavam gorros, bateram no estudante de 21 anos de idade, e quebraram uma garrafa de vidro em cima dele. Hassoun foi hospitalizado com hematomas no rosto, nas costas e na cabeça.
O incidente levou o presidente israelense Reuven Rivli, que sabia que Hasson era do IDF, a ligar para o pai de Hassoun para mostrar o seu apoio à família.

O pai de Hassoun, Ramzi, ficou chocado com o incidente. "Em um nível pessoal eu acreditava até agora que se trata de uma nação - Eu nunca vi uma diferença entre um judeu e um druso, eu acreditei e vou continuar a acreditar no futuro que esta é a terra da nação judaica - temos o direito de viver aqui. Nunca houve dúvida sobre isso, eu me culpo e eu culpo meus amigos judeus por não terem feito o suficiente para educar que falar árabe não é vergonhoso - não faz de você um terrorista em potencial", disse Ramzi. 

 


APOIO: 
 
Qual a estratégia de Israel para a Faixa de Gaza?


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Guga Chacra – De Nova Iorque para a Rua Judaica
Israel não tem estratégia para a Faixa de Gaza, a não ser a manutenção do status quo. Basicamente, controle das fronteiras terrestres, em parceria com o Egito, e do espaço aéreo e marítimo. O território continua governado pelo Hamas e, de anos em anos, com o lançamento de foguetes, a tensão chega a um ponto no qual acaba eclodindo uma guerra como em 2009, 2012 e 2014. Talvez, tenhamos uma em 2016 e 2017. Não tem como saber.

Mas é certo que nem os israelenses e nem os palestinos podem viver eternamente nesta tensão. Especialmente os que moram em Gaza e os que moram no sul de Israel e são alvos diretos dos foguetes. Trégua não soluciona nada. Apenas adia um problema.

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Noto que, sim, grande parte (ou a maior parte) da culpa é do Hamas. O grupo não abdica das armas e do terrorismo, além de ser uma ditadura dentro de Gaza. Já pensou ser palestino e morar no território? Um lugar pobre, governado pelo Hamas, cercado por Israel e pelo Egito? E não adianta dizer – “por que eles não se levantam contra o Hamas?”. Os que se levantaram morreram. Os que se levantarem morrerão.

O Hamas, insisto, é um grupo terrorista que aterroriza não apenas os israelenses, como também os palestinos. Pensa nos seus interesses, não nos da população de Gaza. Tanto que não aceitou o cessar-fogo oferecido antes da invasão terrestre israelense na guerra do ano passado. Se aceitasse, centenas de vidas teriam sido preservadas. E o resultado final seria o mesmo.

Mas, mesmo diante da parcela de culpa do Hamas, Israel precisa ter um plano. Não pode aceitar um status quo como este. Cabe aos políticos israelenses planejarem algo. Como vimos, ocupar Gaza, como ocorreu por quase 40 anos, não deu certo. Bombardear Gaza para destruir o Hamas, não deu certo. Negociar com um grupo terrorista que prega a sua destruição tampouco dará certo. Mas o que pode dar certo?

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Na minha visão, que pode estar errada, a única alternativa é apoiar a Autoridade Palestina, mesmo se esta fizer um acordo com o Hamas como no ano passado. Um governo de coalizão palestino, como o proposto na época, poderia, aos poucos, tentar recuperar o controle de Gaza. No longo prazo, quem sabe, até mesmo voltar a controlar a segurança do território. Passo a passo, desenvolver a região, como ocorreu com a Cisjordânia. Basta ver como Ramallah avançou dos tempos de Arafat para hoje – atualmente, parece uma cidade rica do interior paulista.

Talvez, esta minha estratégia não dê certo e nem seja a melhor. Mas qual é a estratégia do governo israelense? Manter o status quo para outra guerra no futuro? Seja qual for, Israel precisa pensar em qual a sua solução para Gaza. No caso da Cisjordânia, vejo vários planos. No de Gaza, nenhum.

 
 
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ELIE HORN O MAIOR CONSTRUTOR DE RESIDENCIAIS DO BRASIL RECEBE HOMENAGEM
O fundador da construtora Cyrela, Elie Horn, construiu seu império do zero. Nascido na Síria, Elie imigrou para o Brasil aos 10 anos em um navio e começou a trabalhar vendendo produtos de porta em porta.

No CEO Summit 2014, conta que sua ligação afetiva com a empresa o fez chorar na posse: "foi como entregar uma filha". Mesmo distante das operações, Elie garante que jamais vai parar de produzir e retribuir à sociedade, e que tem como missão fazer o bem. Confira no painel do CEO Summit, moderado pela jornalista Cristiane Correa, um pouco da história de simplicidade e altruísmo desse grande empreendedor.
 
 
LÍDER DO HAMAS QUER ARRASTAR SIRIOS E LIBANESES NA GUERRA CONTRA ISRAEL
Um dos principais líderes do Hamas Mahmoud Zahar apelou para a formação de grupos militantes em campos de refugiados palestinos sírios e libaneses, incentivando que os ataques contra Israel sejam realizados destes países.

Zahar falou para a imprensa de Gaza, na quarta-feira, convidando membros libaneses e sírios das Brigadas Izaddin Qassam, braço armado do Hamas, a lançarem ataques que iriam "ajudar a libertar a Palestina".
Mahmoud Zahar
Zahar disse que "as nossas armas estão sempre miradas sobre o inimigo", referindo-se a Israel.

O Hamas se desentendeu com o Hezbollah e com o regime sírio no início da guerra civil síria, em 2011, depois que o grupo não expressou apoio ao sanguinário presidente sírio Bashar Assad.

No entanto, após um ataque aéreo atribuído a Israel que atingiu um comboio do Hezbollah na Síria, o Hamas teria dito ao grupo xiita libanês que eles devem colaborar para a lutar contra Israel.

De acordo com um relatório sobre filiados do Hezbollah, divulgado na TV Al-Manar, no ??mês passado, Mohammed Deif, o comandante militar do Hamas baseado em Gaza, disse ter sobrevivido a várias tentativas de assassinato por parte de Israel, e enviou uma carta de condolências ao secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah expressando tristeza pela morte das pessoas no suspeito ataque aéreo israelense nas Colinas de Golan: "Todas as forças de resistência têm de se unir contra o inimigo sionista e seus cúmplices".
 

 
 
ZUCKERBERG DO FACEBOOK DESTACA-SE EM FILANTROPIA
Enquanto os líderes tecnológicos de hoje são por vezes criticados por sua falta de generosidade, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, parece estar contrariando a tendência.

Zuckerberg e sua esposa, Dr. Priscilla Chan, anunciaram na semana passada que eles estão dando 75 milhões de dólares para o Hospital Geral de San Francisco, uma instituição pública. A fundação do hospital disse que: "Acredita-se que esse foi o maior donativo privado de indivíduos para um hospital público nos Estados Unidos."
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Chan trabalhou neste hospital por muitos anos e o casal está reformando uma casa perto do hospital, que será renomeada em sua homenagem.

O presente é fruto de grandes conquistas de Zuckerberg, cujo patrimônio líquido é de cerca de US$ 33 bilhões. Mais notavelmente, em 2013, deu US$ 1 bilhão para a Fundação Silicon Valley Community, que financia grupos sem fins lucrativos em todo o mundo, com foco em pessoas que trabalham em educação, saúde e meio ambiente.
Zuckerberg está em 10º em um levantamento de filantropia dos 12 mais generosos líderes de tecnologia. À frente da Microsoft e de seu co-fundador Paul Allen (11º) e da Dell Computers com seu fundador Michael Dell em (12º), mas atrás da indústria Maverick de Bill Gates (3º ) e Cisco com seus co-fundadores Leonard Bosack e Sandy Lerner (1º). O site disse: "Parece que Zuckerberg e Chan não estão desperdiçando tempo com causas de caridade e estão se posicionando com uma força filantrópica extremamente generosa para o futuro."

 
 
CLÉRIGO XIITA DO LIBANO PREGA A PAZ COM ISRAEL
Israelenses geralmente associam clérigos xiitas no Líbano com grupo terrorista Hezbollah, uma poderosa organização religiosa comprometida com a destruição do Estado judeu. Mas um clérigo com sede em Beirute está surpreendendo o público por espalhar mensagens de paz e não-violência, em hebraico, na mídia social.

"Apelamos a rabinos, padres e clérigos muçulmanos - sunitas e xiitas – a subestimar tradições e textos que chamam para a violência, uma vez que eles são mais perigosos do que as armas nucleares religiosas", escreveu Sayyed Muhammad Ali Husseini, secretário-geral do grupo xiita do Conselho Islâmico Árabe, em hebraico, em sua página no Facebook.
Lebanese cleric Sayyed Muhammad Ali al-Husseini [photo credit: Facebook image]
Poucos dias depois que o líder do Hezbollah, xeque Hassan Nasrallah, alertou para uma possível guerra com Israel depois do ataque de sua organização, que deixou dois soldados israelenses mortos na fronteira com o Líbano, Husseini disse que os textos religiosos devem ser contextualizados historicamente, em vez de usados para incitar a violência perpétua.
"Vários textos religiosos pedindo o uso da violência e crueldade para atingir as metas são extremamente perigosos quando usados ??por grupos que têm fundamento assassino no passado", continuou ele. "Estes textos religiosamente sancionam os atos de violência e assassinato. Obviamente, estes são textos que foram implementados em situações específicas, limitadas; eles não podem, necessariamente, ser aplicados em nosso tempo, uma vez que cada situação tem suas próprias circunstâncias únicas".

Esta não foi a primeira vez que Husseini se dirige diretamente ao público israelense. Em 19 de janeiro, ele postou um vídeo no Facebook dirigido aos "nossos primos, os filhos de Isaac, filho de Abraão."
"Acreditamos que nem todos os judeus são ruins assim como nem todos os muçulmanos são terroristas. Deixe-nos colocar nossos conflitos de lado e ficar longe do mal e do ódio. Unamo-nos em paz e amor ", disse ele em hebraico.
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Após a exibição do vídeo do piloto jordaniano Muaz Kasasbeh sendo queimado, na semana passada, pelo Estado Islâmico na Síria, Husseini escreveu no Facebook: "Nós ouvimos e vimos ontem como nosso irmão em humanidade foi queimado. O Holocausto voltou mais uma vez?"

Rompendo com a lealdade xiita tradicional dedicada à liderança iraniana, Husseini também se pronunciou publicamente contra o que ele apelidou de a completa dominação iraniana do Líbano.

"Não é novidade para o regime iraniano proclamar explicitamente a sua segurança, econômica, política e até mesmo religiosa do Líbano", disse ao canal de TV Al-Emirates Aan, em maio de 2014.

Eddy Cohen, professor do Departamento de Comunicação da Universidade Bar-Ilan, que tem ajudado Husseini a traduzir suas mensagens em hebraico, disse à Rádio do Exército de Israel, no domingo, que ele não sabia como representantes de idéias de Husseini estão no Líbano, mas observou que o clérigo xiita parecia despreocupado com suas mensagens sendo espalhadas em hebraico e contavam com cerca de 1.800 seguidores no Facebook.

"Ele é um moderado, e a maioria dos libaneses estão cansados ??de guerra e das hostilidades", disse Cohen.

 




Campo de concentração de Dachau: O maior cemitério de sacerdotes católicos


Por ocasião dos 70 anos da libertação do campo de extermínio de Auschwitz, foi publicado na França um livro que resgata o valor e heroísmo dos sacerdotes católicos durante a Segunda Guerra Mundial, dos quais mais de 2.500 foram enviados pelos nazistas ao campo de concentração de Dachau, lugar onde muitos deles morreram. 

O livro, cujo título é “A Barraca dos Padres, Dachau, 1938-1945”, foi escrito pelo jornalista Guillaume Zeller, editor chefe de DirectMatin.fr, que ficou impressionado pela “dignidade assombrosa (dos sacerdotes), mantida apesar dos esforços das SS por desumanizar e degradar os prisioneiros”, provenientes de todas as regiões da Europa: Alemanha, Áustria, Checoslováquia, Polônia, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, França e Itália.

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Em declarações ao Figaro, o autor explicou que entre 1938 e 1945 foram deportados a este lugar 2.579 padres, seminaristas e monges católicos; junto com outras 141 pessoas, entre pastores protestantes e sacerdotes ortodoxos. Deles, 1.034 morreram no campo.

Nesse sentido, Zeller afirmou que “o campo de Dachau continua sendo o maior cemitério de padres católicos no mundo”. Eles puderam preservar a sua humanidade graças à armadura da fé.

O autor indicou que alguns dos sacerdotes, seminaristas e religiosos foram presos por causa de sua oposição ao programa hitleriano de eutanásia, outros por serem considerados parte das elites eslavas (poloneses), e outros por participarem ativamente na resistência francesa.
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Estes homens de Igreja, explica Zeller, “esforçaram-se em manter a virtude da fé, esperança e caridade. A oração, os sacramentos e o apoio dado aos doentes e moribundos, a formação teológica e pastoral clandestina, a reconstrução da hierarquia eclesiástica foram para eles uma armadura que lhes permitiu preservar a própria humanidade”.

Nesse sentido, destacou que não faltaram as histórias de heroísmo e santidade. Apesar da SS “tentar colocar os presos uns contra os outros”, os sacerdotes “não cederam a este mecanismo”.

Na entrevista, o jornalista recorda que entre 1944 e 1945 ocorreu uma epidemia de tifo que foi exterminando os internos. “Enquanto as SS e os chefes não entravam mais nas barracas contaminadas, dezenas de sacerdotes entraram voluntariamente, sabendo dos riscos que corriam, para curar e consolar os agonizantes. Muitos deles (os sacerdotes) morreram”, relatou.

Do mesmo modo, indicou que em Dachau também ocorreu a primeira –e única na história da Igreja-, ordenação sacerdotal clandestina de um seminarista alemão que estava prestes a morrer. O seminarista Karl Leisner recebeu o sacramento dentro de uma barraca improvisada como capela pelo bispo de Clermont-Ferrand (França), Dom Gabriel Piguet.

Por último o autor destaca que por iniciativa de São João Paulo II e Bento XVI, o Papa Francisco beatificou 56 religiosos mortos em Dachau após aprovação do reconhecimento de virtudes heroicas dos mesmos.

 
 

UMA PERDA: FOI DESATIVADA A ONG QUE PROMOVIA O ESTADO JUDEU - “THE FACE OF ISRAEL” - SEDIADA EM JERUSALÉM
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Sandra Rejwan foi Diretora para a América Latina da ONG
 
 

É hora de dessalinização, reuso, redução de perdas, ou mais reservatórios? 

Muitas perguntas passam na cabeça nos brasileiros atualmente devido a crise hídrica que estamos vivendo. E alternativas para o problema de água, principalmente da grande metrópole São Paulo, existem. Quando falamos de água e Israel, pensamos qual a fórmula que um país com escassez milenar de recursos hídricos faz para abastecer a população de água e ter reservas. É dificil comparar um país como Israel com o Brasil. Um país que vive com problemas seculares de falta de água, e no outro lado, um que sempre acreditou ter água em abundância.
Já falamos em outros textos aqui  como Israel utiliza suas tecnologias neste setor. Neste momento enfatizamos como Israel possui tradicionalmente a capacidade de armazenagem de água.
Foi descoberto em 2012 um reservatório de água em Jerusalém, de centenas de anos atrás. Isso nos mostra a preocupação que existia há milhares de anos atrás, e que hoje em dia se manifesta na cultura desta sociedade com a preservação da água e meio ambiente.

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Reservatório da Era do Primeiro Templo

Atualmente, o país mantém vários reservatórios em baixo do solo com água doce. As fontes de água doce em Israel e região são mais preciosas do que eram na Idade do Bronze. Cerca de 1 milhão de habitantes tiram água continuamente deste reservatório (imagem abaixo), que é preenchido por oleodutos que serpenteiam a partir do Mar da Galiléia, 90 milhas ao norte. Localizado na orla de Jerusalém, o reservatório é mantido em um cofre subterrâneo enorme, patrulhado por guardas armados para manter os insurgentes de envenenar o fornecimento. Espessas paredes de cimento cercam uma piscina com iluminação artificial de água, espectral e luminosa, a 40 metros de profundidade e com amplitude maior que dois campos de futebol.

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A detecção de vazamentos pode parecer uma pequena preocupação, mas é importante, especialmente em ambientes onde a água é escassa e cara. Da demanda total de água de Israel (2,2 mil milhões de metros cúbicos por ano), menos de um décimo é fornecido por fontes de água doce, como o Mar da Galiléia, o restante vem de dessalinização (85%). “Entre todas as tecnologias de conservação em desenvolvimento, a mais valiosa é a que detecta as vasões nas redes”, diz Avshalom Felber, diretor executivo da IDE Technologies, maior empresa de dessalinização de Israel.

Em média, os serviços públicos em todo o mundo perde mais de 30 por cento da água que distribuem em suas redes. Israel, perde em media 10% devido ao uso de tecnologias eficientes de controle e monitoramento, como é o caso da empresa Takadu, já atuando em mercado brasileiro.

A resposta para pergunta inicial é, sim! É hora para fazermos tudo, buscar projetos de dessalinização, tecnologias de reuso, sistemas de controle de perdas, e também melhorias e aumento na quantidade de reservatórios. E quer saber como? Veja uma dica aqui.
Fonte: Bloomberg e Live Science

 
 


Por Daniela Kresch
Jornalista
direto de Israel

O KNESSET HÁ SEMANAS DAS ELEIÇÕES – CURIOSIDADES E CERTEZAS
TEL AVIV – Fui há poucos dias ao Knesset, o Parlamento em Jerusalém, numa visita para jornalistas estrangeiros há um mês das eleições em Israel. Já tinha ido diversas vezes ao Knesset, mas essa foi a primeira com explicações e encontros com porta-vozes. Claro que é sempre mais interessante quando se entende um pouco mais do background de prédio e do funcionamento dos bastidores do poder. Abaixo, alguns dos fatos e curiosidades que aprendi na visita.

C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52A visita guiada chega ao plenário do Knesset onde os 120 parlamentários votam novas leis.JPG

O Knesset (algo como “Assembleia”, em hebraico) funciona no prédio em Guivat Ram, na entrada de Jerusalém, desde 1966. Antes, as sessões do Parlamento mudaram de endereço algumas vezes. Quando Israel decidiu construir um prédio definitivo, em 1957, ainda não controlava o lado Oriental de Jerusalém. Justamente por isso é que o famoso artista judeu Marc Chagall desenhou a Cidade Velha e o Muro das Lamentações dentro de uma bolha num dos três monumentais painéis que fez para enfeitar o lobby principal. Mas os tapetes demoraram oito anos para ficarem prontos, e quando finalmente foram pendurados, em 1968, já havia acontecido a Guerra dos Seis Dias e a Cidade Velha – com o Muro dentro – já estava sob controle israelense.

Aliás, além de ser a sede do Poder Legislativo, o Knesset é lar de milhares de obras de arte. Há visitas culturais no prédio o tempo todo. Mas o objetivo da Assembleia é reunir legisladores, promover debates públicos e supervisionar a democracia israelense. O Knesset tem apenas 120 parlamentares, um número pequeno em comparação com outros países. Também não há, em Israel, duas Casas (como Senado e Câmara). É só uma mesmo, com 120 representantes, o mesmo número desde 1949, apesar de a população do país ter pulado de 600 mil para 8 milhões. Esse número não é aleatório. Foi tirado da época entre o Primeiro e o Segundo Templo, quando existia a “Grande Knesset”, ou a “Grande Assembleia”, a instituição mais importante dos judeus na Terra Santa por séculos. Há quem defenda uma elevação no número de parlamentares, mas isso nunca aconteceu.

C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52Os painéis de Marc Chagal - à esquerda a Cidade Velha dentro de uma 'bolha'.JPG 

O Knesset tem 539 trabalhadores, além de 200 pessoas só na segurança. Os parlamentares contam com 250 assessores. Todas as sessões das 12 comissões permanentes – e de outras tantas especiais –, que discutem todos os aspectos do cotidiano dos israelenses, são filmadas e transcritas em protocolos públicos. Qualquer um pode assistir sessões das comissões e votações no plenário in loco. É só pedir uma semana antes e esperar que tenha assentos vagos. Não há um código de vestimenta oficial, mas não poderá entrar quem vá com calças curtas e camisetas sem manga. Estudantes de todo o país fazem pelo menos três visitas ao Knesset desde o Ensino Fundamental até o Médio. Muitas vezes, eles usam salas locais para “ensaiar” debates, como se fossem parlamentares.

Há ameaças terroristas frequentes, mas só uma vez aconteceu um incidente grave (quando o Knesset ainda era em outro endereço em Jerusalém): em 1957, um homem lançou uma granada no plenário, machucando seriamente o rabino Hayim Moshe Shapira e menos seriamente o primeiro-ministro David Ben Gurion e a então chanceler Golda Meir. Os funcionários do Knesset temem mais, hoje, ataques cibernéticos.

Algumas curiosidades sobre o governo que terminará com as eleições de 17 de março: 13 partidos tinham representantes no Knesset, que conseguiram, em apenas 23 meses, legislar 260 novas leis. Aliás, a 19ª versão do Knesset só terminará dia 31 de março, duas semanas depois das eleições – quando os novos parlamentares da 20ª Knesset prestarão juramento.

C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52Estudantes visitam o Knesset e 'brincam' de políticos discutindo as questões atuais.JPG

Nas próximas eleições, 5.881.696 eleitores poderão participar em pouco mais de 11 mil sessões eleitorais. Mas como israelenses no exterior (com exceção de diplomatas e funcionários públicos a trabalho) não podem votar, cerca de 12% dos israelenses não irão às urnas. Em cada sessão, três observadores dos 26 partidos inscritos farão a fiscalização. Não haverá observadores internacionais porque nenhum país pediu. A votação é tradicionalmente manual, com bilhetes sendo depositados em urnas de papelão. Estuda-se uma transição para votação eletrônica, mas o Comitê Eleitoral Israelense ainda não aprovou nenhuma urna digital que considerasse 100% confiável.

Assim que os resultados da votação de 17 de março forem confirmados – depois da contagem e de eventuais recontagens –, todos os bilhetes colocados nas urnas serão queimados. Depois disso, o Comitê Eleitoral voltará a ficar de sobreaviso para a próxima eleição. Afinal, há 17 anos nenhum governo completou os quatro anos de mandato. To be continued.

C:Usersosias wurmanAppDataLocalMicrosoftWindowsTemporary Internet FilesContent.Outlook32LMZE52Maria Elkin e Daniela Kresch.jpg
 
 

DESTAQUES SOCIAIS

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O Coral Israelita Brasileiro foi convidado a fazer a abertura da Temporada Anual de Concertos da Candelária. O concerto será no dia 05 de Março, data em que se comemora o Dia Nacional da Música Clássica, e também o aniversário do grande compositor Heitor Villa-Lobos. Local: Igreja da Candelária. Hora: 18:30. Entrada franca.


 

A Escolinha Midrash abriu o ano letivo de 2015 com uma divertida aula aberta, para pais e filhos. O evento aconteceu na segunda-feira, dia 2 de fevereiro, com música e muitas brincadeiras. A escolinha é voltada para crianças e pré-adolescentes de 4 a 12 anos de idade. A proposta é ensinar a cultura judaica, os chaguim, o shabat e a língua hebraica através de uma linguagem lúdica e divertida. Neste início de ano as aulas acontecerão às segundas (17h às 18h) e às quarta-feiras (17h30 às 18h30), mas estamos abertos a novas sugestões de horários para novas turmas. Para mais informações, acesse o site do Midrash (www.midrash.org.br) ou envie um email para secretaria@midrash.org.br.



Conheça as raízes do judaísmo sefaradi com o Hillel Rio que já está montando o grupo da edição do Sefarad Hillel Rio 2015. As inscrições estão abertas através do email sefarad@hillelrio.org.br




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Jornalista Responsável:
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