sexta-feira, 6 de março de 2015

"Acrescentar ódio e problemas a um conflito não beneficia ninguém", disse Nathan Pollack, da União Sul-Africana de Estudantes Judeus (USEJ), que quis expor sua visão sobre o que está acontecendo no país. - Podem responder: palestinos israelenses estão em que realidade? Mesmo a extrema direita nunca negou adesão pacífica dentro do estado e trabalha por todos seus ddiferentes. O muro e as medidas de segurança são pra conter atos terroristas e não dividir pessoas, e têm tido esse êxito. Mesmo na década de 30 a população judaica em Jerusalém superava a árabe, portanto que semelhança tem com a situação sul-africana? Como alguém pode ser colonizador se faz parte da terra em séculos? Quem oprime os atuais palestinos não são suas lideranças que os colocam à margem de Israel e os treina desde bebês para posições e aritudes terroristas? Onde opressão vai ser rotulada quando ausência de defesa e controle fragiliza a rica porém breve vida humana? Como ser nobre em um assunto, com total desprezo por todo seu contexto? E neste caso, de onde se originam as divisões?













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06 de Março de 2015
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5/3/2015 às 20h25
Sul-africanos pedem boicote a Israel, a quem acusam de promover "apartheid"







Texto: -A +A




Marcel Gascón. Johanesburgo, 5 mar (EFE).- Centenas de sul-africanos reivindicaram nesta semana um boicote internacional a Israel, assim como o que levou ao fim do "apartheid" no país, e acusaram o Estado Judeu de políticas segregacionistas contra os palestinos, semelhantes às sofridas pelos africanos no passado. "A lei internacional define 'apartheid' como a opressão e a dominação de um grupo sobre outro", afirmou o professor Ran Greenstein, durante um ato na Universidade de Witwatersrand, em Johanesburgo, uma das sedes da "Semana do 'Apartheid' Israelense" (IAW) - evento anual, que também acontece em outros países. "Isso é exatamente o que está acontecendo em Israel", acrescentou o Greenstein, que, a fim de evidenciar o "Apartheid Israelense", falou sobre a ocupação militar e a restrição de liberdade sofridas pelos palestinos, além de afirmar que a definição de Israel como "Estado judeu" coloca os cidadãos muçulmanos em uma categoria inferior. O professor, que é um cidadão israelense, discursou em um dos mais de cem atos do evento, que engloba projeções de filmes, debates, conferências e exposições, realizados em diferentes partes do país durante a IAW. "Queremos evidenciar as semelhanças do 'apartheid' vivido pela África do Sul com o que está se passando em Israel, onde o governo decide onde os palestinos podem ou não ir e onde devem viver", disse à Agência Efe Ismail Ally, membro do Comitê de Solidariedade com a Palestina (CSP) da universidade. Sentados sobre um gramado em frente ao professor, estudantes de todas as raças, alguns com 'hijab' (veste islâmica), fizeram perguntas sobre o boicote e as possíveis saídas para o conflito no Oriente Médio. Ainda levará tempo para que o mundo trate Israel como tratou a África do Sul, assim como custou para que a causa palestina se tornasse visível, mas isso foi feito. "Depende do nosso trabalho", afirmou Greenstein, que incentivou os estudantes a estabelecerem contato com organizações da sociedade civil palestina, à margem das autoridades. "Existem duas soluções possíveis: o Estado pode incorporar os palestinos e lhes conceder direitos iguais ou aceitar a independência da Palestina. Israel não quer nenhuma das duas alternativas". O intelectual lamenta a "falta de vontade" dos líderes israelenses para resolver a situação, e acredita que somente pressões como fechar as portas para os fóruns internacionais, interromper a venda de armas e etc., podem fazer com que os que se recusam a pensar, "raciocinem". Na tenda da IAW, organizada em várias partes do mundo pelo movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), também há estudantes pró-Israel, assim como jovens israelenses, que foram ao local especialmente para a ocasião. "Acrescentar ódio e problemas a um conflito não beneficia ninguém", disse Nathan Pollack, da União Sul-Africana de Estudantes Judeus (USEJ), que quis expor sua visão sobre o que está acontecendo no país. "Boicotar Israel não vai a trazer a paz, e sim contribuir para equilibrar dois lados desiguais e os forçar a buscar outras soluções", alertou Shaeera Kalla, presidente da CSP. Estudantes de ambos os lados se relacionaram normalmente e discursaram entre os diferentes atos. Kalla compreende que a melhor alternativa seja a criação de um Estado único, não religioso, no qual vivam israelenses e palestinos. No entanto, ela acredita que a possibilidade da criação de dois Estados seja mais viável, apesar das complicações que os assentamentos judeus representam para a efetivação de um Estado palestino. "Por que classificar as pessoas como judias ou não judias, árabes e etc., e não simplesmente como cidadãos de Israel? Isso é próprio de um sistema de 'apartheid'", afirma a estudante, voltando ao tema central da IAW. "Enquanto se permanecerem enxergando uma criança árabe como uma ameaça demográfica e não como um ser humano, continuará existindo um 'apartheid' em Israel", conclui Kalla. EFE mg/lvp/id (foto)

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