sexta-feira, 20 de março de 2015

Basta de Obama e sua corja pró terrorista! - Povo livre da América: Retire esse defensor de criminosos internacionais do poder. Se os democratas não tem mais lealdade para as bases de formação do mundo civilizado, que tenham suas candidaturas cassadas, repugnadas e detidas pelo povo americano e seus beneficiados. Somente um idiota estúpido não enxergaria que Bibi recusou publicamente a existência de um Estado Palestino que ameaça a existência e segurança do Estado Judeu De Israel. Porém, toda inteligência lúcida e séria da humanidade sabe que embora o ser humano seja um só, é inconcebível Estado Palestino dentro de Estado Israelense e não tem área pra utopia suicida de lado a lado. Obama e sua equipe estão representando forças islamitas devastadoras, acordem, reajam e expurguem esta gente.



Estados Unidos dizem que reavaliarão seu apoio a Israel na ONU
Mudança poderia permitir resoluçã
o sobre Estado palestino. Nenhuma decisão foi tomada até agora.
19/03/2015 16h47 - Atualizado em 19/03/2015 18h47
France Presse
Da AFP
A Casa Branca indicou nesta quinta-feira (19) que tem a intenção de "reavaliar" seu apoio diplomático a Israel na ONU, após a rejeição pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de uma solução de dois Estados no conflito com os palestinos.
Uma eventual mudança da posição de Washington no Conselho de Segurança daONU, onde Israel conta historicamente com o apoio americano, poderia permitir a adoção de um resolução sobre uma solução de dois Estados com base nas fronteiras anteriores a 1967.
"As decisões tomadas pelos Estados Unidos nas Nações Unidos eram baseadas nesta ideia de uma solução de dois Estados", declarou Josh Earnest, porta-voz do presidente Barack Obama.
"Agora que o nosso aliado (Israel) diz que não está mais engajado neste caminho (...) isto significa que devemos reavaliar nossa posição a este respeito e é isso que nós iremos fazer", acrescentou, indicando que nenhuma decisão foi tomada ainda.


No entanto, Netanyahu disse nesta quinta, em entrevista à emissoa "MSNBC" que não abandonou seu compromisso com a eventual criação de um Estado palestino, afastando-se de comentários que fez durante sua campanha de reeleição que provocaram fortes críticas dos Estados Unidos, um aliado de Israel.

"Eu não mudei a minha política. Nunca retratei meu discurso na Universidade Bar-Ilan seis anos atrás, pedindo por um Estado palestino desmilitarizado que reconheça o Estado judeu", disse.
O compromisso com uma solução de dois Estados "é a pedra angular da política americana em relação a esta região", insistiu Earnest, considerando que, na medida em que este fundamento foi "erodido", as decisões políticas dos Estados Unidos nos diferentes organismos multilaterais, entre eles as Nações Unidas, devem ser reexaminados.
O presidente Barack Obama telefonou nesta quinta para o premiê israelense para parabenizá-lo pela vitória nas recentes eleições legislativas. Obama falou com o líder israelense "para cumprimentá-lo pelo sucesso de seu partido em conquistar uma pluralidade de assentos na Knesset [Parlamento]", informou o Conselho de Segurança Nacional.
Durante a ligação, Obama destacou a "profunda e duradoura aliança" com Israel.
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