quarta-feira, 25 de março de 2015

LIKUD - SEJA PELA LIDERANÇA IEHOUAH




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Likud


likud - eleicoes Israel 2013
O Likud é um movimento nacionalista liberal fundado em 1973 por Menachem Begin e é influenciado diretamente pela ideologia sionista de Theodor Herzl e Ze’ev Jabotinsky.
Sua gênese ocorre na véspera das eleições para o 8º Knesset ,como uma lista conjunta de quatro partidos, entre os quais se destacam o Movimento Liberal e o Herut. Auto-definido como centro-direita atualmente detém a titularidade do poder executivo em Israel. Desde de 1977 até os dias de hoje, o Likud é o partido que mais vezes ocupou a cadeira de 1º Ministro de Israel.
Acredita que o povo judeu possui um direito eterno e incontestável ao Estado de Israel. Considera que este direito de existência é indissociado a outros direitos fundamentais, como o direito à paz, segurança, liberdade e bem-estar em um regime democrático. Desta forma, entende que a existência de Israel como um Estado judeu independente no Oriente Médio depende em primeiro lugar, e acima de tudo, de sua capacidade política e militar. Portanto, as políticas acerca da segurança e da política externa deverão ser classificadas como prioritárias no país.
O partido tem hoje 30 cadeiras na Knesset.
Figuras em destaque
Benjamim Netanyahu, ocupa a cadeira de Primeiro-Ministro do país desde 2009 exercendo o seu terceiro mandato (1996-1999 e 2009-hoje). Sua carreira como político de destaque teve início como embaixador de Israel na ONU em 1980. Bibi, como é conhecido em Israel, é irmão de Yoni Netaniahu (respeitado comandante do esquadrão de elite do exército israelense, assassinado na “Operação Entebe”), estudou arquitetura e administração de empresas no MIT, e Ciências Políticas em Harvard.
Gilad Erdan, atual número 2 da lista, éministro de Assuntos Estratégicos, ex-capitão do exército e ex-líder da juventude do Likud. Yuli Edelstein, terceiro da lista, atual porta-voz da Knesset e ex-ministro da Absorção.
Como a lista é decidida?
Todos os filiados ao partido podem votar duas vezes: há uma eleição separada para a liderança do partido e outra para a composição da lista. Há reserva de duas vagas para indicação do líder, e outras quatro para representantes das distintas regiões do país.
Posições do Partido
Religião e Estado
O Likud é um partido que consegue abranger correntes religiosas sionistas e laicas e possui o objetivo claro de reforçar o caráter judeu e democrático do Estado de Israel. Deseja preservar o status quo – ou seja – a manutenção da relação entre  Estado e Religião e acredita que qualquer alteração do estado vigente será fruto de um acordo entre religiosos e laicos.
Apoia inciativas como a consulta a autoridades religiosas para cristalização de uma legislação que permita acordos conjugais entre cônjuges que não podem se casar no país segundo a lei religiosa, como por exemplo casais homossexuais e de diferentes religiões (ex: judeu + cristão).
Política Econômica
Desde a sua formação, o Likud defendeu uma economia de mercado e acredita que a realidade no mundo comprova que uma economia livre da intervenção do Estado e que garanta o empreendedorismo é o único caminho capaz de permitir o crescimento econômico e bem-estar individual. Entende que uma economia de mercado é uma condição necessária para a existência de uma sociedade democrática, onde a ideia básica é a responsabilidade atribuída ao indivíduo. Defende ainda que uma economia livre é a base da força nacional e é através dela que nos tornaremos uma nação próspera que permitirá que a sociedade em conjunto se preocupe com as populações menos favorecidas.
Política Social
A ideologia do partido pode ser expressada da seguinte forma:
Geração de empregos = prosperidade = menos indivíduos que necessitam da ajuda do Estado = maior possibilidade de financiamento a populações necessitadas.
A geração de empregos, num ambiente de prosperidade nacional, é uma condição sine qua non para elevar a qualidade de vida das parcelas mas pobres da população. Exige que se encontrem formas de integração das populações ortodoxas e árabe no mercado de trabalho. A ideia é desenvolver uma legislação que crie um ambiente de aumento nas oferta de emprego e, que consequentemente traga maior arrecadação de impostos pelo Estado que serão usados no aumento de postos de trabalho nas periferias do país e financiamento de projetos que aumentem a participação ativa e produtiva de idosos e deficientes
Territórios e Processo de Paz
A plataforma do partido apresentada na última eleição geral em 2009, indicava que o Likud estaria “disposto a fazer concessões para a paz”. Em paralelo foram estabelecidas “linhas vermelhas” para possíveis acordos com os árabes, incluindo a preservação da integralidade e indivisibilidade de Jerusalém como capital do Estado Judeu e a negativa a demanda palestina para o regresso dos refugiados ao país. Embora líderes do Likud já terem declarado a sua oposição a criação de um Estado palestino ao lado de Israel, Bibi declarou em um famoso discurso de 2009, na universidade Bar-Ilan “Se os palestinos reconhecerem Israel como um Estado judeu, será possível a criação de um Estado palestino desmilitarizado lado a lado de Israel”. Apesar de ter repetido esta frase em outras duas oportunidades em discursos na ONU, esta não é uma posição pacificada no partido e enfrenta duras críticas internas.
Educação
O partido acredita que uma educação pública de qualidade é a única forma capaz de proporcionar uma sociedade com menos desigualdades. A educação no país deverá fortalecer a identidade judaica, sionista e democrática. O Likud possui um projeto de reforma educacional que dê enfase na meritocracia e em paralelo propõe o aumento dos salários de todos os professores no país. É a favor da manutenção de instituições de ensino religioso público, mas defende que seja aplicado um curriculo básico com supervisão do Estatal.
Segurança e exército
Antes de qualquer proposta de acordo, o partido acredita que um exército forte e eficiente é um dos pontos basilares para que consigamos alcançar a paz.  Através de políticas de dissuasão a ataques de inimigos, Israel tem garantido o seu  direito de existir como um país soberano. O Likud – na figura de Bibi tenta promover uma campanha mundial para o estabelecimento de “linhas vermelhas” no projeto nuclear iraniano. Segundo uma frase famosa do 1º Ministro: “Se há alguma coisa que podemos aprender com os judeus no Holocausto, é que quando alguém ameaça matar o nosso povo, nós devemos acreditar  nele”.
Outras posições
Outros três fatores são tratados pelo partido como prioridades: a elaboração de uma constituição promulgada pelo parlamento israelense que possa ancorar os princípios judaicos e democráticos no país; o desenvolvimento de uma legislação que retire das mãos do Estado o monopólio das terras com a privatização deste setor; e uma reforma política que altere o método de montagem de coalizões.
Fontes
Pagina Oficial do Partido - https://www.likud.org.il/
Israel Democracy Institute – http://www.idi.org.il/media/391292/likud%20%2017.pdfFoto de capa retirada aqui.

24 Comments



[…] também tem muitos eleitores religiosos e tradicionais, que votam em partidos como o Shas, o Likud e o Bait HaYehudi. Posso afirmar que mais de 1/5 dos eleitores nos cumprimentavam de forma […]
[…] e Miri Reguev), que a chamaram de terrorista e traidora. O presidente da Knesset, Rubi Levin (Likud), pediu uma Comissão Investigativa contra […]
[…] Eyal Yifrah, Naftali Frenkel e Gilad Shaye. O Ministro da Defesa, Moshe Ya’alon (Likud), afirmou que “enquanto houver sequestros, prenderemos novamente os que libertamos”. O […]
[…] palestinos não se cansassem de salvar o homem que, há vinte anos quase ininterruptos, lidera o Likud – oitos dos quais chefiando o governo […]
[…] porte em Gaza, que demonstre a força militar de Israel. O Ministro da Defesa Moshe Ya’alon (Likud) se opôs: para Ya’alon, os ataques devem ser cirúrgicos e poucos. Disse que “se […]
[…] sua vez, o ministro da Defesa, Moshe Yaalon, do Likud de Benjamin Netanyahu, que efetivamente comandaria a tal guerra conclamada por Bennet, preferiu ser […]
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[…] nos respectivos partidos) desequilibram o jogo, tamanha a quantidade de barbaridades proferidas. No Likud, não faltam peças-chave que me dão confiança, embora haja vozes dentro do partido que às vezes […]
[…] não muito tempo atrás, o Likud era uma vez um partido nacional liberal, com ideias com as quais eu podia me sentir representado. […]
[…] ano de mandato. O governo ruiu após divergências entre três dos principais partidos da base: Likud , Yesh Atid e HaTnua […]
[…] votos acabava se juntando com outros partidos alinhados e formava o governo. Era fácil assim. Ou Likud, ou os trabalhistas. E então aconteceram duas coisas que mudaram o cenário político […]
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