domingo, 26 de abril de 2015

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tinha razão: o Irã está a dois ou três meses do feito, como sabiam os serviços de inteligência americanos. O governo dos Estados Unidos, no entanto, só revelou a estimativa verdadeira no início de abril, a tempo de Obama usá-la para convencer o Congresso e a opinião pública da necessidade de aprovar o seu acordo com a ditadura de Mahmoud Ahmadinejad, amigão do Lula sucedido por Hassan Rouhani.


Veja SP
Veja RJ
Exame
Info
Contigo!
MdeMulher
Modaspot
Capricho


Revistas e sites
Assine
Clube
SAC
Grupo Abril


VEJA


Notícias
Vídeos
Fotos
Colunistas
Assine VEJA
Reinaldo Azevedo
Lauro Jardim
Augusto Nunes
Ricardo Setti
Fernanda Furquim
Todos os colunistas
Veja SP


ACERVO DIGITAL


VEJA INTERNATIONAL








/ Blogs e Colunistas




Blog


Felipe Moura Brasil


Cultura e irreverência





Assine o Feed RSS | Saiba o que é










23/04/2015

às 10:52 \ Brasil, Cultura
Obama mentiu sobre bomba. Netanyahu estava certo


Barack Hussein Obama mentiu durante anos sobre o quão próximo o Irã estava de construir uma bomba nuclear.


Eli Lake, insuspeito colunista da Bloomberg,desmascarou a mentira, confirmada por autoridades.


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tinha razão: o Irã está a dois ou três meses do feito, como sabiam os serviços de inteligência americanos.


O governo dos Estados Unidos, no entanto, só revelou a estimativa verdadeira no início de abril, a tempo de Obama usá-la para convencer o Congresso e a opinião pública da necessidade de aprovar o seu acordo com a ditadura de Mahmoud Ahmadinejad, amigão do Lula sucedido por Hassan Rouhani.


Em 2013, quando o Congresso estudava novas sanções ao Irã e Obama pressionava por mais diplomacia, seu interesse era desfazer o senso de urgência, de modo que a bomba era tida como uma possibilidade distante, ao contrário do que dizia Netanyahu. Agora, a urgência parece mais conveniente a Obama, então seu discurso mudou.


Em coletiva com o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, o jornalista Major Garret, da CBS, citou a história da Bloomberg e questionou: “Você nega, em nome do presidente, qualquer tentativa de enganar ou manipular a compreensão de qual era, de fato, a capacidade do Irã?”


Earnest não negou. Só enrolou, como de praxe em questões incômodas:


“Bem, eu me sinto confiante em transmitir a você, sem ter visto a história, que o presidente, eu acho que em todo esse processo de se engajar em um esforço diplomático para impedir o Irã de obter uma arma nuclear, tem procurado utilizar as avaliações de inteligência para o melhor de sua capacidade de dar às pessoas uma compreensão exata da ameaça que o Irã representa”.


Bocejos.


“E há, obviamente, limitações em termos de quão detalhado o presidente ou qualquer outra pessoa pode ser em termos de falar sobre nossas avaliações de inteligência, porque estamos muito interessados ​​em proteger fontes e métodos e outras coisas que nos permitem ter uma visão continuada para esses tipos de assuntos sensíveis.”


Aham.


“Mas o presidente o tempo todo tem trabalhado para ajudar o povo dos Estados Unidos e nossos aliados a entender exatamente o que esta ameaça é, para que possamos projetar o melhor mecanismo para abordar essa ameaça.”


Claro…


“E o presidente continua a estar confiante de que a diplomacia atual que está em andamento com o Irã é, de longe, a melhor maneira para que tenhamos sucesso em impedir o Irã de obter uma arma nuclear.”


Pois é. O povo, em suma, tem de confiar no presidente-Pinóquio e, qualquer coisa, a culpa é dos serviços de inteligência. De novo!


Quando Obama culpou cinicamente esses serviços por não informarem o que até a obamista MSNBC já sabia, ou seja, o quão rápido era o avanço do Estado Islâmico, que vinha executando cristãos e yazidis, inclusive mulheres e crianças, lá no país de onde esse mesmo Obama retirara as tropas americanas, eu observei aqui que essa desculpa não era aceita na Era Bush, conquanto muito mais sincera:


George W. Bush foi o responsável pela decisão de ir à guerra no Iraque, não pela produção dos erros de inteligência que afetaram parcialmente essa decisão. Mas a esquerda, incluindo o sr. Barack Hussein Obama, nunca perdoou Bush pela suposição de todas as 16 agências de inteligência dos Estados Unidos de que Saddam Hussein dispunha de armas de destruição em massa e, no enésimo salto triplo carpado moral com pirueta verbal que é peculiar aos esquerdistas, fez o mundo acreditar que Bush mentiu para justificar a guerra. “Bush lied, people died” (Bush mentiu, pessoas morreram), dizia o slogan que eternizou uma das maiores calúnias da história política americana, naturalmente retransmitida pela imprensa esquerdista brasileira.


O texto completo (“As mentiras de Obama sobre a guerra do Iraque”) está aqui.


O porta-voz da Casa Branca, repito, disse que “há limitações” para o que Obama pode anunciar.


Estamos carecas de saber, no entanto, que não há limitações para a frequência com que Obama pode mentir.





* Relembre aqui no blog outras mentiras do governo Obama acobertadas pela imprensa:

- Como Lula no Foro de São Paulo, autor do Obamacare confessa que mentiu para avançar agenda esquerdista – e contou com a “estupidez do eleitor americano”: “A falta de transparência é uma enorme vantagem política.” Quando Dilma confessará também as mentiras da campanha?

- Dilma contra “pessimistas”, Obama contra “cínicos” – e a realidade contra ambos


Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil


Siga no Twitter, no Facebook e na Fan Page.


Tags: Barack Obama, Benjamin Netanyahu, Irã, Lula,Mahmoud Ahmadinejad



Links Patrocinados


Saúde Ativa Depressão


Saiba como Prevenir, Diagnosticar e Tratar Depressão. Conheça o Canal


sulamerica.com.br/SaudeAtiva

Deixe o seu comentário


Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.


» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA


Nome


Email (não será publicado)


9 Comentários





Luiz Otavio de Almeida

-


24/4/2015 às 10:17


Bibi kicks ass!!!





Marcelo

-


23/4/2015 às 23:50


Irã veio até a Argentina para aprender os processos de enriquecimento de Urânio, em troca de petróleo.





Marcos

-


23/4/2015 às 19:50


O irã se armando é a desculpa perfeita para todos os outros países islãmicos se armarem. Obama é o office boy do mundo islãmico.





sergio

-


23/4/2015 às 16:17


na primeira eleição deste elemento deixaram de votar num heroi de guerra

(john maccain) para votar neste sujeito





Alexsandro Vieira

-


23/4/2015 às 16:11


Na verdade Cuba vai virar o 51º estado americano, isto não é bom? rs

Agora os PErsas tem direito a Bomba, India e Paquistão tem….





P.m

-


23/4/2015 às 15:13


Felipe, vc ja viu o video do bill clinton de 21 de outubro 1994 comemorando o acordo nuclear com a coreia do norte? Mal ele sabia que anos depois a coreia do norte iria passar a perna nele e ja testa sua 3 ogiva!

E ver o Obama proferindo o mesmo discurso só que desta vez em relação ao irã, é perceber que os Democratas não aprendem com seus próprios erros!





Alexandre Sampaio Cardozo de Almeida

-


23/4/2015 às 12:00


São Paulo, 23 de abril de 2.015


Prezado Felipe,


Quer dizer que o Lula americano mentiu????? Nãoooooooooooo! Não o “santo Obama”! Não o queridinho das esquerdas, o homem que iria “redimir” os “assassinos, canalhas, imperialistas americanos”. Sem querer fazer fuxico, mas cuidado pois o Caio Blinder pode ficar “bravinho” com o seu artigo.





Simone

-


23/4/2015 às 11:27


Obama desfruta do benefício da dúvida entre os americanos: boa parte acredita que ele é apenas um populista estúpido. Mas um idiota não chega à Casa Branca. Enquanto as pessoas vão engolindo essas coisas, ele ganha tempo para seus aliados islâmicos, que estão a um passo de aniquilar Israel e botar a Europa de joelhos. Não importa se ele próprio é ou não muçulmano, é impossível ignorar as evidências de que ele está tramando a favor da jihad. Não é estupidez, é uma inteligência maligna!





Gilvana Coleman

-


23/4/2015 às 11:09


Felipe, é sempre bom ler alguém que nao baseia a sua análise da política americana pela imprensa geral. BO é um farsante, traidor e comuna e um dia o mundo verá isso. Espero que em 2016, o Ted Cruz seja eleito para acabar com essa cambada de traidores da América!








Recomendados para você













Após biquíni-petisco, Paula Fernandes exibe barriga-palito










Thiago Lacerda coloca Paulo Betti em seu devido lugar







Pesquisa com 95 mil crianças enterra de vez o mito que associa vacina a autismo










Arquivo

ABRIL 2015


D

S

T

Q

Q

S

S


« mar


1

2

3

4


5

6

7

8

9

10

11


12

13

14

15

16

17

18


19

20

21

22

23

24

25


26

27

28

29

30





Serviços
Tablet
Android
Facebook
Foursquare
Twitter
Google+
RSS
Newsletter
Anuncie
Tempo
Cotações
iba clube
Assine




Assinaturas








Nome: Nasc.: E-mail: CEP:

Apenas 8x R$ 65,00

Notícias
Brasil
Ciência
Economia
Educação
Entretenimento
Esporte
Mundo
Saúde
Vida Digital
RSS
Infográficos
As Listas de VEJA
Saber +
Na História
Em profundidade
Perguntas e Respostas
Conheça o país
Cronologia
Quem é Quem
Testes
Vídeos e Fotos
Vídeos
Galerias de fotos
Galerias de vídeos
Revistas
VEJA
Os livros mais vendidos
Edições especiais
Expediente
VEJA São Paulo
VEJA Rio
Comer e Beber
VEJA na Sala de Aula
Temas
Reportagens, vídeos,
infográficos e cronologia
de assuntos em
destaque no noticiário

Blogs e colunistas
Antonio Ribeiro, de Paris
Augusto Nunes, coluna
Caio Blinder, de Nova York
Felipe Moura Brasil, blog
Fernanda Furquim, séries de TV
Geraldo Samor, mercados
Isabela Boscov, cinema
Lauro Jardim, Radar on-line
Leandro Narloch,
O Caçador de Mitos

Leonel Kaz, cultura
Lucia Mandel, dermatologia
Patrícia Villalba, Quanto Drama!
Paula Pimenta, Fazendo meu blog
Reinaldo Azevedo, blog
Ricardo Setti, coluna
Rodrigo Constantino, coluna
Sérgio Rodrigues,
livros e escritores

Cidades Sem Fronteiras,
Mariana Barros

Parceiros
Contas Abertas
Excelências
Blogs da redação
Impávido Colosso,
infográficos

VEJA Meus Livros
Dez Mais, variedades
Acervo Digital, história
Sobre palavras,
Sérgio Rodrigues

Enquetes, opinião
Sobre Imagens, fotografia
Imperdível, variedades
Testes,
conhecimentos gerais

Serviços
Assine VEJA
iba clube
Busca
RSS
Twitter
Facebook
iPhone
Celular
Newsletter VEJA
Fale conosco
Para anunciar
Abril SAC
Aponte erros
Tempo
Cotações
Redes Sociais
Termo de uso
Política de
Privacidade



Editora AbrilCopyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados




















Pravda.Ru





Por que Israel mente sobre o Irã?


Pravda.Ru-22 de abr de 2015


"Sabemos que [Netanyahu] mente. Mas a questão é por que fazer isso? Qual a ...