segunda-feira, 6 de abril de 2015

É fácil tomar conclusões precipitadas ou com base em relatórios que merecem tanta análise quanta a que supostamente promovem. Infelizmente, Israel pode errar como qualquer outra entidade humana e uma vez comprovado deve ser cobrado corretamente pela situação situação. Não justifica os sentimentos antissemitas e antisionistas globais, assim como as imprudências da Onu não são intocáveis e tampouco modelos globais. Tropas e efetivos da Onu tem servido direta ou indiretamente de apoio a grupos terroristas e é lógico que se coloca na mesma direção destes, tornando cada situação muito mais complexa do que um ataque de histeria anti-israel possa acompanhar. O mundo árabe (não israelense) recusou a partilha de 1948, que sacanamente agora diz aceitar às vezes, assim como babou até 1967 pela imposição da força exterminadora, quando tiverem a pior surpresa que sequer imaginavam: um Israel débil, sem americanos, ingleses ou franceses, e contra equipamentos e mercenários russos nas tropas de nações árabes conjugadas, avançando em seis dias rumo a todas as capitais vizinhas do Islã nazi-terrorista. E em todo acordo de paz, o Estado Hebreu é traído e usado, repetidamente… Vinde justiceiros globais! Anonymos ou não, marionetes de uma decadência lamentável.



Israel responsável pela morte de soldado espanhol da ONU – relatório
5/4/2015, 15:44


Relatório militar confidencial, dado a conhecer pelo El País, revela que Israel foi corrigindo a trajetória dos ataques até acertar no posto onde o soldado espanhol estava de vigia.


AFP/Getty Images

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Israel será responsável pela morte de um militar espanhol das Nações Unidas durante a guerra do Líbano, de acordo com um relatório militar confidencial espanhol, noticiado este domingo pelo El País.

Citando partes do relatório, o jornal espanhol usa testemunhos de soldados que dizem que o ataque a míssil de um posto das Nações Unidas onde estava o soldado espanhol Javier Soria Toledo, de 36 anos, foi intencional.


O ataque terá sido feito nas zonas na fronteira com o Líbano, onde dias antes desse incidente a 28 de janeiro tinha sido alvo de um ataque do Hezbollah que provocou a morte a dois soldados israelitas.

“Eles [Exército israelita] corrigiam sempre a trajetória do Majidiye para o [posto] 4-28”, onde estavam os soldados das Nações Unidas, disse um dos soldados destacados nesse posto.

Outro soldado espanhol, Julio Xavier Garcia, disse que os primeiros disparos caíram a cerca de 500 metros a norte do posto, mas depois a “corrigiram a trajetória em direção à posição” onde estava o posto.

O bombardeamento acabou por atingir a torre principal de vigia, onde estava o soldado.

O relatório dirá ainda, segundo o El País, que Israel avisou os soldados da ONU para não saírem do posto por volta das 11h40, sem dar qualquer explicação. Entre as 11h48 da manhã, e as 13h43, a área foi bombardeada com mais de 200 projeteis, entre os quais morteiros, diz o mesmo documento.

As Nações unidas tinham uma força no Líbano com 10 mil homens, de 35 países, dos quais 600 eram espanhóis.
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3 Comentários

Esta estipulado superiormente que aos numerosos crimes executados pelos sionistas ao longo dos quase setenta anos de exitencia, tudo sera perdoado. Para aquela gente e para os seus numerosos crimes e traicoes jamais existira um TPI.
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Veremos.
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É fácil tomar conclusões precipitadas ou com base em relatórios que merecem tanta análise quanta a que supostamente promovem. Infelizmente, Israel pode errar
como qualquer outra entidade humana e uma vez comprovado deve ser cobrado corretamente pela situação situação. Não justifica os sentimentos antissemitas e antisionistas globais, assim como as imprudências da Onu não são intocáveis e tampouco modelos globais. Tropas e efetivos da Onu tem servido direta ou indiretamente de apoio a grupos terroristas e é lógico que se coloca na mesma direção destes, tornando cada situação muito mais complexa do que um ataque de histeria anti-israel possa acompanhar. O mundo árabe (não israelense)
recusou a partilha de 1948, que sacanamente agora diz aceitar às vezes, assim como babou até 1967 pela imposição da força exterminadora, quando tiverem a pior surpresa que sequer imaginavam: um Israel débil, sem americanos, ingleses ou franceses, e contra equipamentos e mercenários russos nas tropas de nações árabes conjugadas, avançando em seis dias rumo a todas as capitais vizinhas do Islã nazi-terrorista. E em todo acordo de paz, o Estado Hebreu é traído e usado, repetidamente…
Vinde justiceiros globais!
Anonymos ou não, marionetes de uma decadência lamentável.
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