quarta-feira, 29 de abril de 2015

Sejam liderados por Iehouah Tseva'ot, Israel; sionistas; e israelitas. Neste governo seja pago o pleno preço de ser e viver a saga hebraica que nos foi legada. Em uma só potência: força; força; força; e mais força!


Sejam liderados por Iehouah Tseva'ot, Israel; sionistas; e israelitas. Neste governo seja pago o pleno preço de ser e viver a saga hebraica que nos foi legada. Em uma só potência: força; força; força; e mais força!

Netanyahu fecha acordo para formar governo em Israel
Partidos ultra-ortodoxo e de centro direita confirmaram apoio ao Likud. Primeiro-ministro deve conseguir coalizão com 67 cadeiras no Parlamento.
29/04/2015 20h13 - Atualizado em 29/04/2015 20h13
France Presse
Da France Presse
Benjamin Netanyahu durante discurso em cerimônia do Memorial Day, em Jerusalém, no dia 22 de abril  (Foto: AFP Photo/Ammar Awad/Pool)
Benjamin Netanyahu durante discurso em cerimônia do Memorial Day, em Jerusalém, no dia 22 de abril (Foto: AFP Photo/Ammar Awad/Pool)
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, firmou nesta quarta-feira (29) um acordo com dois partidos políticos para formar o novo governo, uma semana antes do final do prazo, no dia 6 de maio.
O atual chefe de governo, que venceu as legislativas de 17 de março, obteve acordo com o partido ultra-ortodoxo Judaísmo Unificado da Torah e com o partido de centro direita Kulanu, que somados ao Likud têm 46 cadeiras no Parlamento.
Netanyahu, cujo Likud obteve 30 cadeiras, ainda precisa conseguir o apoio de outros partidos para manter uma situação confortável no Parlamento, que reúne 120 deputados.
O líder do Kulanu, Moshe Kahlon, que se considera de vocação social, ficará com a pasta das Finanças, confirmou o Likud, que anunciou em outro comunicado o acordo com os ultra-ortodoxos do Judaísmo Unificado da Torah, liderados por Yaakov Litzman.
Segundo a imprensa local, o partido de extrema direita Lar Judeu, os ultra-ortodoxos do Shass e os ultra-nacionalistas do Israel Beiteinu também fecharão com Netanyahu até 6 de maio, o que permitirá ao premier uma coalizão confortável de 67 cadeiras no Parlamento.
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