quinta-feira, 2 de abril de 2015

Todos ocidentais se acostumaram a querer a paz, assim como o capital, com clientes, produtos e serviços. A China começou em pouco tempo esse ritmo e a Rússia é antiga veterana. Mas que atitude é vista de inúmeros reinos e governos maometanos desde o século oito d.c? Quem matou e trucidou incomparavelmente mais? Tropas islâmicas irrestritas por todo oriente médio já por mil e trezentos anos ou as cruzadas que não passaram de quatro e com focos de abordagem específicos? Israel supostamente nuclear faz ou promove destruição de seus opositores, enquanto o Irã abertamente prega o extermínio de Israel? Pra quê ter gangs de milhões de fundamentalistas armados contra todo planeta que recusar cantar 'Alah Akbah"?


Quinta, 02 de Abril de 2015

Como fecha a porta de um cockpit? por:

Conflito Israel mantém em aberto todas as opções em relação ao Irão
O ministro das Informações israelita, Yuval Steinitz, afirmou hoje que todas as opções, incluindo a militar, estão em aberto face à ameaça de um Irão com capacidade bélica nuclear.

MUNDO
Lusa

12:53 - 02 de Abril de 2015 | Por Lusa

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Questionado pela rádio pública israelita sobre a possibilidade de um ataque de Israel ao Irão no caso de fracassarem as negociações a decorrer em Lausanne, Steinitz disse que o seu país trabalhará a via diplomática, mas, "se não tiver escolha, (...) a opção militar está sobre a mesa".

Sobre eventuais objeções dos Estados Unidos a um ataque, o ministro referiu que em junho de 1981 a aviação israelita atacou o reator nuclear iraquiano de Osirak e que "essa operação não foi lançada com o acordo dos Estados Unidos".

"O primeiro-ministro (Benjamin Netanyahu) disse muito claramente que Israel não vai permitir que o Irão se torne uma potência nuclear", disse.

A cidade suíça de Lausanne acolhe desde há vários dias negociações sobre o contestado programa nuclear iraniano entre o Irão e o chamado Grupo 5+1, constituído pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido) e a Alemanha.

Depois de intensas conversações mantidas esta madrugada pelos dois protagonistas centrais do processo, os chefes das diplomacias iraniana, Mohammad Javad Zarif, e norte-americana, John Kerry, a parte iraniana deu hoje conta de "progressos significativos".

"Conseguimos progressos significativos, mas ainda não temos um resultado final", disse Zarif. O negociador iraniano para as questões técnicas, Ali Akhbar Salehi, disse por seu lado que "há luz no horizonte".

Segundo Zarif, "está prevista uma declaração à imprensa se as coisas avançarem hoje".

Fonte diplomática ocidental disse no entanto à agência France Presse que "o fim está de longe de estar iminente".

O Irão e as grandes potências tentam alcançar um projeto de acordo sobre o nuclear que permita chegar a um texto final até 30 de junho.

"É um acordo quadro. Não se destina a resolver a questão de forma definitiva, mas a fixar os parâmetros do acordo final e clarificá-los de maneira precisa para evitar tanto quanto possível quaisquer ambiguidades e manter minimamente sob controlo as dissonâncias", explicou um diplomata ocidental à mesma agência.

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