domingo, 17 de maio de 2015

Brasileiros que edificam e constroem a vida positiva dos povos agem como Gil e Caetano cantando em Israel. Já os que apoiam a terrorista, fanática e golpista causa palestina, amiúde estão também destruindo o próprio Brasil em semelhança dos que vivem pra destruir Israel






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Atualizado em 17.05.2015 às 18:36
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Show de Caetano e Gil em Israel divide grupos na rede

Publicado em 17.05.2015, às 19h15

Atualizado em 17.05.2015, às 18h36

Perspectiva da apresentação musical em Tel Aviv, um ano após ofensiva militar que deixou mais de 2 mil mortos em Gaza, causou a indignação de movimentos sociais
Foto: reprodução/Internet


Da Folhapress



Quando foi anunciado que Gilberto Gil e Caetano Veloso irão se apresentar em 28 de julho, em Tel Aviv, duas comunidades rivais se mobilizaram em torno da pergunta: com o que combina a tropicália?

O questionamento, feito em dois grupos de Facebook com centenas de seguidores, levou a um debate no Brasil e em Israel sobre o evento.

A perspectiva da apresentação musical em Tel Aviv, um ano após a ofensiva militar que deixou mais de 2.000 mortos em Gaza, causou a indignação de movimentos sociais -e a criação da página chamada "Tropicália Não Combina com Apartheid".

O chamado ao boicote, porém, deu origem a um segundo movimento, dessa vez a favor dos shows em território israelense. O nome, "Tropicália Combina com Liberdade", foi escolhido como resposta à campanha anterior.

"[O boicote é] uma forma de pressão legítima e eficaz da sociedade civil, não só no âmbito cultural, por justiça, igualdade e liberdade, diante da inação dos governos e órgãos internacionais", diz à reportagem Pedro Charbel, coordenador de campanhas do Comitê Nacional Palestino de BDS para a América Latina.

No caso, BDS é a sigla para "boicote, desinvestimento e sanções", um movimento global com estratégias que buscam pressionar Israel pelo fim da ocupação de territórios palestinos. Há um debate a respeito do impacto real dessas práticas, em especial nos setores cultural e acadêmico.

SHALOM

O "Tropicália Não Combina com Apartheid" tinha reunido, até o domingo (16), mais de 5.000 assinaturas em uma petição on-line. A reportagem entrou em contato com as assessorias de imprensa de Gilberto Gil e Caetano Veloso, que não responderam aos pedidos de entrevista.

Não será a primeira vez, porém, que Gilberto Gil leva sua produção musical para Israel. Em 2011, ele esteve duas vezes no país com seus shows. O artista tem boa recepção por ali, e sua música "A Paz" foi tocada em hebraico em 2014 durante um protesto contra a ofensiva militar israelense em Gaza.

Israel tem, aliás, uma longa tradição de apreço pela música brasileira, com diversos clássicos traduzidos para o hebraico. Um dos grandes sucessos, nesse sentido, é o "Trem das Onze", de Adoniran Barbosa, cantado em Israel em uma simpática versão com o título de "Afilu Daká" ("nem um minuto").

Quando se deram conta do movimento contra a visita dos artistas, um grupo de "jovens cariocas" -que não divulgaram seus nomes reais- decidiu fazer uma campanha "com o objetivo de alertar o máximo possível de pessoas sobre os males do BDS na busca pela paz".

"Nós moramos por um ano em Israel e tivemos a oportunidade de conhecer de perto a verdadeira realidade do país", afirmaram em mensagem à reportagem. "O boicote é sempre a pior forma de lidar com um conflito, pois impossibilita o diálogo que procura uma solução."


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