sexta-feira, 8 de maio de 2015

Cabe a Comunidade Internacional compreender que Israel não pose pode fracionado tampouco Jerusalém dividida, muito pelas pretensões ideológicas de cada grupo e agrupamentos.

Cabe a Comunidade Internacional compreender que Israel não pose pode fracionado tampouco Jerusalém dividida, muito pelas pretensões ideológicas de cada grupo e agrupamentos.

g1
Israel aprova 900 casas para colonos em Jerusalém Oriental
As 900 casas serão construídas na colônia de Ramat Shlomo. Comunidade internacional considera ilegal a colonização.
07/05/2015 09h51 - Atualizado em 07/05/2015 09h51
France Presse
Da France Presse
As autoridades israelenses autorizaram a construção de 900 casas para colonos em Jerusalém Oriental, a parte palestina da cidade ocupada e anexada por Israel, anunciou a ONG anticolonização Paz Agora.
A decisão foi adotada na quarta-feira (6), poucas horas antes do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciar a formação de uma coalizão de governo, segundo a ONG.
Várias autoridades palestinas chamaram de "governo de colonos" o novo Executivo de direita.
As 900 casas serão construídas na colônia de Ramat Shlomo.
A comunidade internacional considera ilegal a colonização, ou seja, a construção de casas civis nos territórios ocupados ou anexados por Israel desde 1967, assim como um obstáculo para a paz entre israelenses e palestinos.
Netanyahu prosseguiu com a prática iniciada por seus antecessores, sobretudo emJerusalém Oriental, onde os palestinos desejam estabelecer a capital do Estado a que aspiram. Israel considera Jerusalém sua capital indivisível.

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  • Ricardo Sahd
    há um dia
    Israel continua se colocando contra TODA a Comunidade Internacional obrigando os EUA a reverem URGENTE sua politica quanto a esta nova forma de nazismo praticada pelos falcões israelenses!! Agindo assim, Israel cria o seu próprio isolamento em relação ao mundo todo!!

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MUNDO08/05/2015 08:12

Palestina negociará com Israel o fim da colonização


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Farouk Batiche/AFPMahmud Abbas: "o povo israelense elege seus representantes e nós interagiremos com os escolhidos, independentemente do ganhador e do governo que este forme"



Moscou - A Palestina negociará com qualquer governo israelense que coloque fim à construção de novos assentamentos nos territórios ocupados, disse o presidente palestino, Mahmoud Abbas, em entrevista publicada nesta sexta-feira pela agência russa "Interfax".

"Estamos dispostos a iniciar autênticas negociações, com um 'roteiro' definido, com qualquer governo israelense que se comprometa a congelar a construção de assentamentos", disse Abbas antes de comparecer amanhã a Moscou para o desfile militar por ocasião do 70° aniversário da Vitória soviética sobre a Alemanha nazista.

Há dois dias, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou a formação de um governo integrado pelo conservador Likud e o ultranacionalista e pró-colonizador Lar Judaico, além de outros três partidos, um de centro-direita e dois ultra -ortodoxos.

"O povo israelense elege seus representantes e nós interagiremos com os escolhidos, independentemente do ganhador e do governo que este forme", ressaltou Abbas.

O líder palestino também se referiu ao projeto de resolução da ONU que é preparado pela França sobre a questão palestina e recalcou que o texto deverá incluir "o fim da ocupação, a criação de um Estado palestino com capital em Jerusalém Oriental nas fronteiras de 1967".


Enquanto isso, o destacado dirigente e negociador-chefe palestino, Saeb Erekat, assegurou ontem que o novo governo de Netanyahu está contra a paz e trará mais violência.

"Este governo israelense é um governo de colonos que defende os assentamentos e que tem por objeto destruir o princípio da solução de dois Estados", lamentou Erekat.

Israelenses e palestinos interromperam sem resultados o último processo de negociação impulsionado pelos EUA em abril do ano passado e, desde então, toda tentativa de reanimá-lo foi infrutífera.

Tópicos: Governo, Israel, Palestina
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