quarta-feira, 13 de maio de 2015

O povo judeu não pode ter um Estado de Israel como soberano, com supostos palestinos criando estado às custas do que já existe. A Comunidade Internacional se colocando na pele dos envolvidos, tem todo motivo para estimular que os palestinos amadureçam a ponto de serem integrados às nações vizinhas e alguns a Israel.


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MUNDO13/05/2015 12:36

Coalizão de Netanyahu lista paz com palestinos prioridade


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Ronen Zvulun/ReutersBenjamin Netanyahu: o primeiro-ministro de Israel havia descartado a criação de um Estado palestino durante a campanha das legislativas, mas se retratou há pouco tempo



Jerusalém - A provável próxima coalizão governamental israelense considera a paz com os palestinosum de seus maiores objetivos, segundo o texto que publicou nesta quarta-feira com suas diretrizes.

"O governo trabalhará para fazer o processo diplomático avançar e fará todo o possível para conseguir um acordo de paz com os palestinos e com todos (os) vizinhos (de Israel), preservando a segurança e os interesses históricos e nacionais" do país, afirma um documento entregue ao Parlamento.

O primeiro-ministro em fim de mandato, o conservador Benjamin Netanyahu, submeterá seu novo governo à aprovação do Parlamento na quinta ou segunda-feira. Dispõe de uma precária maioria de 61 assentos de um total de 120, o que o deixa à mercê de qualquer deserção entre suas fileiras.

Segundo o documento, a paz com os palestinos aparece em segundo lugar nas prioridades da coalizão de Netanyahu, após o direito dos judeus a um Estado soberano em Israel. Um acordo de paz deve ser votado no Parlamento e, se for necessário, um referendo será realizado.

O texto não menciona, no entanto, a criação de um Estado palestino independente, embora esta iniciativa esteja no centro de todos os projetos elaborados pela comunidade internacional para solucionar um conflito de várias décadas.


Netanyahu havia descartado a criação de um Estado palestino durante a campanha das legislativas de 17 de março, embora tenha se retratado há pouco tempo. Segundo ele, nunca mudou de opinião desde que, em 2009, abordou pela primeira vez um possível Estado palestino que coexista com Israel, mas as condições atuais não permitem que este projeto seja levado adiante.

Os princípios da coalizão publicados nesta quarta-feira não diferem dos apresentados pelos dois governos anteriores de Netanyahu, em 2009 e 2013.

Tópicos: Conflito árabe-israelense,Israel, Palestina
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