segunda-feira, 29 de junho de 2015

Iehouah te abençoe Tsahal. Parabéns Netanyahu e Israel.



Israel intercepta barco de ativistas pró-Palestina
Barco pretendia romper o bloqueio da Faixa de Gaza. Marinha pediu que embarcação desviasse rumo.
29/06/2015 07h47 - Atualizado em 29/06/2015 07h47
France Presse
Da France Presse
Um navio israelense é visto no mar Mediterrâneo perto do porto de Ashdod. A embarcação interceptou um barco de manifestantes palestinos nesta segunda-feira (29) (Foto: Amir Cohen/Reuters)
Um navio israelense é visto no mar Mediterrâneo perto do porto de Ashdod. A embarcação interceptou um barco de manifestantes palestinos nesta segunda-feira (29) (Foto: Amir Cohen/Reuters)
A Marinha israelense interceptou nesta segunda-feira (29), sem recorrer à força, um barco de ativistas pró-Palestina que pretendia romper o bloqueio da Faixa de Gaza ao lado de outros três navios, que retornaram a seu porto de origem.
"Em cumprimento à legislação internacional, a Marinha israelense pediu ao navio em várias ocasiões que desviasse o rumo", afirma o exército em um comunicado.
"Diante da recusa, a Marinha interceptou o barco em águas internacionais para impedir seu plano de romper o bloqueio marítimo da Faixa de Gaza", completa a nota.
O barco era escoltado para o porto israelense de Ashdod, ao norte de Gaza, e deve chegar nas próximas 24 horas.
Uma porta-voz militar confirmou à AFP que o navio é o sueco "Marianne de Göteborg", que integra "Flotilha da Liberdade III", um comboio de quatro embarcações com ativistas que desejam romper o bloqueio da Faixa de Gaza.
Entre os passageiros estavam o deputado árabe-israelense Bassel Ghattas e o ex-presidente tunisiano Moncef Marzouki, assim como deputados de países europeus e árabes.
Os outros três navios "mudaram de rumo e retornaram para seu porto de origem", afirma um comunicado divulgado pelos militantes a bordo do "Canadian Boat to Gaza".
"Esta flotilha nada mais é que uma demonstração da hipocrisia e das mentiras que apenas ajudam a organização Hamas e que ignora todos os horrores e, nossa região", afirma o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em um comunicado, no qual elogia o trabalho das forças de segurança de Israel.
Os passageiros da "Flotilha da Liberdade III" afirmam que desejam chamar a atenção para o bloqueio terrestre, aéreo e marítimo imposto por Israel à Faixa de Gaza desde o sequestro de um soldado em junho de 2006 pelo Hamas, medida que foi reforçada um ano mais tarde, quando o movimento islamita assumiu o poder no território palestino.
Concretamente, o bloqueio marítimo significa que é impossível entrar nas águas de Gaza ou afastar-se mais de seis milhas náuticas das costas de Gaza, sob pena de provocar tiros da Marinha israelense, o que acontece com frequência com os pescadores palestinos.
O comboio pretendia aproveitar o atual contexto, no qual Israel enfrenta pedidos de boicote e pressões internacionais. Além disso, a ONU acusa o Estado hebreu, assim como os grupos armados palestinos, de possíveis crimes de guerra durante o conflito em Gaza no ano passado.
Antes da atual flotilha, outros militantes tentaram superar o bloqueio pelo Mediterrâneo.
Em 31 de maio de 2010, uma expedição acabou em um banho de sangue quando soldados israelenses atacaram seis navios civis em águas internacionais, entre eles o "Mavi Marmara", que transportava ajuda humanitária a Gaza. Dez turcos morreram na ação, o que provocou uma grave crise diplomática entre Israel e Turquia.

SEJA O PRIMEIRO A COMENTAR

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.
Imagem do usuário
    RECENTES
    POPULARES
  • Benaiah Leiehouah
    Globo oscilante: o Mavi Marmara estava lotada também de terroristas armados que atacaram e lesaram soldados israelenses antes destes esboçarem ação. O mundo pró palestiniano terrorista tem que ser completamente derrubado e destroçado.
    Imagem do usuário
  • Conforme Termo de Uso, comentários com conteúdo inadequado e spam poderão ser removidos a critério da Globo.com.
Mundo
versão clássica
Globo © 2001-2014
princípios editoriais