terça-feira, 25 de agosto de 2015

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RTP Notícias
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Israel liberta centenas de refugiados africanos no deserto

Sandra Salvado - RTP25 Ago, 2015, 16:36 / atualizado em 25 Ago, 2015, 21:03 | Mundo


| Amir Cohen, Reuters
Israel começou a libertar centenas de refugiados africanos, após uma decisão da justiça contrária à política do Governo. E se alguns estão gratos, outros dizem que não há nada para comemorar.



Na frente de uma paisagem de arame farpado, com o deserto no horizonte, a liberdade tomou um gosto duvidoso para todos os que saíram agarrando a esperança e os cobertores debaixo do braço.

As pessoas libertadas, sudaneses de Darfur, que fogem da guerra e da miséria, deixaram o centro de detenção de Holot, no deserto de Neguev, com grandes malas.

No total são 1.178 pessoas, informou Sivan Weitzman, porta-voz das autoridades prisionais, à agência France Presse e cerca de 750 já deixaram o centro.
"Não há nada para comemorar"
Agora o problema que se coloca é que os refugiados não sabem para onde ir, já que as autoridades proibiram a entrada nas cidades de Tel Aviv e Eilat para impedir uma concentração muito elevada das pessoas e possíveis tensões com a população.

"Não há nada para comemorar! Nós não sabemos para onde ir, onde vamos dormir esta noite?", questionou Salah, um sudanês de 33 anos, que chegou a Israel há nove anos.

Tal como outras centenas de pessoas, Salah foi libertado depois de uma decisão do Supremo Tribunal que ordenou, no dia 11 de agosto, que os requerentes de asilo detidos há mais de um ano tinham que sair.

Já Fissel Sidig Adam, um sudanês de 28 anos, disse à agência France Presse que é grato ao Supremo Tribunal de Justiça, mas esperava que o Estado ajudasse mais. 
Vida melhor a curta distância
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu sempre considerou a presença destes refugiados uma ameaça à identidade étnica do Estado judeu.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), Israel abriga 53 mil refugiados e com pedidos de asilo. Muitos entraram no país ilegalmente pelo Sinai egípcio. 

Israel é considerado o único país com um bom nível de vida e, para estes refugiados, a esperança mais próxima de uma vida melhor a curta distância - casos ainda longe de terem um desfecho pacífico.


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