segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Netanyahu: libertar ou deportar um assassino terrorista que cabia não estar vivo, é mais um ato de traição contra todo povo de Israel, judeus, árabes ou o que sejam.







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Israel só admite libertar grevista da fome se este aceitar deportação

RTP17 Ago, 2015, 17:39 / atualizado em 17 Ago, 2015, 20:55 | Mundo



O procurador, Gilad Erdan (à dir.) | Abir Sultan, Reuters
O Gabinete do Procurador do Estado israelita informou, na segunda-feira, que está a ponderar libertar o prisioneiro palestiniano Muhammad Allan. Este encontra-se em estado crítico devido a uma greve de fome de 64 dias.



Em resposta à petição para libertar Muhammad Allan, o Gabinete escreveu ao Tribunal Superior da Justiça, antes de uma audiência. A condição posta para a libertação obrigaria o detido a deixar o país por um período de quatro anos, lê-se no Jerusalem Post.

Durante o julgamento, o Tribunal disse que ainda não existiriam mudanças na frente judicial, uma vez que a decisão prévia da detenção foi legal. Dadas as circunstâncias, foi marcada uma reunião para discutirem a questão sob uma perspetiva médica, na próxima quarta-feira.

O ministro da Segurança Pública, Gilad Erdan, afirmou que, se Israel libertar Allan por causa da sua saúde, isso poderá “levar a uma greve em massa entre os prisioneiros de segurança e [fornecer] uma nova arma para os terroristas”.

“Condição médica que ele próprio causou”
Gilad Erdan acrescentou que é “uma petição estranha, que procura libertá-lo por causa de uma condição médica que ele próprio causou”. A petição foi apresentada pelo grupo de direitos humanos Adalah.

Muhammad Allan é membro da Jihad Islâmica, que já fez declarações. Dada a condição do prisioneiro, o grupo alertou que se o seu membro morrer à fome irá retomar os ataques. O aviso foi feito no 61.º dia de greve, após o palestino ter perdido a consciência. De acordo com os médicos do centro médico que o acolheu, Allan corre risco de vida.

No domingo, centenas de manifestantes a favor e contra Allan entraram em confronto. Os conflitos decorreram à porta do Hospital Barzilai, em Ashkelon, onde o detido está a receber tratamento.

As autoridades de segurança estão preocupadas com as repercussões que a possível morte de Muhammad poderá ter. As tentativas feitas para manter o prisioneiro vivo têm como intenção evitar uma onda de tumultos, sem ceder às exigências.

A greve de fome está a ser usada como um protesto contra a detenção.






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