quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Todos interesses podem e tem que ser trabalhados com as diretrizes militares da Segurança Israelense. Enfatizando, o Tsahal não pode ser limitado por demandas de longo prazo quando sua responsabilidade é tanto de longo como curto prazo. Todo aquele em Israel que não se alinhar ao sionismo do Estado Judeu De Israel, representa uma variável de ameaça ao Israel amigo de todos os povos de bem da Terra.






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MUNDO18/08/2015 10:32

Israel reinicia construção de muro em Cremisan


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Mahmud Hams/AFPCrianças palestinas com bandeira: moradores de Bet-Jalla, incluído o Mosteiro católico de Cremisán e seu convento, há uma década lutam na justiça contra o muro



Jerusalém - O Ministério da Defesa de Israel reiniciou esta semana a construção do muro de separação no vale palestino de Cremisan, perto de Belém, apesar de a Suprema Corte ter invalidado a decisão e pedido ao governo que a reconsiderasse.

O maquinário pesado chegou ontem ao vale de Cremisan, entre a cidade palestina de Bet-Jalla e a colônia judaica de Gilo, e começou a arrancar oliveiras para preparar o terreno para a construção, denunciou o pároco da Igreja da Anunciação de Bet-Jalla, Ibrahim Shomali, à Agência Efe.

"Israel tirou ontem suas escavadeiras, e o exército começou a arrancar oliveiras milenares para construir o muro. É uma tragédia para a natureza, uma tragédia para a comunidade cristã e uma tragédia para o povo palestino da região de Belém", assinalou o religioso.

Segundo ele, o exército israelense "planeja arrancar milhares de árvores" para levantar a barreira e, por enquanto, não entregou aos proprietários das terras um mapa com seu traçado, para que els "não possam recorrer aos tribunais novamente".

Os moradores de Bet-Jalla, incluído o Mosteiro católico de Cremisán e seu convento, há uma década lutam na justiça contra o muro.


Em abril o Supremo aceitou seu pedido contra a construção e pediu então às autoridades para "considerar outras alternativas" para a barreira de separação, cujos trabalhos estiveram parados durante anos por ordens judiciais que, no entanto, a corte se recusou a renovar mês passado.

Os residentes denunciam que ontem foram arrancadas oliveiras de mais de 1.500 anos de antiguidade e acusam o muro de isolar 3.500 quilômetros quadrados de suas terras.

Durante os últimos anos, os cristãos de Cremisan protagonizaram diversos protestos para tentar evitar a construção do muro, entre eles missas semanais ao ar livre onde se planeja construi-lo.

Bet-Jalla é uma das últimas áreas verdes do distrito de Belém e pertence a 58 famílias cristãs e à Igreja Católica.

A possível construção do muro não só dividirá as terras, mas afetará a rotina diária de centenas de crianças que frequentam uma escola infantil e o trabalho do mosteiro, que terá seus acessos dificultados.




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