sábado, 17 de outubro de 2015

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah A memória de "Israel" permaneceu e permanecerá. Seus oponentes e críticos por milhares de anos desaparecem e raramente são lembrados como lição de lástima e inutilidades. O Gênio que você citou é cem por cento israelense, asquenaz e kazar nas sua mais remota origem. Tudo que escreve contra Israel e Judeus somente exalta Israel e os próprios judeus, pois se não há uma raça, há uma reunião da humanidade, se o fator mantenedor não é a religião, a superação transcendente é fascinante e fenomenal. Estudem antissemitas, pois suas "obras-primas" me ensinam a amar cada vez o sionismo em suas diferentes faces



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Rumo à 3ª Intifada: Por que Israel não tem futuro no Oriente Médio
17.10.2015 | Fonte de informações: Pravda.ru

Rumo à 3ª Intifada: Por que Israel não tem futuro no Oriente Médio. 23101.jpeg
"Quero dizer algumas palavras sobre o regime sionista. Depois que se concluíram as negociações nucleares, ouvimos os sionistas dizerem na Palestina ocupada: "Com essas negociações, não teremos de nos preocupar com o Irã nos próximos 25 anos; só depois, pensaremos no caso."

Quero dizer-lhes que, para começar, não estarão aí daqui a 25 anos, para pensar sobre coisa alguma. Com a graça e por favor de Allah, daqui a 25 anos já não haverá nem sinal do que hoje se conhece como "regime sionista". Segundo, durante esse tempo, o espírito islâmico revolucionário, épico, deJihad, não lhes dará sossego nem por um segundo.

Os sionista já deveriam saber disso. As nações despertaram. Agora já sabem onde está o inimigo. Claro, alguns governos e a propaganda do inimigo quer trocar os lugares, amigos, por inimigos, mas nada conseguirão. As nações - especialmente muçulmanas, especialmente as nações regionais - estão vigilantes e bem despertas.
Pois é. O regime sionista e os EUA já estão reduzidos ao que se vê."
(Discurso do Supremo Líder Aiatolá Ali Khamenei, 9/9/2015)
______________________________________________________

Dia 9 de setembro de 2015, Sayed Ali Khamenei, Supremo Líder do Irã, repetiu o compromisso da República Islâmica, de, por palavras e por atos, libertar a Palestina ocupada e pôr fim ao chamado 'Estado de Israel', último 'estado' colonizador que resta no planeta, tão vicioso quanto anacrônico. Disse que, apesar do acordo nuclear, não se pode confiar nos EUA, o "Grande Mal e inimigo dos povos", piores que o próprio demônio, porque não há meio pelo qual seja possível separá-los de suas políticas imperialistas, e que portanto devem continuar a ser considerados inimigos, com os quais qualquer negociação ou contato é proibido. O Irã pode e deve confiar só no seu próprio povo e no próprio desenvolvimento, para se autopreservar contra ameaças e agressões externas, disse o aiatolá Khamenei.

Quanto à entidade sionista, Sayed Khamenei previu que, dentro de 25 anos, já nem existirá tal coisa no mapa do Oriente Médio, confirmando a posição já há muito tempo afirmada e conhecida da República Islâmica, que se resume na famosa frase de 1979: "Israel é tumor canceroso que tem de ser extirpado para sempre." De fato, desde a Revolução Islâmica, o Irã sempre foi o principal provedor e apoiador da luta armada contra Israel, ajudando grupos da Resistência Palestina e Libanesa por todas as vias possíveis (financeiramente, militarmente, diplomaticamente, provendo treinamento e expertise, etc.), sempre declarando repetidamente que o Irã ajudará qualquer país ou força que se disponha a lutar contra Israel.

Em novembro de 2014, no auge da guerra contra ISIS/ISIL e das negociações em Viena do grupo P5 + 1, Sayed Khamenei explicitamente destacou a necessidade de armar os palestinos da Cisjordânia, para abrir nova linha de frente contra Israel e liberar mais territórios ocupados.

Aproximadamente ao mesmo tempo, Sayed Hassan Nasrallah evocou a mesma questão para as Colinas do Golan sírio, onde em janeiro de 2015, confirmou-se presença de força de alto nível dos Guardas Revolucionários Iranianos. E mesmo depois de firmado o acordo nuclear, Sayed Khamenei confirmou sua posição, dizendo que o apoio que o Irã garante à Resistência é inegociável e só aumentará. Comandantes dos Guardas Revolucionários Iranianos disseram também que funcionários e agentes de Israel não estariam jamais em segurança, em lugar algum do mundo. De fato, ninguém poderia mostrar-se mais seriamente comprometido com a destruição de Israel. Hezbollah e o Irã provaram, mais uma vez, que são mestres na arte de converter qualquer ameaça em nova oportunidade.

Netanyahu como se poderia esperar manifestou o desespero da entidade sionista nodiscurso que fez na ONU dia 1º de outubro, no qual só falou do Irã. Apesar de suas acusações de que o Irã teria intenções genocidas (Israel começou e há de acabar como a Argélia Francesa, com os colonizadores ocupantes fazendo as malas e voltando ao seu ocidente bem amado, e o único genocídio que ali se viu foi o genocídio das populações palestinas nativas), a performance ridícula e aqueles patéticos 45 segundos do show de desafio 'com o olhar', mostram com muita eloquência os medos 'legítimos', viscerais, do ilegítimo Estado Judeu - perfeitoalter ego do Estado Islâmico.

A linguagem corporal e a falta de carisma dizem tudo: ambos, o ISIL e Israel conhecerão o mesmo destino e, felizmente para o mundo, serão extintos.

O Irã desempenha papel importante nessas duas frentes de luta contra o terror fanático, na defesa dos superiores interesses dos povos da região.

O que torna essa predição ainda mais relevante que nunca, como disse Sayed Khamenei, é que as nações árabes-muçulmanas afinal despertaram e a última violência atentada contra a soberania das nações do Oriente Médio - o ISIS/ISIL - está sendo enfrentada e derrotada.

EUA e Israel são agora vistos, mais claramente do que nunca antes, como a raiz de todo o mal na região, e o slogan "Morte a Israel" (e "Morte aos EUA"), embora inicialmente cantados por multidões xiitas (do Irã ao Iraque, passando por Líbano e Iêmen), ecoam profundamente, conscientemente e inconscientemente, no coração da vasta maioria de todos os árabes, muçulmanos e homens, mulheres, jovens e crianças livres desse mundo, e são já afirmados, cada vez mais abertamente, por todos.

Ilustração disso se vê em muitos vídeos de multidões por todo o planeta que queimam bandeiras de Israel (e dos EUA), mas, também, de modo menos dramático mas talvez ainda mais revelador e eloquente, pelas ruas, em entrevistas que a televisão fez durante um ano em vários países árabes (Tunísia, Egito, Líbano, Palestina, etc.), nas quais as pessoas deveriam responder a uma única e simples pergunta: "Onde se localiza o Estado de Israel?". E a maioria dos consultados recusou-se, até, a responder.

A maioria dos consultados protestou já contra os termos da pergunta, porque não existe no mundo nenhum "Estado de Israel". O que existe não passa de entidade sionista usurpadora, um câncer no Território Ocupado da Palestina, condenada a desaparecer por todos os princípios e todas as leis humanas e mais amplas (ONU, a História, a Moral, a Justiça, etc.): esses fatos se autoimporão eles mesmos a todos, assim como a libertação da Argélia Francesa impôs-se contra militares, colonizadores e franceses comuns, que supuseram, até o último momento, que qualquer resistência seria criminosa e impossível; em seguida, tiveram de render-se à realidade.

Cairo, 5 de outubro de 2015

Finalmente, o blefe da Arábia Saudita 'Guardiã dos Dois Locais Sagrados' e a chamada guerra 'sunitas versus xiitas' foi exposta, e os povos árabes e muçulmanos veem já o regime saudita, claramente, pelo que realmente é e sempre foi, um Cavalo de Troia da hegemonia ocidental, uma heresia, fonte, provedor e mantenedor do terrorismo, outro câncer que ataca o próprio Islã.

O ISIS nada tem a ver com os ensinamentos do Islã, mas tem tudo a ver com o que dizem Muhammad b. Abd-al-Wahhab e a Casa de Saud, cuja visão aplicam e disseminam.

Antes da interferência do ocidente, o mundo islâmico sabia lidar com o predecessor deles, Ibn Taymiyya, fanático, mas figura marginal, que passou quase toda a vida nos calabouços de onde jamais deveria ter saído. E, não fosse pelo envolvimento direto do Imperialismo Britânico, o regime da Arábia Saudita jamais teria sobrevivido até o século 20, e o país seria ainda conhecido como Hijaz; e nem as doutrinas Wahhabistas ter-se-iam espalhado pelo mundo, graça a inexaurível capacidade de persuadir que têm os petrodólares.

Mas hoje, com os desdobramentos na região, especialmente no Iêmen, onde a Arábia Saudita e seus aliados estão sofrendo duros revezes, no que já se configura como derrota esmagadora (como previram ambos, Sayed Khamenei e Sayed Nasrallah); e na Síria, de onde seus 'procuradores' estão sendo varridos pela ofensiva conjunta de Síria, Irã, Hezbollah e Rússia, a queda da Casa de Saud já se configura irreversível. Depois virá a libertação de todos os Territórios Palestinos Ocupados (Colinas do Golan, Cisjordânia, Galileia, etc.) - da qual o fim do ISIS é como uma prefiguração -, a destruição final de Israel e o fim da chamada Pax Americana, que nada foi se não a Era do Terror Internacional, e à qual sucederá um mundo multipolar, do qual essas forças maléficas, pelo menos, terão sido varridas. [Imagem]

As décadas de tortura indiscriminada, brutalização, destruição e assassinatos em massa produzidos por Israel, de terror e humilhações infligidas aos países vizinhos e aos próprios palestinos, tornaram impossível qualquer coexistência entre israelenses e árabes nessa região. Israel foi criada e mantida pela espada e só conseguirá sobreviver enquanto for invencível ou, no mínimo, temida como tal.

Como Sayed Nasrallah relembrou bem, o próprio Ben Gourion disse que Israel cairá depois de perder a primeira guerra. Dado que até hoje não conseguiu matar o espírito de resistência do povo palestino e o comprometimento do povo árabe, dos muçulmanos e de todo o mundo com a causa dos palestinos, e já preso indiscutivelmente num círculo de revezes e derrotas desde 25/5/2000 e 14/8/2006, até as guerras de Guerras de Gaza de 2008-9, 2012 e 2014,  o projeto colonial sionista está condenado. Apenas que, em 1979 e 1982, só os visionários já sabiam.

Esperemos que esteja em curso realmente uma 3ª Intifada na Palestina e que, como Sayed Khamenei prevê, os ocupantes não tenham um dia de paz e segurança. Esperemos que o povo Palestino finalmente entenda que nenhuma negociação é possível com Israel, que deponha o atual governo corrupto, colaboracionista e infame, e abrace plenamente a Resistência Armada, seguindo o exemplo e as exortações do Hezbollah em 2000 e 2006. Tenhamos fé e nos preparemos para festejar.

Coragem, Sr. Netanyahu! Embora os terroristas do exército de Israel não tenham a coragem dos terroristas do ISIS, não será preciso afogá-los todos no mar. Sayed Nasrallah prometeu que na próxima guerra que mudará a face do Oriente Médio, só barcos que cheguem à Palestina Ocupada serão impedidos de navegar. Que todos osbarcos que estejam deixando Israel, conduzindo colonos de volta para de onde saíram viajarão livremente. Mas ainda que aconteça de o senhor ser lançado ao mar, verdade é que o senhor e os parecidos com o senhor sempre sabem o momento certo para abandonar navio que naufraga e são excelentes nadadores.*****
11/10/2015, Salah Lamrani (Sayed Hasan)


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(14)Comentários


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Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Israel não vai desaparecer nunca, porém tanto o terrorismo fundamentalista como o o Islã militante precisam ser erradicados do planeta.
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Edson Luiz Filho
Edson Luiz Filho

Silene Balassiano
nunca vi tanta burrice, asneira, falta de visão política, fundamentalismo, antissemitismo, antisionismo contidas em uma só matéria! isso é caso
ou de polícia ou de internação, imediata! e uma missa em ação de graças, por Israel existir! sabe-se lá como não estaria o mundo hoje em dia em matéria de avanços científicos e tecnológicos, médicos e de todos os setores, se prevalecessem idéias como as deste articulista!
hide...
Deixa eles espernearem Silene, vão tomar na cara de novo e dessa vez não tem "egito forte" nem "síria forte", é só a porcaria da jordania que está falida como sempre, talvez o líbano mas é pouco provável, vai ser tão feia a coisa que vai dar pena deles quando tudo terminar.
ResponderContexto
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Realmente. Apenas há um perigo da antiga tendência tolerante prejudicar a sobrevivência do Povo de Israel. Hebreus e judeus nunca foram e de fato não são bélicos. Seus inimigos contam com isso pra um dia pegá-los de surpresa como quase aconteceu em 1973. Mesmo espartanos na antiguidade e kazares na modernidade, convertidos ao judaísmo (em qualquer opção que seja, mesmo um cristianismo ou outra escolha hebraizada) não mantém as características marciais do seu passado. Oro e medito em prol de que o moderno Israel compreenda a necessidade de sua expansão no Oriente Médio
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Silene Balassiano
Silene Balassiano
nunca vi tanta burrice, asneira, falta de visão política, fundamentalismo, antissemitismo, antisionismo contidas em uma só matéria! isso é caso ou de polícia ou de internação, imediata! e uma missa em ação de graças, por Israel existir! sabe-se lá como não estaria o mundo hoje em dia em matéria de avanços científicos e tecnológicos, médicos e de todos os setores, se prevalecessem idéias como as deste articulista!
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Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Esse seu posicionamento é corretamente necessário na sociedade omissa!
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Edson Luiz Filho
Edson Luiz Filho
Aqueles que procuraram destruir Israel foram destruídos e assim será novamente, aquela terra é deles e mesmo assim eles procuram ter paz com os filisteus (leia-se palestinos modernos) mas esses nunca quizeram ter paz em momento algum com Israel e procuram sua aniquilação porem os inimigos esquecem que o mesmo Eterno que esteve com Israel em todas as guerras esteve tambem nos Seis Dias e no Yom Kipur e novamente estará ao lado de seu povo se Houver uma nova coalizão de forças para "anniquilação", ou por acaso os senhores Egípcios ja se esqueceram que um regimento de artilharia inteiro foi preso por um único soldado israelense? o que será que fez isso acontecer? Shalom!
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Rogério Sousa
Rogério Sousa
Israel é apenas mais um dos muitos mitos criados pela Bíblia, é possível que nunca tenha existido esse país, apenas blefe e ilusão como a doutrina sionista, isso quem diz é o próprio David Sand que é judeu...
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Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
A memória de "Israel" permaneceu e permanecerá. Seus oponentes e críticos por milhares de anos desaparecem e raramente são lembrados como lição de lástima e inutilidades. O Gênio que você citou é cem por cento israelense, asquenaz e kazar nas sua mais remota origem. Tudo que escreve contra Israel e Judeus somente exalta Israel e os próprios judeus, pois se não há uma raça, há uma reunião da humanidade, se o fator mantenedor não é a religião, a superação transcendente é fascinante e fenomenal. Estudem antissemitas, pois suas "obras-primas" me ensinam a amar cada vez o sionismo em suas diferentes faces
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Jayme Souza
Jayme Souza
Israel quer a paz. Israel tem o poder militar muito maior que os árabes. Se os árabes tivessem o poder dos Judeus, loucos fanáticos como são, teriam já feito um genocídio. E quanto a posse da terra, foram os mulcumanos que tentaram tomar todo o mundo há 1000 anos forçando todo mundo a aceitar o Corão ou tinha a opção de ser mortos. Mas foi a ONU que deu metade da Palestina aos Judeus no século passado.
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Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Dez seu comentário. Apenas não vejo que a "ONU" tenha sido autora voluntária dos eventos de 1947. Sem os avanços iniciais do Sionismo na virada do século e grande sacrifício dos envolvidos nada teria acontecido em favor dos judeus
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As Retardices
As Retardices
Nunca vi tanto antissemitismo numa única matéria
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Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
O antissemitismo é uma doença mental surpreendente
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Petrov
Petrov
Israel finge querer paz mas de fato quer expandir seu território, roubando terras árabes e ainda quer que os árabes se ajoelhem. Impossível. A única possibilidade de Israel sobreviver no futuro será construindo muralhas de ferro em todas as suas fronteiras, incluindo as praias, fechadas e cobertas por domo de aço.
Responder 2
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah
Quando Israel decidir anexar terras di Oriente Médio, o resto do mundo e toda sua família vai agradecer, já no contrário é difícil mesmo que possam viver como cidadãos livres, no máximo, escravos braçais e sexuais de bestas fanáticas
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