sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Bem Vindo Pollard à sua merecida e demorada liberdade


Espião israelense Jonathan Pollard é libertado de prisão nos EUA
'Jonathan está finalmente com sua família', disse Benjamin Netanyahu. Ex-analista da Marinha que trabalhou para Israel ficou 30 anos preso.
20/11/2015 07h56 - Atualizado em 20/11/2015 09h53
Do G1, em São Paulo
Jonathan Pollard em foto de 15 de maio de 1998 (Foto: AP Photo/Karl DeBlaker, File)Jonathan Pollard em foto de 15 de maio de 1998
(Foto: AP Photo/Karl DeBlaker, File)
O espião israelense Jonathan Pollard, preso em 1985 e condenado à prisão perpétua em 1987 nos Estados Unidos, foi libertado na manhã desta sexta-feira (20), anunciou a polícia israelense em comunicado.
"O povo de Israel saúda a libertação de Jonathan Pollard", disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. "Após três longas e duras décadas, Jonathan está finalmente de volta com sua família."
A decisão foi tomada em julho deste ano por unanimidade pelos três membros da Comissão independente após uma audiência no Centro de detenção Federal de Butner, Carolina do Norte (sudeste dos EUA), onde Pollard estava preso. O agente era elegível a uma liberdade condicional a partir de novembro de 2015, e a administração Obama anunciou que não iria se opor.
"A decisão não está relacionada com os recentes acontecimentos no Oriente Médio", observaram seus advogados, implicitamente referindo-se ao acordo sobre o programa nuclear iraniano, concluído em 14 de julho entre as grandes potências e Teerã.
Se esta liberdade condicional não fosse concedida, Jonathan Pollard seria obrigado a passar pelo menos mais 15 anos atrás das grades.
Nascido no Texas, Pollard foi declarado culpado de ter repassado a Israel, de junho de 1984 até sua detenção em novembro de 1985, milhares de documentos considerados "segredos de defesa" sobre as atividades de espionagem dos Estados Unidos, principalmente nos países árabes.
Jonathan Pollard foi condenado nos Estados Unidos por espionagem, e seu caso tem sido há anos uma fonte de tensão entre Washington e Israel, que considera demasiada pesada a pena de prisão perpétua por espionagem a favor de um aliado.
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COMENTÁRIOS
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  • Roberto
    HÁ 27 MINUTOS
    Oh loco, prisão perpetua por espionagem! Aqui ninguem pega prisão perpetua e não fica na cadeia nem se matar! Por isso que os gringo criminosos querem sempre fugir pro brasil. E so fazer um filho com qualquer piriquete que o cara se torna brasileiro.
    • Roberto
      HÁ 26 MINUTOS
      Oh loco, prisão perpetua por espionagem! Aqui ninguem pega prisão perpetua e não fica na cadeia nem se matar! Por isso que os gringo criminosos querem sempre fugir pro brasil. E so fazer um filho com qualquer prostituta que o cara se torna brasileiro.
      • Patrick Barroso
        HÁ 3 HORAS
        Só foi solto porque era Judeu...se fosse Àrabe teria sido torturado, morto e desaparecido com o corpo antes de ser julgado! É assim q as coisas funcionam na terra do tio sam! Espero q o espião receba ao menos uma medalha por disperdiçar 30 anos de sua vida em vão!
        • Professor
          HÁ 3 HORAS
          Nem todo árabe é inimigo dos Estados Unidos, outro detalhe que seria preso mesmo que fosse brasileiro, australiano ou inglês...espionagem interna dá cadeia em solo americano.
          • Patrick Barroso
            HÁ 24 MINUTOS
            Da morte para alguns e para outros dá redenção...Victor Ferreira sua terra será dominada por um povo q por onde passa causa crise e mais crise, para enriquecer é claro...Na minha terra um espião estrangeiro toma Bala na kara e o governo forasteiro nunca mais nem ouvi falar! Já q era espião não faz falta não é mesmo? Já q espião n existe para os efeitos legais! É claro q antes do descanço eterno seria necessário umas perguntinhas...!
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