terça-feira, 17 de novembro de 2015

E então Israel e Mundo Judeu Cristão; É melhor do jeito de "Bibi" Benjamim Netanyahu e na força sionista do velho e bom Israel com vida, sobrevivência e esperança ou ao modo Herzog, esquerdas israelense e outras, criação de estado palestino terrorista e centenas de inocentes sacrificados por religiosos que espelham a mesma filosofia mortífera pela qual o Islã submeteu o Oriente Médio e agora faz com a África? Essa é sua escolha Caetano Veloso, Roger Waters, e simpatizantes? Cuidado. Isso inutiliza primeiro as suas vidas.


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          • Resultado de imagem para Netanyahu Defesa de Israel
        Benjamin Netanyahu
        Primeiro-ministro de Israel
          Cargo: Primeiro-ministro de Israel desde 2009
          Cônjuge: Sara Netanyahu (desde 1991),Fleur Cates (de 1981 a 1984), Miriam Weizmann (de 1972 a 1978)
          Educação: MIT Sloan School of Management (1977), mais
  1. Netanyahu: Israel trava luta até a morte contra terrorismo palestino ...

    m.zerohora.com.br › noticias › netanyah...
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    Benjamin Netanyahu Abençoa os Cristãos de Israel | Cafetorah.com

    www.cafetorah.com › portal › Benjamin-...
    Para mobile - ... do número de cristãos que se alistaram nas Forças de Defesa de Israel. Além disso, Benjamin Netanyahuagradeceu ...
    Duração: 3:29
    Data da postagem: 20 de mai de 2015

    Em defesa de Israel (de novo) e até de Netanyahu | De Nova York ...

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    Para mobile - Em defesa de Israel (de novo) e até de Netanyahu. Por: Caio Blinder 14/05/2012 às 6:00. Anterior · Próxima.

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    Espanha emite ordem de detenção contra Netanyahu - Sputnik Brasil

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    11 min atrás - O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e outros seis ... na sequência do ataque das Forças de Defesa de Israel (IDF) contra a chamada Flotilha da Liberdade em 2010.
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Premiê de Israel rejeita pedido para que aceite refugiados sírios
Netanyahu disse que o país é 'muito pequeno' para recebê-los. Premiê disse que os hospitais do país tratam feridos da guerra civil.
06/09/2015 10h35 - Atualizado em 06/09/2015 10h35
Reuters
Da Reuters
O primeiro-ministro de IsraelBenjamin Netanyahu, rejeitou neste domingo (6) um pedido do líder da oposição israelense para que o país dê abrigo a refugiados sírios, dizendo que o país é muito pequeno para recebê-los.
Netanyahu declarou que Israel não é indiferente à tragédia dos refugiados sírios e disse que os hospitais do país tratam feridos da guerra civil. (Foto: AFP)Netanyahu declarou que Israel não é indiferente à tragédia dos refugiados sírios e disse que os hospitais do país tratam feridos da guerra civil. (Foto: AFP)
As imagens recentes de milhares de refugiados embarcando e desembarcando de trens na Europa em busca de um local para escapar do conflito no Oriente Médio sensibilizaram Israel, um Estado criado três anos depois do Holocausto nazista, em que seis milhões de judeus morreram.
Isaac Herzog, líder do principal partido de oposição, fez um apelo aos governantes israelenses para que "absorva refugiados dos combates da Síria", um vizinho que Israel considera inimigo.
Em declarações públicas numa reunião do gabinete, Netanyahu declarou que Israel não é "indiferente à tragédia" dos refugiados sírios e disse que os hospitais do país tratam feridos da guerra civil.
"No entanto, Israel é um Estado muito pequeno. Não tem alcance geográfico e nem demográfico", disse o premiê, de direita, sugerindo que aceitar refugiados árabes iria atingir o equilíbrio demográfico em um Estado predominantemente judeu, onde cerca de um quinto da população de 8,3 milhões é formada por cidadãos árabes.
Embora não tenha havido pedidos internacionais para que Israel abra as suas fronteiras para sírios, Herzog disse que o premiê tinha o dever moral de aceitar refugiados. 

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POPULARES
  • Benjamin Bestanyahu
    HÁ 2 MESES
    Esse BESTANYAHU é um verdadeiro demonio, os israelenses massacram,humilham, executam e abusam dos humildes e zelosos PALESTINOS. Israhell financia os tais "terroristas moderados"(com treinamento, armamento e tratamento médico), O tal "exército livre da síria" é uma criação dos judeus terroristas, para massacrar a população civil da síria. Israhell é um campo de concentração, os judeus naziSionistas são uma vergonha para o mundo civilizado. FORA JUDEUS TERRORISTAS LADRÕES DE TERRAS E ASSASSINOS , FORA NAZISIONISTAS, FORA ISRAELENSES NAZISTAS,
    • Josias Rodrigues
      HÁ 2 MESES
      Israel já tem problemas suficiente para cuidar e não deve importar um, as Nações Árabes tem a obrigação de cuidar dos refugiados, visto que são também muçulmanos.
      • Wesley
        HÁ 2 MESES
        Israel fez muito bem, todo mundo sabe que nenhum país árabe reconhece a existência de Israel, caso Israel deixasse esses refugiados imigrarem para o país depois que eles estivessem bem iriam começar a ir contra tudo aquilo que os judeus prezam, imagina só dar asilo ao inimigo, não sou contra deixar os sírios sem abrigo, mas a Alemanha tem plenas condições de receber todos.
        Mundo

        MUNDO
        Identificaron a dos de los terroristas que atacaron en FranciaOmar Ismail Mostefai hizo detonar los explosivos de su chaleco en medio del público que había asistido a un concierto en el teatro El Bataclan, donde murieron 89 personas.Ahmed Almuhamed tenía 25 años ycruzó Serbia como refugiado el 7 de octubre.
        Ahmed Almuhamed, uno de los terroristas del ataque en Francia. Foto: Blic.rs
        Francia AFP y EFE 15 nov 2015 - 13:36

        Omar Ismail Mostefai, el atacante del Bataclan.

        Un dedo seccionado bastó para identificarlo. El atacante francés que activó su chaleco de explosivos después de disparar contra el público de un concierto en Bataclan era un delincuente común del sur de París, radicalizado desde 2010. Se llamaba Omar Ismail Mostefai, según indicaron fuentes policiales.

        De 29 años de edad, el joven fue formalmente identificado gracias a la huella dactilar de un dedo hallado entre los escombros de la conocida sala de conciertos parisina, afirmó el sábado por la noche el fiscal de París, François Molins.

        Nacido el 21 de noviembre de 1985 en Courcouronnes, un suburbio del sur de París, el atacante era conocido únicamente por delitos menores.

        Sus antecedentes penales indicaban ocho condenas entre 2004 y 2010, aunque nunca llegó ingresar en prisión.

        El hombre fue fichado en 2010 por haberse "radicalizado", pero "nunca estuvo implicado en un caso de red o de asociación de malhechores terrorista", señaló el fiscal.

        Según una fuente cercana a la investigación, Omar Ismail Mostefai acudía con frecuencia a la mezquita de Lucé, cerca de Chartres (centro).

        Los investigadores intentan confirmar, por otro lado, si el yihadista viajó a Siria en 2014, afirmaron fuentes policiales.

        Su padre y su hermano fueron detenidos el sábado por la noche y sus domicilios, situados en Romilly-Sur-Seine (Aube, noreste) y Bondoufle (Essone), respectivamente, fueron registrados.
        Su hermano, de 34 años, acudió por su propia iniciativa por la tarde a la comisaría de Créteil, donde se quedó muy sorprendido al enterarse de que su hermano menor estaba implicado en los atentados, especialmente en la toma de rehenes de Bataclan. Allí mató, junto a por lo menos otros dos suicidas, a 89 personas.

        "Es una cosa de locos, un delirio", había indicado el sábado a la AFP, con voz temblorosa, antes de su detención. "Yo, ayer, estaba en París y vi toda esa locura".

        Confirmó el lugar de nacimiento de su su hermano, que tuvo "líos con la justicia" en el pasado, "detenciones y otras cosas así".

        Aunque cortó los vínculos con su hermano hace varios años, a causa de "historias de familia", nunca imaginó que se había radicalizado.

        "Se marchó al pueblo", a Argelia, con su familia y "su hija pequeña", afirmó. "Hace tiempo que no tenía noticias de él".

        Este padre de familia de ojos claros, que vive en una casa modesta, tampoco ve a sus dos otros hermanos. Además, dice tener dos hermanas.

        "Llamé a mi madre. Ella parece que tampoco sabe nada", aseguró el sábado.

        Otro de los terroristas cruzó Serbia y Croacia como refugiado.


        Serbia ha identificado a uno de los sospechosos de los ataques de París como una persona que responde a las iniciales A. A., que entró en el país el 7 de octubre pasado y pidió asilo como refugiado, informó hoy la agencia Tanjung que citó fuentes del Ministerio del Interior serbio.

        La agencia añadió que el departamento de Interior ha confirmado que los datos de esa persona, que el diario serbio "Blic" asegura se llamaba Ahmed Almuhamed, coinciden con los del refugiado que entró en Grecia el 3 de octubre y cuyo pasaporte fue hallado en París después de los ataques.

        La información de Tanjug sólo añade que se trata de una persona sobre la que pesaba una orden de búsqueda y captura de Interpol y que el Ministerio del Interior serbio está coordinando la investigación con las fuerzas de seguridad de Francia.

        "Blic" explica hoy que uno de los terroristas del ataque de París recorrió toda la ruta de los Balcanes, por la que han pasado decenas de miles de refugiados, usando un pasaporte sirio bajo el nombre de Ahmed Almuhamed.

        El periódico publica la fotografía del pasaporte del sospechoso e indica que tenía 25 años y entró en Grecia por la isla de Leros.

        Las autoridades griegas confirmaron ayer que el pasaporte sirio encontrado en uno de los lugares de los atentados del viernes en París fue registrado el pasado 3 de octubre en Leros.

        "Blic" asegura que Almuhamed pasó en la frontera serbia una revisión que confirmó que no estaba armado y que, aunque había pedido formalmente asilo en Serbia, pronto prosiguió camino hacia Croacia.

        Jelena Bikic, una portavoz del Ministerio del Interior croata, confirmó hoy a la emisora Hrvatski Radio de que una persona con un pasaporte como el hallado en París fue registrada a comienzos de octubre en el centro de acogida de refugiados de Opatovac, cerca de la frontera con Serbia.

        "Esa persona no figuraba en listas de prevención como sospechosa de algo, de modo que pasó sin problemas junto con los demás refugiados", explicó la portavoz a la emisora pública.

        Precisó que continuó viaje hacia Hungría, país del que los refugiados pasaban a continuación a Austria en su ruta migratoria.

        Sin embargo, el Ministerio del Interior de Austria aseguró a Efe que no hay actualmente indicios de que alguien con ese pasaporte haya pasado por el país en las últimas semanas.

        "Esas informaciones son sólo especulaciones y suposiciones", señaló el portavoz del Ministerio, Karl-Heinz Grundböck.

         
         
         
        Pai de homem que atacou o Bataclan tentou tirar filho da Síria
        Samy Amimour, 28, que é de Drancy, ficou dois anos na Síria. Pai foi atrás dele para convencê-lo a voltar para a França.
        17/11/2015 10h16 - Atualizado em 17/11/2015 11h40
        Do G1, em São Paulo
        Samy Amimour é apontdo como terrorista suicida que invadiu o Bataclan. (Foto: Amimour family / AFP)Samy Amimour é apontado como terrorista suicida
        que invadiu o Bataclan. (Foto: Amimour family / AFP)
        O pai de um dos terroristas suicidas que atacou o Bataclan tentou trazê-lo de volta da Síria para França. Samy Amimour, de 28 anos, que era de Drancy, cidade ao norte de Paris, passou dois anos no país que é um dos redutos do Estado Islâmico. De acordo com o jornal Libération, ele voltou apenas para cometer o atentado contra a casa de shows, que deixou mais de 80 mortos.

        Em outubro de 2012, suspeito de ter um projeto mal sucedido de partir para o Yemen, ele ficou sob custódia policial por quatro dias por associação ao terrorismo e foi colocado sob controle judicial, segundo informações da Agência France Presse citadas pelo Libération.

        Os agentes dos serviços de segurança forçaram a porta do modesto apartamento de Drancy, na região de Seine-Saint Denis. Os pais de Samy acreditam que a abordagem “traumatizante” diante dos pais motivou a partida para a Síria.
        Depois que voltou para casa, ele passou a ver sites islâmicos. Antes de partir, morou sempre com os pais e chegou a trabalhar 15 meses como motorista na Ratp, que organiza o transporte público na região parisiense, antes de pedir demissão em 2012.
        Os pais, de origem argelina, se surpreenderam com a radicalização. Ele passou a frequentar a mesquita de Blanc-Mesnil e chegou a pedir para a mãe usar véu, segundo relato de um amigo da família feito ao jornal Libération. Era o pai, que fala muito bem o árabe, quem traduzia para ele as passagens. Vizinhos e amigos o descreveram com uma pessoa gentil e educada. 

        Sem conhecimento dos pais, ele partiu para Síriaem 11 de setembro de 2013. Pouco tempo depois, um mandado de prisão internacional foi emitido.

        Em junho de 2014, o pai, Azzédine, foi até a cidade síria de Aleppo. Depois de uma viagem que o obrigou a mudar de carro por sete vezes, ele conseguiu ver o filho em uma tentativa de convencê-lo a voltar. O pai disse que ele não queria voltar porque temia ser preso “assim que colocasse o pé na França”.

        A família ainda buscou ajuda do prefeito de Drancy e do imam, mas não conseguiram. O pai chegou a pedir para um alto representante doEstado Islâmico que liberasse o seu filho. “Eu posso liberá-lo. Há uma só condição: que ele peça”, disse ele, segundo o pai.
           
        Em um contato pela internet, os pais descobriram que ele estava casado com uma francesa, que estava grávida. Por isso, perderam a esperança de tê-lo novamente em Drancy.

        Ainda assim, o pai começou a preparar uma nova viagem para recuperar o filho. Ele, no entanto, sem avisar a família, voltou para cometer o ataque.
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