quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Iehouah os iluminem. Obrigado pela comparação com o Vaticano, inaplicável. Aquele é uma religião específica. Israel tem mais de 60 comunidades plenas em seu meio além de judeus e árabes. Único naquele: continente em oferecer condições de crescimento e aceitação invejada por todos seus vizinhos, países dos quais judeus e diferentes tiveram que na sua maioria fugir por causa da opressão tipica em Nações que passaram à gestão muçulmana. Menos de cem judeus sofridos iraquianos? Naturei Carta? São tão massacrados quanto os demais judeus. Judaísmo malbaratado? Ou o cérebro de quem visualiza? Diferentes tipos de judaísmo religioso, político, cultural, sociológico, tribal e ideológico. Todos reais coitadinhos do antissemitismo e anti-sionismo. Israel moderno foi para atender principalmente estes que haviam e haveriam, como os encurralados na França e Europa caídas aos pés do islamismo fundado por Maomé, do mesmo Islã que domina ou devasta a África e já se garantiu na Ásia. Na hora certa o lado de cá. Se conseguirem manter essa marcha o último bastião a conquistar vai ser China, Japão, Coreias e Rússia com seus antigos vizinhos. Parabéns por apoiar antissemitas e islamitas para dominar ou destruir a raça humana da qual ainda fazem parte e nos seios da qual tem as melhores condições de vida da humanidade que conhecemos! Povo de Deus? Vaticano! Bem defendido pelos povos católicos do mundo emitindo ordens de genocídio global e hoje boiando nas maiores riquezas do planeta! O que significam as armas de Israel perto disso? Como Israel se defenderia... De todos seus críticos que da crítica passam ao assassinato deliberado na princesinha dos olhos de cada um? Caetano Veloso? Faleceram ele, sua música e passado para quem está a par disso! Bem informado ou informação total de tudo? Boa idéia! Que tal um debate público, filmado, gravado, com segurança policial averiguada de antemão de quatro horas de duração? Ensino universitário incompleto, mas aceito do outro lado da "bancada" quantos queiram estar em paz e juízo. Sou cidadão de deveres, então tem que ser detalhadamente planejado. Não sou palhaço de Internet ou emocionalista de momentos, então exclui-se outra sugestão. Algo mais: "Povo de Deus"? Estão falando de um neurônio israelense que se chapou na questão Kazar? Ou no seu preconceito deliberado? Qualquer povo pode afirmar o que quiser. Todo povo se reconstrói. Judeus foram e se tornam em várias acepções. Se são de Deus, do Espaço ou de onde sejam, venham ou afirmem isso é humano e normal. Infelizmente judeus ou israelenses não tendem a ser rígidos de fato. Antes fossem ou se tornem. Eu sou Israel. Eu sou sionista. Eu estou com Israel.


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CONIB: CAETANO REFORÇA PRECONCEITO CONTRA JUDEUS



"Caetano tem todo o direito de criticar políticas do governo de lá. Israelenses e judeus fazem isso com frequência e intensidade. Criticar Israel, obviamente, não torna Caetano, nem ninguém, um antissemita", diz Fernando Lottenberg, que preside a Confederação Israelita do Brasil; no entanto, ele o critica por ter decidido apoiar o boicote a Israel, em razão da opressão do povo palestino



15 DE NOVEMBRO DE 2015 ÀS 06:30







247 – A Confederação Israelita do Brasil reagiu ao artigo em que o músico Caetano Veloso passou a defender o boicote a Israel. Leia, abaixo, o texto de Fernando Lottenberg:

Procure saber
Por Fernando Lottenberg


Caetano Veloso e Gilberto Gil desafiaram a patrulha do ódio e do preconceito que tentou impedi-los de fazer um show em Israel em julho. Mas, se 10 mil israelenses lotaram a arena de Tel Aviv para ouvi-los com admiração e afeto, Caetano não quis ouvir o público israelense.

Uma vez na região, seguiu um roteiro que resultou em um longo artigo publicado nesta Folha no último domingo (8), anunciando sua adesão ao boicote contra Israel. Caetano tem todo o direito de criticar políticas do governo de lá. Israelenses e judeus fazem isso com frequência e intensidade. Criticar Israel, obviamente, não torna Caetano, nem ninguém, um antissemita.

Com seu artigo, no entanto, ele acabou por endossar a grande onda antijudaica que varre o mundo, pedindo o boicote ao Estado judeu. O filósofo francês Bernard-Henri Lévy definiu o delírio e a obsessão antissionista dos adversários da existência do Estado de Israel como expressão contemporânea do antissemitismo. É um tipo de militância de agressividade sem paralelo, num mundo cheio de conflitos e injustiças.

O movimento de boicote a Israel prega, de forma aberta, o fim do Estado judeu. Ele endereça questões complexas do Oriente Médio de forma reducionista, parcial e perigosa. O incitamento à perseguição, por meio de boicotes e sanções, não ajudará a resolver o problema palestino, mas ele certamente aumentará entre israelenses e judeus de várias regiões o sentimento de que o país é ameaçado por uma vizinhança e um mundo cada vez mais hostis, do qual precisa se proteger.

Basta ver o discurso, os métodos e a iconografia do movimento de boicote contra Israel para identificar as marcas do antissemitismo clássico. A imagem antiga do judeu com sangue nas mãos diante de indefesas crianças cristãs foi agora "atualizada" pela imagem do israelense, quase sempre um soldado, também com sangue nas mãos, diante de crianças palestinas.

Uma corte francesa já qualificou como "crime de ódio e discriminação" as iniciativas de boicote a Israel por um grupo de ativistas na cidade de Limoges (França). A corte do país confirmou a sentença.

Ao informar que não pretende voltar novamente a Israel, Caetano, embora bem-intencionado, endossa esse tipo de prática que estigmatiza os judeus e fomenta o ódio, afastando possibilidades de aproximação e de acordo.

Importante lembrar que, nos últimos anos, Israel colocou na mesa, ao menos em três oportunidades, propostas generosas que atendiam à maior parte das demandas dos palestinos. A resposta, em todas elas, foi negativa, uma delas seguida de onda de terror brutal contra civis israelenses. A solução só será atingida por negociações e compromissos dolorosos para ambas as partes, e é preciso ter vontade genuína para negociar e concretizar acordos.

Se os assentamentos israelenses atrapalham uma solução para o conflito, o que é fato, nada justifica esfaqueamentos e atropelamentos de civis inocentes como vemos hoje, nem boicotes generalizados.

Teria sido possível para Caetano também visitar famílias israelenses destruídas pelo terrorismo palestino indiscriminado mas, ao buscar informações parciais e limitadas, sua conclusão saiu torta.

Caetano deveria voltar ao Oriente Médio outras vezes, para obter uma visão mais completa e equilibrada sobre aquele trágico conflito, sem bandidos ou mocinhos, e colaborar para a sua solução.

Fernando Lottenberg é presidente da Confederação Israelita do Brasil





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247 faz apelo por debate responsável na internet






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