sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Yehowah Tseva'ot Iehouah Dos Exércitos ilumine e oriente aos povos e famílias da Terra. As atrocidades terroristas praticadas na Europa são importantes e alarmantes. Como também precedidas pelos ataques terroristas de islamitas palestinos, do Hamas, Hezbolah, Al Caeda e Boko Haram contra Israel, israelenses, judeus, África, africanos e cristãos. As nações tem por obrigação banir o terrorismo global sem exceções, rejeitar a criação do Estado Palestino Fundamentalista e Terrorista ou de algo correlativo em Israel e libertar povos africanos da máquina de guerra islâmica. Somente encarando os fatos como são tais desafios globais e mundiais podem ser trabalhados.


23 de novembro de 2015
Maior grupo terrorista do mundo não é o Estado IslâmicoJarbas AragãoCOMPARTILHE VIA WHATSAPP





Enquanto a maior parte da atenção da mídia foca nos atentados na Europa e nos bombardeios no Oriente Médio, o continente africano vive um drama que envolve um número muito maior de pessoas. Estima-se que a guerra na Síria e no Iraque matou desde 2011 cerca de 300 mil pessoas e gerou cerca de dois milhões de refugiados.

Segundo a ONU, após o surgimento do Boko Haram, mais de 2,5 milhões de pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas no norte da África desde 2013. Oficialmente, os extremistas baseados na Nigéria são o grupo terrorista mais mortífero do mundo. Em 2014, foi responsável por 6.664 mortes, mais que o Estado Islâmico, que matou 6.073 pessoas no mesmo período.

Essa foi a conclusão da pesquisa Índice de Terrorismo Global, realizada pelo Institute for Economics and Peace. O instituto, que monitora ataques globalmente, afirma que o Estado islâmico e o Boko Haram foram responsáveis ​​por metade de todas as mortes causadas pelo terrorismo. Ambos são conhecidos por visar principalmente os cristãos em seus ataques.

Enquanto o mundo lamentava as 132 vidas perdidas em Paris em 13 de novembro, o Boko Haram matou pelo menos 50 pessoas em dois ataques em menos de 48 horas na Nigéria. Em 17 de novembro, um ataque suicida em um mercado de vegetais e no dia seguinte, atentado similar em um centro de telefonia popular.

De acordo com fontes locais, duas mulheres-bomba foram as responsáveis pelos ataques, que deixaram centenas de feridos. Mas pouco se falou sobe isso na mídia.

O presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, que é muçulmano mas prometeu erradicar a insurgência islâmica, condenou os ataques. De fato, o governo já se mostrou impotente para lidar com os extremistas que atuam no norte da Nigéria, além dos países vizinhos do Chade, Camarões e Níger.

Apesar de atuarem em regiões distantes, o Boko Haram jurou lealdade ao Estado Islâmico em março de 2015, chamando a si mesmos de Estado Islâmico da África Ocidental. Se combinados, os dois grupos jihadistas são responsáveis por 51% de todas as mortes relacionadas ao terrorismo do mundo.
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