segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Não existe onda atual de violência, assim como não pode haver estado terrorista palestino. Existe uma guerra implacável travada entre os militantes islâmicos palestinos e não palestinos cujo objetivo único é a aniquilação total de Israel. Não são 121 palestinos e 19 israelenses vítimas de violência. São 121 palestinos que atacaram ou tentaram atacar o máximo de vidas inocentes para exaltar o Islã na versão em que foi criado e pela qual domina africanos, árabes e europeus, 121 assassinos de qualquer idade, sexo e formação movidos por uma ideologia religiosa que vive de dominar ou destruir. 121 máquinas de matar que avançam sabendo que podem morrer, mas que também querem usar suas mortes como armas publicitárias e devocionais contra mais de oito milhões de pessoas que são as únicas no Oriente Médio a se importar com eles, seus filhos e vidas futuras. 121 pessoas cujas deliberações são inaceitáveis em qualquer sociedade inteligente e humana. Contra 19 reais vítimas. Idosas, jovens atravessando uma rua, pessoas desarmadas ou armadas somente para emergências reais. Acorda sociedade europeia, norte-americana, brasileira, russa, chinesa. E outras. Acorda porque o mal que avança contra Israel não poupará nenhum de vocês. Judéia e Samaria assim como Gaza, Golan e Sinai, Monte do Templo, são mundos israelitas. Nada muda isso.







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DIRECTOR: PEDRO CURVELO

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015 | 02:49 | MOBILE

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ONTEM às 23:29

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Israel vai aumentar número de militares na Cisjordânia

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O exército israelita aumentará o número de efetivos destacados na Cisjordânia para deter a atual onda de violência que sacode a região, indicaram hoje fontes militares.



"De acordo com uma avaliação da segurança, o exército contará com quatro novos batalhões na área da Judeia e Samaria (nomes bíblicos para Cisjordânia)", disse uma porta-voz militar citada pela agência de notícias espanhola EFE.

Segundo a mesma fonte, duas unidades de reservistas e outras duas de soldados regulares iniciam o seu destacamento no princípio de 2016, juntamente com mais dois batalhões cuja deslocação já estava prevista.

Nos últimos meses, e devido ao aumento dos confrontos entre palestinianos e as forças armadas israelitas na Cisjordânia, o exército israelita reforçou as suas tropas no terreno em diferentes ocasiões, em função da situação de segurança.

Também hoje, em Jerusalém, as autoridades israelitas inauguraram novamente uma unidade composta por várias dezenas de agentes de segurança pública que vigiam os transportes públicos na cidade e que tinha sido dissolvida em 2007, depois de ser usada durante as intifadas.

Israelitas e palestinianos vivem desde o princípio de outubro uma onda de violência em que morreram 121 palestinos (mais de metade dos quais abatidos ao perpetrar ataques ou supostos ataques e os restantes em confrontos com forças israelitas), bem como 19 israelitas e duas pessoas de outras nacionalidades que foram vítimas de ataques.

Diário Digital com Lusa


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