terça-feira, 1 de dezembro de 2015

VS Juan" é um velho truque antissemita. Pra mim anti-sionista é também antissemita, anti-cristãos e anti-Cristo. Apenas carrega argumentos detestáveis com textos bíblicos engajados como se fossem balas soltas de metralhadora. Seu argumento contra "judeolatria" consiste em criticar todos os cristãos que são sensíveis às suas necessidades bíblicas e hebraicas. Consiste em desprezar judeus-messianicos, judeus cristãos e cristãos judeus bem como judeus que se tornam parte do Cristianismo que consideram bíblico, mas que está longe da histeria fanática fundamentalista e hedonista comum destes discursos abertamente judeofobicos. Ieshu''a não deu e não dá essa autoridade para nenhuma destas aberrações pseudo-medievais. Paulo e Pedro seriam aceitos em alguns círculos judeus atuais, porém desprezados ou jogados "fora" mesmo nas Igrejas Cristãs típicas, assim como este personagem aqui se fazendo de vulgar e satanico desrespeita milhares de pastores, pastoras e missionarios que vivem 100 por cento em função de Ieshu''a Hamashiach (Jesus Cristo) e também são povo e nação israelita espiritual prezando pela bênção concedida e vivida por eles assim como compreendem o propósito e autoridade daqueles que não são eles. Mas esses que atacam nossos irmãos e irmãs não são pela Torah, Princípios Judeus ou pelo Cristo. Não lhes cabe nenhuma esperança da que afirmam. Misericórdia não haverá pois renegam a Misericórdia de Iehouah em Ieshu''a. Seu uso de conhecimento é abominável e detestável e conflita com qualquer livro bíblico que usem. Olho aberto cristãos pois diferente de mim que nasci com propósito específico, ninguém alimenta paciência pra denunciar a ardileza destes lugares tenente infernais


O gabinete de governo de Israel vem lutando pela aprovação de um projeto de lei controverso desde o ano passado. A onda de violência recente, que para muitos é uma “terceira intifada” mostrou as dificuldades crescentes de conviver-se com os palestinos no mesmo território.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu defende que o projeto da chamada lei de nacionalidade é necessário para estabelecer a natureza judaica do Estado. “Há aqueles que gostariam que o democrático prevalecesse sobre o judaico, e há aqueles que gostariam que o judaico prevalecesse sobre o democrático. Nos princípios da lei que vou submeter hoje, ambos valores são iguais, e ambos devem ser considerados no mesmo grau”, afirmou.
Na prática, os termos propostos definem o país como o “Estado do povo judeu”, o que cria dificuldades para os cidadãos israelenses que são cristãos, muçulmanos e de outras religiões. O projeto acaba com a ideia de “Estado laico” defendido no Ocidente, mas praticamente inexistente em países muçulmanos. Além disso, Israel não possui uma Constituição formal, como tantas nações, apenas o conjunto que é chamado de “leis básicas”.
Esse reconhecimento da natureza judaica de Israel, institucionaliza a lei religiosa do Antigo Testamento como a base para toda a legislação. Ao mesmo tempo, remove o árabe das línguas oficiais do país. Para grupos defensores dos direitos humanos, a nova lei é racista. Cerca de 20% da população de Israel é formada por árabes e por isso resiste fortemente ao projeto.
Caso seja aprovada, a lei da nacionalidade pode ser combustível para a guerra contínua entre judeus e palestinos. Não há menção sobre alterações no que diz respeito aos lugares sagrados disputados de Jerusalém, como o Monte do Templo, onde ficam a mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha e também o muro das lamentações.
Entre as principais cláusulas da nova legislação estão a valorização dos símbolos do Estado (hino nacional, bandeira), estabelecer Jerusalém como capital, hebraico como língua, o direito de retorno dos judeus que vivem na diáspora, assentamentos somente para judeus, além da fixação do calendário hebraico.
Ainda é cedo para determinar-se quais as mudanças que essa lei de fato traria na vida do povo de Israel. Contudo, para analistas é fácil traçar um paralelo com eventos descritos no Antigo Testamento, quando um rei ou líder do povo, reafirmava sua convicção que Jeová era o único Deus a ser adorado na nação e suas leis (Torá) deviam ser obedecidas. Com informações Ynet News
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