quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Antissemitas mesmo! Pró-nazistas e pseudo-terroristas! Abençoado é Iehouah Elohim Tseva'ot, seu Povo Nação Israel e A Humanidade Equilibrada por não ceder sobre nenhuma hipótese a uma massa antissemita mundial criminosa por ignorância ou perversidade manipulando pessoas desinformadas e mal informadas. Todo anti-sionista é antissemita, criminoso e destrutivo pois o sionismo é uma característica natural dos judeus como povo ou comunidade em que o foco é a sobrevivência e não o mal estar do próximo. Parabéns Metodista Antissemita; você não é do Cristo Jesus ou do legítimo legado deste. É carne, erva verde, brincando de arrebatamento ou salvação pois não te pertence. A única porta que é aberta em se apoiar de alguma forma o terrorismo internacional e evidentemente palestino ideológico é a concepção infernal que alimentam pra seus excluídos e aguarda por vós nestas atitudes. Suécia sócio-comunista? Com gangues muçulmanas se alastrando pelas cidades e arruinando a vida dos cidadãos produtores e enriquecedores? Não é você atual Suécia um dos principais exemplos da Europa que se destrói por covardia de defender os valores da sua formação? Intelectuais brasileiros e outros a serviço do fundamentalismo e terrorismo? Não deram o mesmo apoio a Adolf Hitler? Não aclamaram e exlataram o Nazismo que empunhava a propaganda anti-israelita? Não é por isso que têm a arrogância de desprezar ao Dayan? Marginais globais, inimigos da própria raça humana e tentando praticar ódio ao seu Absoluto Creador!. Novidades simples: os justos e a justiça são independentes de vocês todos pois eles trabalham, produzem, fazem, realizam - vocês vão desaparecer e para sempre - as memórias de Iehouah, nunca - toda sua perversidade objetiva ou mascarada contra o sionismo, os hebreus e a Torah sempre vão ceder lugar a maravilhosos resultados israelitas israelenses. Agora pra quem leu é por Iehouah, amigo de Israel e da Humanidade, parabéns por ser o melhor desta vida, honrar a existência, amar os vivos e compartilhar vitalidade.Tudo que respire louve Iehouah e diga Sou Iehouah



Chanceler sueca vira persona non grata em Israel após declarações
Margot Wallström pediu 'investigação profunda' sobre mortes de palestinos. Ministra israelense chamou declarações de 'cegueira e estupidez política'.
13/01/2016 22h27 - Atualizado em 13/01/2016 22h27

Da France Presse



A ministra sueca das Relações Exteriores, Margot Wallström, não é bem-vinda a Israel, depois de suas declarações sobre os palestinos mortos pelas forças israelenses - de acordo com a Chancelaria em Jerusalém, nesta quarta-feira (13).

Na terça, Margot Wallström pediu investigações "profundas" sobre as circunstâncias da morte de palestinos nos últimos meses por parte das forças israelenses, em um contexto de novos atos de violência.

Depois dessas declarações, "que são uma mistura de cegueira e estupidez política, Israel decidiu fechar suas portas para as visitas oficiais suecas", afirmou a ministra adjunta das Relações Exteriores, Tzipi Hotovely.

Um porta-voz do Ministério esclareceu que apenas Margot Wallström "não é bem-vinda a Israel, mas que os outros funcionários oficiais suecos não estão incluídos e são bem-vindos".

Segundo a imprensa local, a reação de Hotoveli foi considerada "exagerada" por parte do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Desde que assumiu o cargo em outubro de 2014 e após o anúncio quase imediato de que a Suéciareconhecia o Estado palestino, Wallström irritou a diplomacia israelense.

Tzipi Hotovely pertence a uma nova geração de membros posicionados bastante à direita do Likud, o partido de Netanyahu, que rejeitam a criação de um Estado palestino. Eles defendem a ideia de uma "grande Israel", que incluiria os Territórios Palestinos.



saiba mais


Globo Notícias© Copyright 2000-2016 Globo Comunicação e Participações S.A.
BESbswyBESbswyBESbswyBESbswyBESbswy








Se Dayan não for aprovado, Brasil pode ficar sem embaixador de Israel

Do R7

13/1/2016 às 17h13 (Atualizado em 13/1/2016 às 17h41)
O diplomata Dani DayanReprodução/ The Jerusalem Post

O primeiro-ministro oficial de Israel confirmou na tarde desta quarta-feira (13) que, se Dani Dayan não for escolhido como embaixador do país no Brasil, nenhum outro nome será indicado. Os rumores foram divulgados pela imprensa local.

Segundo jornalistas em Tel Aviv, o Brasil poderá ficar embaixador de Israel se as autoridades brasileiras não aprovarem o nome do argentino naturalizado israelense. 


Na terça-feira (12), boatos de que a nomeação de Dayan havia sido retirada foram negados pelo próprio embaixador. O diplomata foi indicado ao cargo há quatro meses, contudo, até o momento, ainda não recebeu o "agrément" — permissão para começar a trabalhar no país para o qual foi indicado — do governo brasileiro.

A demora do Itamaraty em aceitar o novo embaixador indicado por Israel para o Brasil vem gerando um mal-estar diplomático entre ambos os países. 


O embaixador anterior de Israel no Brasil, Reda Mansour, deixou Brasília no final de dezembro e, desde então, o País está sem um embaixador oficial israelense.

Acredita-se que a indicação de Dayan tenha causado polêmica por conta de ele ser morador da Cisjordânia — território palestino ocupado por Israel desde 1967 — e ex-chefe do Conselho Yeshua, organização que representa os mais de 500 mil israelenses moradores de assentamentos judaicos em territórios palestinos.

A posição formal do Brasil é contra as ocupações judaicas em territórios palestinos.






Publicidade


NOTÍCIAS RELACIONADAS

VEJA TAMBÉM





Todos os direitos reservados - 2009-2016 Rádio e Televisão

RTP Notícias

Metodistas americanos não gostam da política de ocupação de Israel

Paulo Alexandre Amaral, RTP13 Jan, 2016, 22:38 | Mundo


|
A BDS (campanha Boicote, Desinvestimento e sanções) acaba de registar mais uma vitória nos Estados Unidos, depois de a Igreja Metodista Unida (United Methodist Church) ter vetado cinco bancos israelitas do seu fundo de pensões. A razão: estes bancos têm um papel no financiamento dos colonatos israelitas para lá da linha verde estabelecida em 1967.



A organização religiosa protestante que conta com uma congregação de mais de sete milhões de membros fez o anúncio esta terça-feira.O fundo de pensões dos metodistas está ainda assim investido em companhias israelitas como a Teva, Checkpoint, Nice, Israel Chemicals, Israel Corp, Cellcom e Wix.

Nessa lista negra estão o Hapoalim (Bank Hapoalim, na tradução para o inglês), o Leumi (Bank Leumi), o Banco Internacional de Israel (First International Bank of Israel), o Israel Discount Bank e o Banco Mizrahi-Tefahot (Bank Mizrahi-Tefahot).

Juntamente com os cinco bancos israelitas foram riscados da lista de investimentos do fundo da Igreja Metodista outras 34 multinacionais cuja actividade não conseguiu passar pelo crivo das orientações desta congregação protestante, respeitantes aos Direitos Humanos.

Apesar de listar cinco bancos no seu Índex, a igreja apenas tinha investido o fundo de pensões em dois desses bancos (o Hapoalim e o Leumi). Da mesma forma, mantém ainda títulos de companhias que de uma forma ou outra estão ligadas a Israel, tendo reprovado uma moção que exigia o veto radical a companhias israelitas. 

Trata-se de qualquer forma de uma significativa vitória para o movimento BDS, que tem vindo já a convencer universidades americanas e empresas pela Europa fora a pressionarem Israel para colocar um ponto final na política de ocupação dos territórios palestinianos através da “argumentação” económica.


TÓPICOS:






Pub




ÚLTIMOS ARTIGOS
ÚLTIMAS
Últimas
+ Lidas
+ Coment.



EM DESTAQUE



Renault alvo de buscas das autoridades francesas



Ataques em Jacarta atribuídos ao Estado Islâmico




A INFORMAÇÃO MAIS VISTA


FC Porto e Boavista reeditam dérbi na Taça



Próximo treinador do Porto "é uma pessoa"




Sérgio Conceição lançado para treinador do FC Porto



+ EM FOCO


Nuno Melo


Em entrevista à RTP, o eurodeputado declarou que Paulo Portas deixou uma herança de sucesso no CDS-PP e que o antigo vice-primeiro-ministro teve a coragem de sair quando venceu eleições.


Dar vida aos dias


Pelo menos metade dos doentes com cancro que precisam de cuidados paliativos não os têm, segundo as estimativas da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos. E a oferta ao domicílio é reduzida.



Portugal na I Grande Guerra


A 9 de Março de 2016 completam-se 100 anos sobre o início da beligerância portuguesa. Uma data que a RTP começa desde já a assinalar.


Portugal a votos


Os portugueses preparam-se para eleger o sucessor de Cavaco Silva em Belém. A RTP acompanha a par e passo a campanha e dá-lhe toda a informação destas eleições presidenciais.




© 2016 - Rádio e Televisão de Portugal.
Todos os direitos reservados







Toggle navigation

POLÍTICA
ECONOMIA
INTERNACIONAL



13/01/2016 - Copyleft

Campanha de Boicote acadêmico a Israel
Artistas e instituições culturais de todo o mundo podem enviar a Israel uma mensagem clara de que a sua discriminação contra os Palestinos é inaceitável.



Divulgação






Carta de adesão ao movimento de boicote acadêmico a Israel

Lançado em 2005, o movimento Boicote – Desinvestimento – Sanções (BDS) tem o objetivo de pressionar Israel a cumprir com o Direito Internacional e a Declaração Universal dos Direitos do Homem. A campanha exige o fim da ocupação e colonização de todos os territórios árabes e o desmantelamento do Muro; o reconhecimento dos direitos fundamentais dos cidadãos Árabes-Palestinos de Israel à plena igualdade; e o respeito, proteção e promoção dos direitos dos refugiados Palestinos ao regresso às suas casas e propriedades como estipulado na resolução 194 da ONU.

Dentre as atividades organizadas pelo BDS estão as de boicote acadêmico e cultural. De acordo com seus organizadores, “artistas e instituições culturais de todo o mundo podem enviar a Israel uma mensagem clara de que a sua ocupação e discriminação contra os Palestinos é inaceitável. Em particular, o boicote acadêmico pode ter impacto significativo nas instituições responsáveis por promover as teorias e os conhecimentos necessários para o prosseguimento, por Israel, das suas políticas de ocupação e discriminação”.

Importantes entidades acadêmicas aderiram à campanha de boicote ao redor do mundo, tal como a American Anthropological Association (AAA), a Association for Asian American Studies (AAAS) e a American Studies Association. Professores e pesquisadores de vários países também se pronunciaram favoravelmente ao BDS, como os mais de 300 acadêmicos ingleses que assinaram uma nota a respeito. Associações estudantis e sindicatos de professores têm aprovado resoluções aderindo à campanha.



Os professores e pesquisadores abaixo-assinados, reafirmando seu compromisso com a justiça social e contra toda forma de racismo, inclusive o antissemitismo, declaram aderir à campanha de boicote acadêmico a Israel nos termos propostos pelo movimento BDS.

Novas adesões podem ser enviadas para o e-mail boicoteacademico@gmail.com

Assinam (em ordem alfabética):

1. Adma Muhana (professora USP)
2. Adrián Pablo Fanjul (professor USP)
3. Alvaro Bianchi (professor Unicamp)
4. Ana Paula Ornellas Mauriel (professora UFF)
5. Antonio Carlos Mazzeo (professor USP)
6. Armando Boito Junior (professor Unicamp)
7. Atenágoras Oliveira Duarte (professor UFPE)
8. B. Boris Vargaftig (professor aposentado ICB-USP)
9. Caio Navarro de Toledo (professor Unicamp)
10. Camila Mantovani Dias (pesquisadora UFSCar)
11. Carlos Zeron (professor USP)
12. Cláudio Beserra de Vasconcelos (professor Seeduc/RJ)
13. Claudio H. M. Batalha (professor Unicamp)
14. Daniela Mussi (pesquisadora Unicamp)
15. Demian Melo (professor UFF)
16. Daniel Cavalcanti de Albuquerque Lemos (professor UFJF)
17. Dermeval Saviani (professor Unicamp)
18. Emir Sader (professor UERJ)
19. Elidio Alexandre Borges Marques, professor da UFRJ
20. Felipe Demier (professor UERJ)
21. Filipe Raslan (professor CEFET-MG)
22. Flávio Miranda (Professor UFRRJ)
23. Gilberto Calil (professor Unioeste)
24. Héctor Luis Saint-Pierre (professor Unesp)
25. Henrique Carneiro (professor USP)
26. Giovanni Frizzo (professor UFPel)
27. Ieda Maria Alves (professor FFLCH)
28. Igor Fuser (professor da UFABC)
29. Ivo Tonet (professor Ufal)
30. Jean Paulo Pereira de Menezes (pesquisador Unesp)
31. João Feres Jr. (professor Iesp-UERJ)
32. João Quartim de Moraes (professor Unicamp)
33. Jorge Luiz Nery de Santana (professor da UEFS)
34. José Victor Regadas Luiz (professor Fundação Oswaldo Cruz)
35. Josué Pereira da Silva (professor Unicamp).
36. Jussaramar da Silva (pesquisadora PUCSP)
37. Katia Marro (professora da UFF-RO)
38. Lilia Guimarães Pougy (professora UFRJ)
39. Luana de Souza Siqueira (professora UFRJ)
40. Luciana Andrade (professora UFRJ).
41. Luís Felipe Miguel (professor UnB)
42. Luiz Henrique Schuch (professor UFPEL)
43. Luiz Bernardo Pericás
44. Manoela da Silva Pedroza, professora da UFRJ
45. Marcelo Badaró Mattos (professor UFF)
46. Marcelo Melo (professor UFRJ)
47. Marcia Rangel Candido (Pesquisadora GEMAA-IESP-UERJ)
48. Maria Orlanda Pinassi (professora Unesp)
49. Maria Ribeiro do Valle (professora Unesp)
50. Maristela Dal Moro (professora UFRJ)
51. Matheus Cardoso da Silva (pesquisador USP)
52. Mauro Iasi (professor UFRJ)
53. Michelangelo Marques Torres (professor do Centro Paula Souza)
54. Milton Pinheiro (professor da Uneb)
55. Mirla Cisne (professora UERN)
56. Osvaldo Maciel (professor UFAL)
57. Pablo Ortellado (professor USP)
58. Paula Marcelino (professora USP)
59. Pedro Marinho (historiador MAST)
60. Rafael Rezende (pesquisador Iesp-UERJ)
61. Raquel Varela (professora UFF, investigadora UNL)
62. Regina Dalcastagnè (professora UnB)
63. Regina Simoes Barbosa (Professora UFRJ )
64. Renata Vereza (professora UFF)
65. Reginaldo Mattar Nasser (professor PUCSP)
66. Renato da Silva Queiroz (professor USP)
67. Ricardo Antunes (professor Unicamp)
68. Roberto della Santa (professor UEL)
69. Roberto Leme Batista (Unespar-PR)
70. Rodrigo Nery (professor da Faculdade Joaquim Nabuco)
71. Rodrigo Ricupero (professor USP)
72. Romildo Bomfim (professor UFRJ)
73. Ronaldo do Livramento Coutinho (professor aposentado UERJ)
74. Ronaldo Rosas Reis (professor UFF)
75. Rui Mesquita (professor UFPE)
76. Ruy Braga (professor USP)
77. Sara Granemann (professora UFRJ)
78. Sean Purdy (professor USP)
79. Simone Silva (pesquisadora UFRJ)
80. Sofia Manzano - Professora da UESB
81. Susan A. de Oliveira (professora UFSC)
82. Vanessa Tavares de Jesus Dias (professora UNIFAL-MG)
83. Vera Lucia Navarro (professora USP)
84. Wagner Romão (professor Unicamp)





Créditos da foto: reprodução
Voltar para o Índice












PARCERIAS



Quem Somos | Expediente | contato |
© Copyleft - Direitos reservados - Carta Maior - O Portal da Esquerda