terça-feira, 5 de janeiro de 2016

" Estorninho, Burburinho, Nuvem Dançante de Pássaros "? - Desistam os inimigos de Israel e do Sionismo de atacar pela maneira que seja, pois a próxima Vitória de Israel pode significar a derrota que vocês nunca quiseram.



Bando de estorninhos forma 'figuras' curiosas no céu de Israel
Cena foi registrada perto da cidade israelense de Netivot. Enquanto sobrevoavam o céu da região, pássaros criavam diferentes formações.
 - Atualizado em 05/01/2016 07h50
Do G1, em São Paulo
Um bando de estorninhos formou “figuras” curiosas durante a migração anual registrada perto da cidade israelense de Netivot, na semana passada. Enquanto sobrevoavam o céu da região, os pássaros criavam diferentes formações.
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    Eu gosto muito de fazer isso, ficar observando o céu. O mar também... as plantas... a natureza em geral (incluindo as mulheres bonitas, claro! rsrs)
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      O estorninho-comum (Sturnus vulgaris), também chamado de estorninho-malhado, é um pássaro da família dos esturnídeos, nativo da Eurásia e introduzido na América do Norte, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia.
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      terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

      Burburinhos israelenses de 1992 a 2012 com ataques impositivos aos terroristas do Hezbollah em 1992 e 2012 - tornando necessário atingir o Líbano -, e diante de novas urgências de 2012 a 2015, suas novas aparições pois Iehouah Elohim é o único Creador e por Iehouah Tseva'ot é reconhecido sua soberania cósmica, no que a importância do Grande Israel, do Sionismo Judeu e da movimentação sionista mundial. Com asas tecnológicas, naturais, sagradas e mentais nós somos Iehouah e somos por Israel e pelo Sionismo


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      Navio do Brasil registra 320 invasões aéreas de Israel no Líbano

      Diplomacia israelense diz que voos têm caráter defensivo, mas ONU os considera uma violação de resolução do Conselho de Segurança

      BBC 
      selo
      navio de guerra brasileiro da missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano registrou 320 invasões do espaço aéreo libanês por aviões militares de Israel nos últimos seis meses.
      Segundo a diplomacia israelense, os voos têm caráter defensivo. Seu objetivo seria coletar informações sobre supostos foguetes do Hezbollah que poderiam atingir Israel. Contudo, esses voos militares violam a resolução do Conselho de Segurança da ONU que estabeleceu um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah em 2006 e proíbe forças armadas estrangeiras de entrar no Líbano sem autorização do governo.
      As 320 invasões aconteceram entre novembro de 2011 e maio de 2012, segundo o contra-almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith, comandante da Força Tarefa Naval da ONU. Em média, elas representam mais de 12 invasões por semana.
      Os voos suspeitos foram registrados pelo radar da fragata brasileira "União" e também gravados em imagens pela tripulação. Foram flagrados principalmente aviões de caça, de reabastecimento e "drones" - os aviões militares não tripulados.
      "As violações de espaço aéreo são frequentes. Nosso navio tem capacidade de detectar essa atividade aérea. Inclusive isso é uma atividade subsidiária nossa que é muito bem-vinda pela Unifil (missão de paz da ONU no Líbano)", afirmou Zamith à BBC Brasil.
      Radares
      Os sobrevoos irregulares de Israel sobre áreas libanesas acontecem ao menos desde a retirada das tropas israelenses do sul do Líbano em 2000. Eles são registrados pela ONU por meio de um radar terrestre instalado no quartel general da Unifil em Naqoura, no norte do país.
      Porém, segundo Zamith, o equipamento não tem alcance adequado para monitorar a região próxima à fronteira com Israel. O posicionamento da fragata brasileira durante missões no litoral sul do Líbano desde o fim do ano passado ampliou a capacidade de detecção da missão e possibilitou o atual registro de flagrantes.
      Reação
      Depois de captadas, as informações sobre os voos suspeitos são analisadas pela Unifil - que verifica se de fato houve violação do espaço aéreo. Em seguida, a missão faz protestos formais ao Conselho de Segurança da ONU, exigindo que as IDF (Forças de Defesa de Israel) parem com os abusos.
      "Esses voos violam a resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU. Eles estão minando nossa credibilidade junto à população do sul do Líbano", afirmou à BBC Brasil Andrea Tenenti, o porta-voz da Unifil.
      Segundo ele, a ação diplomática é a única reação possível da Unifil, pois seu mandato não permite o uso da força para impedir as violações israelenses - a não ser em caso de ataque a capacetes azuis.
      A Força Tarefa Naval da ONU existe desde 2006. Desde que o Brasil assumiu o comando da frota, no ano passado, um único incidente envolvendo forças navais das Nações Unidas e aviões de Israel foi registrado, em 2011.
      Um caça israelense invadiu o espaço aéreo libanês e sobrevoou um navio de guerra da esquadra internacional. Na linguagem naval, esse tipo de ação é considerada atitude hostil. A ONU entrou em contato com Israel e o caso foi tratado como um mal-entendido.
      Defesa de Israel
      Segundo o diplomata Alon Lavi, porta-voz da embaixada israelense no Brasil, foi o Hezbollah quem violou a resolução do Conselho de Segurança da ONU com violência praticada dentro do Líbano.
      Segundo ele, Israel teria informações de inteligência segundo as quais o grupo extremista xiita estaria estocando foguetes em áreas libanesas. Outro motivo para os voos seriam "ameaças abertas" feitas por líderes do Hezbollah de atacar cidades israelenses.
      "Israel tem a obrigação de obter informações de inteligência sobre esses foguetes porque eles estão apontados para a nossa população de novo", disse. "É por isso que Israel tem feito voos no espaço aéreo do Libano, mas não temos propósitos ofensivos. A prova disso é que nenhum lugar no Líbano foi ameaçado ou atacado", disse.
      Segundo ele, apesar de não haver registro de ataques recentes do Hezbollah, os voos israelenses continuam acontecendo com o caráter de monitoração.
      Já para o diplomata Jimmy Douaihy, encarregado da embaixada libanesa, os voos violam a soberania do Líbano. Segundo ele, não há sentido na afirmação de que eles ocorrem em defesa contra o Hezbollah.
      "Há tropas das Nações Unidas lá (sul do Líbano). Eles é que monitoram a área e não levantaram esse tipo de atividade", afirmou.
      Ele também afirmou que as violações da soberania libanesa por Israel ocorreriam também pelas fronteiras terrestre e marítima. "Desde 2006 foram mais de 10 mil violações. Acontece quase todo dia. Já apresentamos várias queixas ao Conselho de Segurança (da ONU)", disse.
      Ciclos
      O contra-almirante Zamith afirmou que os voos israelenses têm características de ações de reconhecimento. Segundo ele, a atividade israelense no espaço aéreo libanês varia de acordo com a conjuntura política da região.
      "As situações aqui são cíclicas, às vezes pioram e às vezes melhoram. Obviamente, nos momentos em que a situação do entorno regional se agrava, a tendência é que essas atividades aéreas também aumentem proporcionalmente", disse.
      Lavi afirmou, por sua vez, que a relação entre as forças de Israel e os militares brasileiros atuando no Líbano é "muito boa e próxima".



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      20 de fevereiro de 1992 — Israel invade o Sul do Líbano


      Jornal do Brasil: Israel invade o Líbano

      Israel invadiu o Sul do Líbano com o objetivo inicial de tomar duas aldeias de onde guerrilheiros xiitas bombardeavam o norte de Israel. Os ataques xiitas foram uma retaliação à morte do líder do Hezbollah Sheik Abbas Mussawi, morto havia cinco dias por jatos israelenses. Sheik Hassan Nasrallah assumiu a liderança do Hezbollah, que significa Partido de Deus, e é apoiado pelo Irã.

      O Hezbollah é um grupo político-militar, que começou a atuar no Líbano, inicialmente como uma milícia islâmica, após a invasão israelense naquele país em 1982.

      Segundo a Síria, que tinha 35 mil soldados no Líbano, o ataque israelense ameaçava as negociações de paz.

      O Líbano enfrentava uma guerra civil entre cristãos e muçulmanos quando foi invadido pela primeira vez por Israel. Os israelenses conseguiram expulsar a Organização de Libertação da Palestina (OLP) do território libanês, e chegaram a ocupar a capital, Beirute. Entretanto nada fizeram para impedir o massacre de refugiados palestinos dos acampamentos de Sabra e Chatila, próximos a Beirute, por milícias cristãs libanesas.

      Em 1985, as três principais organizações militares libanesas – a milícia drusa, a Amal (xiita) e a Falange (cristã) – assinaram um cessar-fogo. O pacto foi boicotado pelo Hezbollah, pela Murabitun (milícia muçulmana sunita) e por setores da comunidade cristã.

      Intifada e acordo de paz
      A reação palestina veio em 1987 com a Intifada, revolta popular, que começou em Gaza e se estendeu à Cisjordânia. A Intifada consistia em manifestações diárias da população civil, que arremessava pedras contra os soldados israelenses. Estes frequentemente revidam a bala.

      Em outubro de 1989, a Assembléia Nacional Libanesa, reunida na Arábia Saudita, aprovou o tratado de paz. O acordo determinou a participação no governo, em pé de igualdade, de cristãos (Presidência), muçulmanos sunitas (chefia de governo) e muçulmanos xiitas (presidência do parlamento). Os combates só terminaram em 1990.
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      Imagens captam 'nuvem dançante' de pássaros em Israel; veja vídeo
      Movimentos sincronizados servem para buscar comida e se proteger; estorninhos desapareceram do país por 20 anos e agora voltaram.
      03/02/2015 07h51 - Atualizado em 03/02/2015 07h52
      BBC
      Da BBC
      Centenas de pássaros fazem uma curiosa dança durante o por do sol antes de encontrarem um local para dormir (Foto: Reprodução/BBC)Centenas de pássaros fazem uma curiosa dança durante o por do sol antes de encontrarem um local para dormir (Foto: Reprodução/BBC)
      O fenômeno que aconteceu em Israel foi também registrado em vídeo (Foto: Reprodução/BBC)O fenômeno que aconteceu em Israel foi também registrado em vídeo (Foto: Reprodução/BBC)
      Imagens mostram o momento em que uma revoada de pássaros sobrevoa de forma espetacular os céus de Israel.
      O fenônomeno cria uma espécie de nuvem preta dançante que muda de forma e direção a todo momento.
      Os estorninhos, famosos pela habilidade de imitar os sons de outros pássaros, haviam parado de sobrevoar Israel por 20 anos. Em 2012, eles voltaram a aparecer nos céus do país.
      Movimentos sincronizados servem para buscar comida e se proteger; estorninhos desapareceram do país por 20 anos e agora voltaram (Foto: Reprodução/BBC)Movimentos sincronizados servem para buscar comida e se proteger; estorninhos desapareceram do país por 20 anos e agora voltaram (Foto: Reprodução/BBC)
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