segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

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Intervenha Iehouah Tseva'ot



Continua operação para garantir segurança em base aérea da Índia
Ao todo, 7 militares foram mortos e 20 ficaram feridos no ataque. Base Pathankot fica perto da fronteira com o Paquistão.
03/01/2016 12h27 - Atualizado em 03/01/2016 14h39
Reuters
Do G1, em São Paulo
Continua a operação para garantir a segurança de uma base aérea indiana, após o ataque de militantes no sábado (2), informou a Força Aérea da Índia neste domingo (3), enquanto o governo não confirma, porém, se os dois atiradores foragidos haviam sido executados.
Forças de segurança indianas guardam área próxima da base da Força Aérea, alvo de um ataque na madrugada deste sábado (2) em Pathankot (Foto: Channi Anand/AP Photo)Forças de segurança indianas guardam área
próxima da base da Força Aérea, alvo de um
ataque na madrugada deste sábado (2)
em Pathankot (Foto: Channi Anand/AP Photo)
"A área não pode ser declarada totalmente liberada," disse o marechal da aeronáutica Anil Khosla em uma coletiva em Nova Délhi.
O secretário do Interior, Rajiv Mehrishi, confirmou a repórteres em Nova Délhi a morte de quatro atiradores e que esperava que os dois foragidos fossem "neutralizados" até a noite. Sem os corpos não há como confirmar as mortes.
Ao todo, sete militares foram mortos e 20 ficaram feridos no ataque durante a madrugada à base aérea de Pathankot, a 25 km da fronteira com o Paquistão, segundo informações da Reuters. De acordo com a France Presse, seis agressores também morreram no confronto.
O ataque na Base Pathankot começou por volta das 3h30 locais (20h de Brasília de sexta-feira) e deu início à troca de tiros entre as forças de segurança e os insurgentes, que durou cerca de cinco horas, segundo H.S. Dhillon, subdiretor-geral da polícia local, em declarações à agência estatal "PTI".
A região de Pathankot é alvo de constantes ataques de rebeldes que desde 1989 lutam pela independência da Caxemira em relação à Índia ou sua fusão ao Paquistão.

 


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