sábado, 9 de janeiro de 2016

Israel, por Iehouah Que Vive, da Igreja Universal à Pessoas isoladas, veja quem são os brasileiros que somam pra você e pelo.nosso povo. Israel, aclame Iehouah Elohim Tseva'ot na plenitude do Sionismo Israelense e hegemonia do hebraismo israelita. Seja Iehouah, seja por você e seja por seus amigos.





Crivella, lideranças políticas e Universal condenam veto do Brasil a embaixador de Israel

Do R7

8/1/2016 às 09h03 (Atualizado em 8/1/2016 às 10h00)
Marcelo Crivella, lideranças políticas e a Igreja Universal condenaram a recusa do Brasil em aceitar Dayan como embaixadorFlickr/CGIAR Climate

O senador e ex-ministro da Pesca e Aquicultura Marcelo Crivella (PRB-RJ), junto com Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB, e Marcos Pereira, presidente nacional do PRB, condenaram veementemente nesta semana a recusa arbitrária do governo brasileiro em aceitar a indicação de Dani Dayan ao cargo de embaixador de Israel no Brasil. A posição das lideranças representa a mesma adotada pela Universal.

“Deixar Israel sem embaixador não é útil para ninguém”, escreveram no artigo publicado na terça-feira (5) no jornal Folha de S.Paulo. “Dani Dayan é um diplomata preparado, escolhido legitimamente por um país amigo, mas contra ele pesa a acusação de defender os assentamentos israelenses na região da Cisjordânia. É um motivo fraco para tamanha descortesia e tanta inabilidade política”, complementaram os líderes políticos.

Também foi criticada a possível impressão de alinhamento ao BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), campanha voltada contra Israel, que a atitude poderia passar.

“Rejeitar um embaixador pode dar a ideia de que o Brasil está a enviar uma mensagem de apoio ao BDS”, relataram os políticos.

Relações diplomáticas

O artigo destaca que os dois países têm uma forte união, desde a criação do Estado de Israel. “Os dois países têm laços profundos, que precisam ser preservados. O brasileiro Oswaldo Aranha presidiu a histórica reunião da ONU que criou o Estado de Israel”.

Em dezembro do ano passado, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, recebeu em Jerusalém o bispo Edir Macedo. Como retribuição, Netanyahu prometeu viajar ao Brasil para visitar o Templo de Salomão.






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http://m.huffpost.com/br/entry/8939298?:



Chuva de críticas a Jean Wyllys por viagem a Israel expõe cenário reacionário também à esquerda no Brasil
15 horas atrás

Thiago de Araújo Repórter de Política no HuffPost Brasil
MONTAGEM/REPRODUÇÃO FACEBOOK


O ano parlamentar no Congresso Nacional ainda não começou, mas o deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ) vem recebendo nos últimos dias uma enxurrada de críticas. Nas redes sociais, são muitos os que não aceitam a viagem que Wyllys está fazendo a Israel, como parte de uma série de encontros e palestras em Jerusalém.

“Vou ministrar uma palestra na Universidade Hebraica de Jerusalém, a convite da mesma, junto ao professor James Green. Vamos debater sobre antissemitismo, racismo, homofobia e outras formas de ódio e preconceito e suas relações com a política contemporânea”, escreveu Wyllys no dia 5 de janeiro.




Rapidamente o parlamentar passou a ser criticado por “ecoar a propaganda e o sistema de ocupação, apartheid e limpeza étnica que Israel desenvolve na Palestina desde 1947”, como escreveu um internauta na página de Wyllys. A resposta foi rápida:


"Muita gente me questionou sobre o 'boicote a Israel' ou BDS. De acordo com esse boicote, para ser solidário com os palestinos, eu não deveria ter aceitado um convite de uma universidade israelense (a mesma pressão foi feita para queCaetano e Gil não fizessem um show em Israel). Eu sou contra boicotes contra qualquer povo. Acho equivocado confundir governo, estado e população. O boicote detona as pontes e favorece os extremistas de ambos os lados, seja o Likud ou o Hamás".





O movimento Frente em Defesa do Povo Palestino chegou a divulgar uma carta aberta a Wyllys – compartilhada no Facebook pelo líder do PSTU, Zé Maria–, na qual o deputado estaria se colocando “na contracorrente da campanha global de BDS (boicotes, desinvestimento e sanções) a Israel, a qual tem a adesão inclusive do PSol, sempre atuante na solidariedade ao povo palestino e denúncia da ocupação”.

“A tática de Israel de convidar personalidades e autoridades a participarem de palestras em suas instituições acadêmicas - cujo histórico de cumplicidade com a ocupação é amplamente comprovado - objetiva transmitir ao mundo a ideia de normalidade, enquanto mantém o apartheid, a colonização e ocupação de terras palestinas”, diz a nota, mencionado o chamado pinkwashing(‘lavar de rosa’), que seria uma forma de vender Israel como um ‘paraíso LGBT’, o que estaria longe da verdade.



A ida de Wyllys a Israel chegou até mesmo a originar charges.



Diante da forte repercussão da sua viagem, o parlamentar do PSol se defendeu das acusações de apoio ao regime israelense. Wyllys insistiu que a política de boicote aos israelenses “é um equivoco”, uma vez que “só produz ressentimento, fortalece os extremistas de ambos os lados, detona as pontes e impede o diálogo”.


“Concordamos também que parte da esquerda precisa superar sua homofobia. Se outro deputado do PSol tivesse viajado a Israel, não teria sido subestimado e visto como sensível à ‘lavagem rosa’. E que conceito horrível! Os direitos conquistados pelos LGBTs israelenses são uma luz numa região dominada pelo fundamentalismo, o totalitarismo, a misoginia e a homofobia, e eu parabenizo esse povo por seus avanços. Contudo, isso não me impede de ser solidário com outros oprimidos nessa terra, como os palestinos, por exemplo, da mesma forma que muitos judeus israelenses o são.



E a solidariedade com os palestinos não deveria impedir a esquerda de denunciar a opressão que (por exemplo) os homossexuais sofrem nos países islâmicos, ou reconhecer as conquistas democráticas em Israel! De fato, eu também gostaria de ir a outros países do Oriente Médio, mas não posso, porque em muitos deles poderia ser enforcado ou preso por ser gay. A esquerda também precisa ver isso (e ver a barbárie do terrorismo e dos regimes teocráticos e as ditaduras da região) e parar de priorizar umas causas em prejuízo de outras e subestimar o sofrimento de tanta gente”.





Wyllys promete seguir publicando boletins diários de sua viagem a Israel. E é bem possível que o ódio que ele combate siga se voltando contra ele na sessão de comentários.

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