segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Parabéns Israel! Nação de iehouah Elohim Tseva'ot, fortaleza do mundo hebreu e judeu, estandarte da democracia com equilíbrio e justiça entre povos e pessoas! Enquanto uma 'autoridade' típica do antissemitismo jornalista e informacional como Breno Altman tenta supervalorizar a campanha terrorista fundamentalista palestiniana ( porém facilmente desarticulado por comentários práticos de leitores atentos), a nação e o povo de Israel acumulam vitórias próprias do povo da Torah e de Iehouah facultando ao sexo feminino direitos plenos de oração e vivência da espiritualidade junto ao Muro das Lamentações, onde dependendo de muçulmanos nenhum judeu se aproxima e dependendo de judeu ultra-ortodoxos, mulheres só chegariam segunda suas regras. Porém, para quem não se interessa em saber o que é mundo judeu, anote-se que grandes sábios estudiosos da Torah anteveram que quando se aproximasse a era messiânica as mulheres estariam alcançando sua igualdade de direitos, e até mesmo se destacando em muitas áreas! Surpreendente? Vão às suas Bíblias, depois a Torah e experimentam uma capacidade de visão de longo alcance, aberta, e abrangente.






Israel autoriza que homens e mulheres rezem juntos no Muro das Lamentações

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31/01/2016 19h45
Jerusalém
Da Agência Lusa


Israel aprovou hoje (31) uma resolução histórica que rompe com o controle exclusivo dos ultraortodoxos do Muro das Lamentações em Jerusalém e permite que homens e mulheres possam rezar em conjunto naquele local, considerado o mais sagrado do judaísmo.

Com 15 votos a favor e cinco contra, o governo israelense aprovou um plano que prevê a criação de uma nova praça em frente ao muro milenar, na qual os membros das correntes conservadora e reformista do judaísmo vão poder rezar de forma igualitária e sem separação por sexos.

Até hoje, o acesso ao Muro das Lamentações, incluindo os serviços e as atividades religiosas feitos naquele local, estavam controlados pela corrente ultraortodoxa. Segundo as regras estabelecidas, as orações dos dois sexos decorriam de forma separada.

Segundo a resolução aprovada, tanto as áreas atualmente segregadas por sexos, como a nova zona destinada às correntes não ultraortodoxas vão ter um acesso comum.

Esta decisão, qualificada como histórica, vai ao encontro das reivindicações de vários grupos progressistas judeus, incluindo o grupo Mulheres do Muro, movimento que luta há 27 anos pelo fim do monopólio dos ultraortodoxos e pelo direito das mulheres de rezarem em conjunto com os homens naquele lugar sagrado.

O Muro das Lamentações é o local mais sagrado do judaísmo, pois é o último vestígio do Segundo Templo, destruído pelos romanos em 70 d.C. (depois de Cristo).





BRENO ALTMAN
Israel é a premissa do ódio
31/01/2016 02h00
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A Folha publicou, no último dia 24 de janeiro, na "Ilustríssima", elegante defesa do sionismo, assinada pelo jornalista Alon Feuerwerker e intitulada "Quatro premissas erradas sobre Israel".

A síntese do postulado apresentado pelo autor está em frase clara, pela qual busca explicar obstáculos para a fundação do Estado palestino: "a ampla maioria dos líderes árabes e muçulmanos tem recusado qualquer solução de compromisso que inclua um Estado judeu".

A assertiva camufla uma falácia: ao contrário do que afirma o escriba, a Organização pela Libertação da Palestina, desde 1993, quando foi assinado o Acordo de Oslo, reconhece a legalidade de Israel, somando-se ao ponto de vista advogado por Egito e Jordânia, entre outras nações árabes.

As lideranças palestinas, ao assumirem essa posição, aceitaram a fórmula da convivência pacífica e soberana de dois Estados, um árabe e outro judaico, como o mapa do caminho para a independência e a descolonização.

Sucessivos governos sionistas, no entanto, das mais distintas colorações partidárias, continuaram a política de ocupação dos territórios anexados à força nas guerras posteriores a 1947.

A Autoridade Palestina, criada após as negociações entre Yasser Arafat e Yitzhak Rabin, permanece estrangulada por um sistema militar e administrativo que impede sua plena soberania. Repartida em bantustões formalmente autônomos, localizados em territórios descontinuados, não tem controle sobre riquezas naturais, fluxos comerciais, estradas de passagem, política de defesa ou cobrança de impostos.

O Estado de Israel persevera em violação sistemática de resoluções internacionais que obrigam o recuo às fronteiras existentes até a guerra de 1967.

O texto de Feuerwerker aborda o tema como se fosse um mero conflito entre dois Estados. Abusando da fantasia, traça paralelo com as tratativas que sedimentaram a paz entre França e Alemanha no século 20. A questão palestina tem outra natureza: expressa situação neocolonial, na qual uma nação invade e governa terras que não lhe pertencem, ditando o destino de outros povos e impondo seus interesses geopolíticos.

Ao longo de sucessivas batalhas de ocupação, o Estado de Israel ampliou sua posse sobre a antiga Palestina britânica, dos 53% determinados pela partilha original até superar atualmente os 80%.

Além das guerras de conquista, estabeleceu processo de usurpação e discriminação contra a população palestina, incorrendo em práticas de colonialismo frontalmente condenadas pela comunidade das nações.

À luz da norma internacional, Israel comporta-se como Estado pirata. De índole semelhante a da África do Sul durante o apartheid, no qual um regime de ordenamento racial protegia a supremacia branca.

Todos os povos submetidos a esse tipo de garrote possuem o direito à rebelião, historicamente caracterizado como autodefesa diante da opressão estrangeira.

Todos os governos que atropelam princípios estabelecidos pela carta fundacional das Nações Unidas e suas decisões correlatas devem ser pressionados e boicotados até que retomem a rota da legalidade.

Mesmo que seja longo o caminho para a derrota da doutrina expansionista, ao inverso do que esboça o respeitado jornalista, a responsabilidade pelo ódio é uma pena que sempre cabe ao agressor.

BRENO ALTMAN, 54, é jornalista e diretor editorial do site Opera Mundi

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Celso Arnaldo AraujoComprar

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antipocrita (948) (16h28) há 10 horas
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A mensagem palestina é clara, objetiva e publica ao pregar a destruição de Israel . Está publicada em sua carta de princípios que nunca foi revogada. Não adianta o Sr Altman pegar uma declaração qualquer a algum periódico ocidental para referendar o seu ponto equivocado.

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super jew (5859) (14h36) há 12 horas
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Territórios somente são considerados "ocupados" caso sejam capturados em guerra de um estado soberano, mas na época da Guerra dos 6 dias nenhum estado possuia soberania legitima e reconhecida sobre toda a Margem Oeste do Jordão, incluindo a parte leste de Jerusalém...

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super jew (5859) (13h40) há 13 horas
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Quando em 1967 os árabes resolveram invadir Israel, e foram derrotados, Israel tomou da Jordânia a margem oeste, que nunca foi da Jordânia. (Altman, faça a lição de casa!). Assim sendo, como a margem Oeste não pertencia a nenhum Estado em 1967, não pode ser considerado ocupado, já que nenhuma nação possuía direito objetivo e claro sobre a margem oeste, e assim não havia qualquer arranjo, lei ou regulamento internacional a respeito que Israel devesse levar em conta quando os conquistou...

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