domingo, 13 de março de 2016

ISRAEL SE DEFENDE. E QUE O FAÇA. LOGÍSTICA RÁPIDA: QUANTAS PESSOAS E GRUPOS NÃO SE INSPIRAM EM CAMPEÕES? OU QUANTOS SÃO TREINADOS POR CAMPEÕES? NÓS SIONISTAS NO QUE NOS EMPENHAMOS ESTAMOS INCLINADOS A SER CAMPEÕES. NÃO AFETA OBSERVADORES QUE CONHECEM ESFORÇO, DISCIPLINA E REALIZAÇÃO. OS MUITOS GRUPOS QUE TENHAM PASSADO POR ISRAEL OU AMÉRICA TALVEZ TENHAM SIDO AJUDADOS A VISIONAR SOBREVIVÊNCIA. O QUE CADA UM FAZ É RESPONSABILIDADE DE SI MESMO. PRECISA DESENHAR?!


Publicado
11/03/2016
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ISRAEL CRIOU O ESTADO ISLÂMICO NO ORIENTE MÉDIO, DIZ JORNAL ISRAELENSE
Eduard Snowden: Al Baghdadi fez cursos de cursos de oratória e teologia em Israel.

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O jornal israelense Maariv revelou, nesta última quinta-feira (10/03), uma reportagem em que atribui a Israel a criação do ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) no Oriente Médio.

O diário cita que tanto o exército israelense quanto os serviços de inteligência gerais de segurança de Israel treinaram um grupo de combatentes radicais em uma região do Curdistão iraquiano. Depois de treinados, esses radicais se tornaram uma das principais colunas de uma corrente radical do Islamismo, otakfirismo.

O jornal alega ainda que o motivo pelo qual o ISIS foi criado é o desejo de mudança da geografia da região, já que Tel Aviv está rodeado por três inimigos – conforme o chamado acordo de Sykes-Picot – que querem o seu fim, como o HAMAS (Movimento de Resistência Islâmica da Palestina), o Movimento de Resistência do Líbano (Hezbollah) e Síria.

Com estes movimentos radicais Israel teria se sentido forçado adotar uma estratégia para alterar geograficamente a região.

De acordo com a fonte, depois do surgimento do DAESH (ISIS) na região, o regime israelense quase conseguiu seus objetivos, pois o grupo terrorista causou divisões e diferenças tanto no Iraque quanto na Síria. Além disso, muitos acontecimentos ocorreram em favor dos interesses israelenses, assim como foi aberto caminho para dividir esses países em Estados pequenos.



Mais acusações

Em 2014 Edward Snowden, ex-funcionário da agência nacional dos Estados Unidos, já havia acusados os EUA, Israel e Reino Unido de juntos terem criado a organização terrorista.

Através de uma estratégia chamada “ninho de vespas”, a inteligência dos Estados Unidos, do Reino Unido e dos Serviços Secretos de Israel criaram uma organização terrorista com capacidade de atrair todos os radicais do mundo, disse Snowden.

Os documentos revelados por ele apontavam que a única forma de proteger o “Estado judeu” seria “criar um inimigo próximo de suas fronteiras”.

Foi descoberto ainda que Abu Bakr Al Baghdadi, atual líder do ISIS, participou de treinamento militar intensivo durante um ano no Mosab, Instituto de Inteligência e Operações Especiais de Israel. Al Baghdadi também fez cursos de cursos de oratória e teologia na mesma instituição.



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Publicado
10/03/2016
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EX-TERRORISTA ENTREGA A IDENTIDADE DE MAIS DE 20 MIL COMBATENTES DO ESTADO ISLÂMICO
O documento contém dados pessoais de mais de 22 mil terroristas de mais de 50 países.

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Um ex-militante desapontado do ISIS (ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria) e do Exército Livre da Síria, que atende por nome de Abu Hamed, entregou hoje à imprensa britânica um documento contendo dados pessoais de 22 mil terroristas de mais de 50 países.

O documento entregue pelo ex-membro contém informações pessoais como nome, endereço, números telefônicos além de informações das famílias dos terroristas.

Os documentos também revelam que os terroristas de 51 países passaram por uma espécie de “processo seletivo”, ou seja, para entrar no grupo armado havia a necessidade de passar por uma avaliação com cerca de 23 perguntas, cujo conteúdo não foi divulgado.

Alguns dos nomes que constam nos documentos são de pessoas já conhecidas no Reino Unido. Um exemplo é o rapper Abdel Bary, de 26 anos de idade, que ingressou no ISISem 2013.

Identificaram que no movimento terrorista existem também muitos membros oriundos do norte europeu, e uma grande parte do Oriente Médio, Estados Unidos, África setentrional, Canadá e Reino Unido.

Os documentos apontam que apenas 3% dos combatentes do ISIS são sírios (1,7%) e iraquianos (1,2).



A Arábia Saudita tem a maior porcentagem em número de terroristas dentro do grupo, o equivalente a 26% dos combatentes são conterrâneos de Osama Bin Laden.

Excluindo os países que são árabes, a maioria dos combatentes terroristas é da Turquia, e em segundo lugar fica a França.


Traição no ISIS

Caso esse ex-combatente ainda estivesse no ISIS, é claro que seria executado. Traição é um dos crimes que o grupo terrorista não tolera.

No início deste mês, o grupo acusou e executou Falah Abdulla al Saidaui (iraquiano), chefe da administração suprema dos combatentes. Ele foi condenado por crimes de traição e corrupção financeira, além de roubo dentro do próprio movimento.

Para julgar os combatentes, o grupo tem uma espécie de tribunal religioso. Esse tribunal também considera traição fugir de combates, além de ser considerado crime qualquer tipo de negligência ao grupo. Geralmente, nesses casos, aplica-se pena de morte aos terroristas criminosos.



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