terça-feira, 15 de março de 2016

Parabéns Nadav Argaman! Parabéns Israel! Iehouah Tseva'ot seja Convosco



Novo chefe da Inteligência de Israel teria planejado ataques a palestinos

14 de março de 2016
(Arquivo) Partidários do movimento Hamas seguram cartazes com a foto de Yahya Ayash, supostamente assasinado pelo novo chefe do Serviço de Inteligência Interna de Israel, Nadav Argaman, durante um protesto, em Gaza, no dia 12 de janeiro de 1996
(Arquivo) Partidários do movimento Hamas seguram cartazes com a foto de Yahya Ayash, supostamente assasinado pelo novo chefe do Serviço de Inteligência Interna de Israel, Nadav Argaman, durante um protesto, em Gaza, no dia 12 de janeiro de 1996
Anunciado oficialmente nesta segunda-feira, o novo chefe do Serviço de Inteligência Interna de Israel, Nadav Argaman, foi apresentado pela imprensa local como o cérebro de vários assassinatos contra conhecidos ativistas palestinos.
Atualmente vice-diretor do Shin Beth, o Serviço de Inteligência e de Luta Antiterrorista, Argaman foi nomeado após receber a aprovação do comitê encarregado da indicação de funcionários de alto de escalão, anunciou o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em um comunicado.
Ele substitui Yoram Cohen, que deixa o cargo em maio.
De acordo com o site de notícias israelense Ynet, Argaman "é responsável pelo assassinato de um dos mais importantes alvos de Gaza", Yahya Ayash, conhecido como "o Engenheiro". Ayash foi classificado como inimigo público número um por Israel até ser morto em 1996 pela explosão de um telefone celular por parte de agentes israelenses.
Foi sob sua gestão de diretor adjunto do Shin Beth que o número dois do braço armado do Hamas, Ahmed Jaabari, foi morto com um tiro de míssil, em 2012, acrescentou o Ynet.
Para o jornal israelense Jerusalem Post, Argaman tem sérios argumentos para assumir o Shin Beth, especialmente, porque, há algum tempo, foi "o representante do Shin Beth nos Estados Unidos, garantindo a ligação com o FBI (a Polícia Federal americana) e coordenando operações conjuntas na guerra contra o terrorismo".