sexta-feira, 1 de abril de 2016

PARABÉNS NETANYAHU! ISRAEL E O TSAHAL SÃO FONTE DE VIDA E BEM-ESTAR PRA MILHÕES NO MUNDO INTEIRO. NÃO SE PODE CEDER OU DAR LUGAR AO TERRORISMO E FUNDAMENTALISMO ISLÂMICO COMO FAZEM A ONU, KERRY, OBAMA E GRANDE PARTE DO PARTIDO DEMOCRATA COM ESQUERDISTAS INSANOS DO PLANETA. O PRÓPRIO EXÉRCITO DE ISRAEL NÃO PODE PERMITIR QUE DECISÕES TÍMIDAS OU EQUIVOCADAS DO GOVERNO COMPROMETA SUA EXISTÊNCIA E AÇÃO NECESSÁRIA. ASSIM COMO A NAÇÃO NÃO PODE ESPERAR QUE PAZ OU SEGURANÇA EXISTA SEM AUTODEFESA MUNDIAL E CAPACIDADE OFENSIVA ASSIMÉTRICA. TODOS QUE QUISERMOS A BONDADE NOS EMPENHEMOS POR ELA ANULANDO O QUE POSSA COMPROMETER A TENTATIVA DA MESMA. VIDA LONGA E PRÓSPERA AOS LEAIS DE IEHOUAH. SHABAT SHALOM. BOM FIM DE SEMANA E COMEÇO DA NOVA SEMANA.


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Netanyahu defende forças de segurança de Israel após carta dos EUA

31/03/2016 - 09h34


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Jerusalém, 31 mar (EFE).- O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, defendeu nesta quinta-feira o trabalho de suas forças de segurança em resposta ao pedido de uma dezena de legisladores dos Estados Unidos para que se investigue as acusações de "violações graves de direitos humanos" por parte de Israel.

"O exército e a polícia israelenses não se dedicam às execuções. Os soldados e agentes defendem a si mesmos e aos civis inocentes com os padrões morais mais altos contra os terroristas sedentos de sangue que querem matá-los", afirmou Netanyahu em comunicado.


O premiê respondeu assim à carta escrita por vários parlamentares dos EUA na qual enumeram violações de direitos humanos, incluindo os relatórios de execuções extrajudiciais por parte das forças militares israelenses e egípcias, e com a qual solicitam ao secretário de Estado, John Kerry, uma investigação sobre estas acusações.

Apesar de a carta ter sido enviada semanas atrás, não tinha sido revelada até ontem, coincidindo com a polêmica que envolve Israel após o vídeo divulgado há uma semana no qual se vê o que parece ser o momento em que um soldado israelense dá um tiro na cabeça de um palestino ferido, estendido no chão e rendido após atacar outro militar em Hebron.

"Onde estão as preocupações pelos direitos dos muitos israelenses que foram assassinados e mutilados por estes terroristas selvagens?", se perguntou o primeiro-ministro israelense, que acrescentou que o pedido deveria ter sido dirigido aos responsáveis por incitar os jovens a cometer "cruéis atos de terrorismo".




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Por: AFP - Agence France-Presse

Publicado em: 31/03/2016 09:54 Atualizado em:


Soldados israelenses seguram bandeiras nacionais, em Jerusalém, no dia 26 de abril de 2009. Foto: Menahem Kahana/AFP/Arquivos


Hebrom (Territórios palestinos) - O exército israelense demoliu na madrugada desta quinta-feira a casa de um palestino que foi morto depois de ter esfaqueado um colono em Hebron, no sul da Cisjordânia ocupada. O apartamento de Ihab Masuada foi destruído pelos soldados, que enfrentaram manifestantes, que atiraram pedras, quando chegaram ao local. Os militares usaram bombas de efeito moral.


No dia 7 de dezembro, Ihab Masuada feriu gravemente Genady Kaufman, de 41 anos, perto do Túmulo dos Patriarcas, um local venerado por judeus e muçulmanos, e depois foi morto. Kaufman, residente na colônia Kyriat Arba, perto de Hebron, faleceu algumas semanas depois em consequência dos ferimentos.


Israel, Jerusalém e os Territórios Palestinos vivem uma onda de violência desde 1 de outubro, situação que provocou as mortes de 200 palestinos, 28 israelenses, dois americanos, um eritreu e um sudanês.








TAGS: palestino demolicao casaexercito israel





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Árabes e judeus se unem em Israel por meio de grupo de corrida de rua

Maratona de JerusalémAbrir galeria em tela inteira









Corredores passam pela região da cidade velha de Jerusalém, durante a Maratona de 2016 Por: Eduardo Anizelli/Folhapress 18/03/2016[1 de 13]


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MARCEL MERGUIZO
ENVIADO ESPECIAL A JERUSALÉM (ISRAEL)30/03/2016 17h00


Correr é uma atividade física solitária. Mas, em grupo, os corredores têm o poder de ultrapassar até mesmo os preconceitos.

Por trás desta filosofia surgiu, em Jerusalém, o projeto "Runners Without Borders" (Corredores Sem Fronteiras, em português).

A largada da ideia ocorreu em novembro de 2004, após a tensão causada na região devido à guerra em Gaza. Shoshana Ben-David, então com 18 anos, reuniu um grupo de jovens mulheres árabes e judias para começar a correr juntas.

Em 2015, então, o segundo grupo deu os primeiros passos, comandado por Israel Haas, hoje diretor da ONG e com 36 anos. Atualmente, são quatro grupos mistos com homens, mulheres; jovens e adultos; muçulmanos, judeus e cristãos.

"Gosto da coexistência de Jerusalém. Mas vamos falar com árabes somente no mercado? Apenas nos negócios? Não vamos fazer outras coisas com eles, em outras oportunidades? Depois da última guerra em Gaza, há um ano e meio, eu e Shoshanna começamos essa empresa porque já corríamos e queríamos uma coexistência de verdade. A tensão em Jerusalém foi a causa, e o objetivo é conectar as pessoas", explica Haas à Folha.


Israel Haas, diretor do Corredores Sem FronteirasEduardo Anizelli - 18.mar.2016/Folhapress


Shoshanna costumava dizer que não tinha amigas muçulmanas de sua idade, mesmo com um terço da cidade sendo habitada por árabes. Haas então surgiu como uma espécie de conexão entre todos, pois fala árabe, hebraico e inglês.

"Judeus não vão falar árabe. E árabes não vão falar hebraico. Especialmente os jovens. Porque eles têm medo um do outro. E quando a causa é o medo, precisamos nos conectar. Precisamos diminuir o medo", afirma o diretor da ONG que se reúne, uma vez por semana, aos domingos, para treinar e trocar experiências.

Todas as atividades são em inglês, depois traduzidas para outras duas línguas se necessário. Além da equipe de Jerusalém, que hoje conta com 70 corredores, há também um grupo em Haifa, ao norte do país, com cerca de 15. A próxima a receber o projeto deve ser Tel Aviv.

Além dos exercícios de força, técnica e corrida, orientadas por um treinador, os times acabam sendo também grupos de discussão. Os conflito entre judeus e palestinos na região já fez com que eles tivessem que deixar um parque no qual treinavam e, atualmente, o grupo se reúne no estádio de uma universidade.

"Não falamos do conflito. Não é um tema que levantamos. Mas se eles falarem, deixamos. A política desconecta as pessoas. Por isso é importante o debate de ideias, elas não precisam concordar com as outras, mas podem agregar ideias à discussão", explica Haas.

Em torno de 60% do grupo é de homens e árabes, mas, entre as mulheres, a maior parte é de judias. Entre os árabes, há muçulmanos e cristãos. O recrutamento é feito nas escolas ou por meio de uma conta no Facebook.

"À princípio, as escolas árabes não queriam que as mulheres estivessem nas conversas, por causa da tradição. Mas as próprias mulheres do programa disseram que queriam participar. Isso é muito importante para os dois lados", diz Haas.

"Há muitas diferenças na cidade e entre os árabes, mas os judeus não sabem disso, porque eles não se integram com todos os cidadãos de Jerusalém", completa o diretor da empresa que arrecada dinheiro graças a financiamentos coletivos na Internet (crowdfunding) e a doações vindas de EUA, Itália, Alemanha, Canadá, Inglaterra e também do Brasil.

Na Maratona de Jerusalém, realizada na última sexta-feira (18), os Corredores Sem Fronteiras tiveram 40 representantes divididos entre as provas de 5 km e 10 km (na qual Haas esteve). Eles também já correram provas em Milão e Berlim, em 2015. E esperam começar negociações para participar de alguma no Brasil em breve.

"A empresa é algo específico. Temos em Haifa e queremos ter em Tel Aviv, porque o objetivo é conectar as etnias em sítios mistos. Por exemplo, se há um bairro com judeus e árabes, os queremos juntos. E o primeiro passo é Jerusalém entender isso", afirma Haas, ao justificar o caráter local do projeto.

Afinal, qualquer um pode correr, a pista ou a rua é igual e aceita todos, é acima de tudo uma atividade democrática.

O repórter MARCEL MERGUIZO viaja a convite do Ministério do Turismo de Israel30/03/2016 17h00
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