quinta-feira, 26 de maio de 2016

Avigdor Lieberman - Parabéns! Os Clãs que pediram desde as eleições por esta coligação festejam sua oficialização em Lag Baomer e confiam no seu empenho por Israel e pelo Grande Israe. Que Tu e Bibi sejam como os bracos direito e esquerdo do mesmo Mal'ach que por Iehouah Elohim Tseva'ot anulou em uma noite a ameaça de 185.000 oponentes do Povo da Torah

Ultranacionalista assumirá Defesa de Israel; EUA e palestinos reagem
Avigdor Lieberman defende troca de território por colônias da Cisjordânia. Líderes palestinos o consideram 'verdadeira ameaça' à região.
25/05/2016 21h06 - Atualizado em 25/05/2016 21h10
France Presse
Da AFP
Ultranacionalista Avigdor Lieberman (esquerda) e o premiê israelense Benjamin Netanyahu assinam acordo de coalizão nesta quarta-feira (25)  (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)Ultranacionalista Avigdor Lieberman (esquerda) e o premiê israelense Benjamin Netanyahu assinam acordo de coalizão nesta quarta-feira (25) (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta quarta-feira (25) um acordo para a entrada em seu governo do ultranacionalista Avigdor Lieberman, de 57 anos, chamado de "verdadeira ameaça" de instabilidade na região por líderes palestinos.
Após uma semana de intensas negociações, os aliados de Netanyahu e Lieberman fecharam um acordo para que o ultranacionalista assuma o crucial Ministério da Defesa. Essa pasta supervisiona os Territórios Palestinos.
Outro integrante de seu partido ultranacionalista será o ministro da Absorção, ou seja, da Imigração.
Essa reforma ministerial eleva de 61 para 66 assentos a maioria de Netanyahu no Parlamento, que tem 120 deputados. De acordo com analistas, esse é o governo mais à direita da história de Israel.
O primeiro-ministro tenta ampliar seu governo desde a vitória nas legislativas de março de 2015, quando obteve maioria parlamentar.
Endurecimento
Os analistas antecipam um possível endurecimento da política em relação aos palestinos com a chegada ao Ministério da Defesa de um homem conhecido pelas diatribes antiárabes e por seu populismo belicoso.
Lieberman tentou reduzir os temores e prometeu uma política "responsável e equilibrada" em sua gestão.
"A primeira coisa, com a qual me comprometo, é uma política responsável, razoável", disse ele à imprensa, antes de defender uma "política equilibrada".
"Meu governo continuará a procurar a paz com os palestinos e com todos os nossos vizinhos", ressaltou Liebermann, que já foi ministro das Relações Exteriores (2009-2012 e 2013-2015) em governos de Netanyahu.
Os dois já travaram disputas no passado. Recentemente, inclusive, Lieberman descreveu o premiê como "um mentiroso, um trapaceiro e um crápula".
"Estamos unindo nossas forças para fazer Israel avançar", alegou Netanyahu.

Troca de territórios
Poucos dias antes do início das negociações com Netanyahu, Lieberman acusou o governo de falta de firmeza em relação aos ataques palestinos e de não construir colônias nos grandes blocos da Cisjordânia, território palestino ocupado desde 1967.
Lieberman substitui na Defesa Mosheh Yaalon, considerado um adepto da moderação em relação aos palestinos.
Ao contrário, porém, de outros integrantes desse governo repleto de nacionalistas religiosos, à direita do Partido Likud, Lieberman não é hostil à criação de um Estado palestino. Defende uma troca de territórios, que passaria à administração palestina uma parte da minoria árabe de Israel, contra as colônias da Cisjordânia.
A ideia é considerada inaceitável pelos palestinos.
Durante as negociações para entrar no governo, Lieberman defendia a possibilidade de aplicar a pena de morte aos autores dos atentados antiisraelenses. Pelos termos do acordo, ele conseguiu que a pena pronunciada pelos tribunais militares não precise mais da unanimidade dos três juízes, e sim da maioria. Israel não aplica a pena de morte desde 1962.
Reações
Apesar do discurso apaziguador, é uma figura detestada pelos palestinos, que consideram sua entrada no governo israelense uma "verdadeira ameaça" de instabilidade regional.
"Esse governo acarreta uma ameaça real de instabilidade e de extremismo na região", disse à AFP o número dois da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Saeb Erakat.
O movimento islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, denunciou o retorno de Liebermann como "uma escalada no racismo e no extremismo".
Depois do anúncio, o governo americano comentou que a mudança levanta "dúvidas legítimas" sobre o compromisso de Israel com a solução de dois Estados no conflito com os palestinos.
Em um incomum comentário sobre assuntos políticos de um aliado americano, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Mark Toner, afirmou que Washington "viu informes provenientes de Israel, descrevendo-a como a coalizão mais à direita da história de Israel".
"Também sabemos que muitos de seus ministros disseram que se opõem à solução de dois Estados. Isso suscita dúvidas legítimas sobre a direção que tomará e sobre as políticas que serão aplicadas", completou.
O porta-voz insistiu no apoio dos Estados Unidos a uma solução negociada desse conflito com base na coexistência de dois Estados, um ao lado do outro, com fronteiras consensuais.
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COMENTÁRIOS
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RECENTES
POPULARES
  • Benaiah Leiehouah
    HÁ ALGUNS SEGUNDOS
    Sem estado nenhum às custas de Israel. Gaza, Cisjordânia, Golan, Jerusalém Unificada e todo Israel somente respiram vida como território israelense. O antissemita Obama e suas gangues não tem nenhuma moral nisso tudo. A América Vibrante é sionista e resto é deformação.
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    • Benaiah Leiehouah
      HÁ 6 MINUTOS
      Parabéns Israel. Parabéns Sionistas.
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      • Wallace Bernardo
        HÁ UMA HORA
        isso mesmo israel! esse cargo importantissimo tem que ser ocupado por super-patriotas
        • Galdencio Pampas
          HÁ UMA HORA
          Tasca faca na caveira, kkkkkkkkk!!! tem que meter bala nestes terroristas assassinos sanguinários palestinos. Olho por olho dente por dente. Terrorista bom é terrorista morto.
          • Solrac
            HÁ 23 MINUTOS
            Viva Israelllllllllllllllll...
          • Jorge Lé
            HÁ UMA HORA
            Mas a maior culpa é de Israel, pois está com a Aliança com o Deus de Abraão quebrada. "45 E todas estas maldições virão sobre ti, e te perseguirão, e te alcançarão, até que sejas destruído; porquanto não ouviste à voz do Senhor teu Deus, para guardares os seus mandamentos, e os seus estatutos, que te tem ordenado;
            • Solrac
              HÁ 24 MINUTOS
              kkk.. Quebrada? O cara é tão LéLé da cuca que citou uma passagem q ja aconteceu,ja é passado e esse mesmo Deus ja cumpriu até a Promessa de re-estabelecer ISRAEL p/ sempre, e que tb ja aconteceu! O cara é por fora mesmo.k
            • Antonio Aquino
              HÁ 3 HORAS
              QUE DEUS ABENÇOE A NAÇÃO DE ISRAEL. QUE A NAÇÃO DE ISRAEL VENÇA TODOS OS QUE SE LEVANTAR CONTRA ELA.
                • Jose
                  HÁ UMA HORA
                  Que os Israelixos vão para o INFERNO.
                  • Wallace Bernardo
                    HÁ UMA HORA
                    jose,vou pedir um amigo meu do mossad,para acabar com voce
                    • Galdencio Pampas
                      HÁ UMA HORA
                      Esse José na verdade é o André Palestino ou Andrelixo Pastelão Bobalhão retardado que usa vários pseudônimos um abobado retardado tupiniquim abandonada por um judeu bem calçado chinelona tupiniquim. Kkkkkkkkkk patético e ignorante completo. Kkkkkkkkkk
                  Mundo