terça-feira, 31 de maio de 2016

Dimona não pode continuar só. É imperativo e urgente novas opções com potencial equivalente crescente ou superior. O Estado Sionista Judeu De Israel precisa ter a liderança com muitos anos de vantagem em poder defensivo superior ao atual, vindo de baixo e de cima do mar, como da terra e ainda aéreo orbital. A única nação que tem credibilidade natural para zelar pelo equilíbrio do poder atômico americano e russo também é o moderno Israel e isso deverá fazer seus povos lutar contra o antisemitismo no seu próprio meio. Por hora, viva Dimona e ganhe logo bom apoio.






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ARMAS NUCLEARES

Um projeto bélico por trás de uma usina nuclear israelense
Uma das usinas nucleares mais antigas do mundo ajudou a construir o arsenal nuclear secreto de Israel

31 maio, 2016

Acredita-se que a usina nuclear é a fonte do material físsil usado para fabricar as armas nucleares de Israel (Foto: Wikimedia)



Com a cúpula brilhando à luz do sol em uma zona de exclusão no deserto de Negev, o reator nuclear perto da cidade israelense de Dimona foi durante anos um assunto de intensa especulação. Seu nome oficial simples, Centro de Pesquisa Nuclear, esconde um objetivo bélico. Os serviços de inteligência estrangeiros, cientistas nucleares e um antigo funcionário israelense dizem que a usina nuclear é a fonte do material físsil usado para fabricar as armas nucleares de Israel.

Os segredos atômicos do país sempre foram preservados com extremo cuidado, portanto, pouco se sabe a respeito da usina em Dimona. No entanto, funcionários da Comissão de Energia Atômica de Israel (IAEC) admitiram em uma conferência científica no mês passado, que o reator apresentava sinais de desgaste em razão da idade. Uma inspeção com ultrassom no núcleo de alumínio descobriu 1.537 pequenos defeitos e fissuras, disseram. A vida útil de um reator desse tipo é em geral de cerca de 40 anos. Com 53 anos de fabricação, o reator nuclear de Dimona é um dos mais antigos do mundo em funcionamento.

O reator, fornecido pela França, foi ligado 15 anos depois da criação do Estado de Israel. O primeiro-ministro do novo Estado, David Ben-Gurion, preocupado com possíveis conflitos na região, insistiu que Israel precisava desenvolver um programa nuclear, como um meio de intimidação. O programa foi dirigido por seu assistente, Shimon Peres, e os principais componentes do reator foram ativados pela primeira vez em 1963. O governo alegou que Dimona era uma “fábrica têxtil”.

Muitos dos sistemas auxiliares do reator foram reformados ou substituídos, mas o núcleo de alumínio não pode ser trocado. Os defeitos e fissuras detectados são monitorados com precisão e não há indícios que o reator possa causar problemas. Entretanto, na maioria dos países ele teria sido desativado há muito tempo. E as preocupações com sua segurança só aumentarão no futuro.

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Fontes:
The Economist-A textile factory with a difference


deserto de Negev
Israel
Opinião e Notícia
projeto bélico
The Economist
usina nuclear




1 OPINIÃO

Leonam Guimaraes
31 de maio de 2016 às 16:54

O reator de Dimona não comstitui uma usina nuclear, entendida como instalação nuclear para geração de energia elétrica. Dimona é um reator de pesquisa capaz de produzir plutônio “grau de arma” (“weapon grade”).



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