quarta-feira, 18 de maio de 2016

Ilan Goldfajn: mostre ser com Yehowah Iehouah Elohim Tseva'ot que Ele mostrará ser contigo. Temer e Serra são bons homens, mas já foram muito omissos ou consentiram diante do que devia ser rejeitado. Quanto à ofensa vinculada ao Brasil por não receber Dayan, merece pedido formal de desculpas e convite público a Israel para trazer o mesmo se desejar. A propaganda e promoção esquerdista e pró islamita criminosas no Brasil tem que ser enquadrada e impedida energicamente.

Ver Menu
Ver Navegação

índice do impressoBuscar no sites da Folha





Imprensa israelense enfatiza que novo presidente do BC nasceu no país


DANIELA KRESCH
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
17/05/2016 13h25
Gabo Morales - 15.mar.2012/Folhapress

O escolhido para presidir o Banco Central e ex-economista-chefe do Itau, Ilan Goldfajn


"Orgulho israelense". Com essas palavras, o maior site de notícias de Israel, Ynet, começou uma reportagem, publicada na sexta-feira (13), sobre Ilan Goldfajn, 50, indicado hoje para presidência do Banco Central brasileiro. Para ocupar o cargo, no entanto, ele ainda precisa passar por umasabatina no Senado, que deve começar na próxima semana.

Goldfajn nasceu em Haifa (Norte do país) e viveu alguns anos em Israel antes de chegar ao Brasil, aos 10 anos de idade.

"Ele fala hebraico fluentemente. Tem família em Israel e costuma visitar o país", enfatizou a reportagem do Ynet com o título "Israelense é nomeado presidente do Banco Central do Brasil".

Desde que o nome de Goldfajn foi aventado para o BC, a imprensa israelense tem destacado, em tom de júbilo, que ele nasceu no país. A agência de noticias Calcalist afirmou que ele "é considerado um dos principais economistas do Brasil". O mesmo informou o jornal econômico Globes, listando os desafios que ele enfrentará, "principalmente a erosão no valor do real, a alta inflação e a previsão de retração em 2016".

A imprensa israelense também tem ressaltado que, se o novo presidente interino, Michel Temer, é um cristão maronita filho de libaneses, o novo presidente do BC é um judeu nascido em Israel, numa mistura de nacionalidades e religiões que, no Oriente Médio, parece inusitada.

Goldfajn tem outra ligação com sua terra natal. Ele trabalhou sob a batuta do economista Stanley Fischer no Fundo Monetário Internacional (FMI) de 1996 a 1999, pouco antes de Fischer assumir a presidência do Bank Israel, o Banco Central do país (2005 e 2013). Para assumir o cargo, Fischer se nacionalizou israelense.

Os jornais também especulam se a nomeação de Goldfajn ajudaria a diminuir a tensa relação entre Brasil e Israel durante o governo Dilma Rousseff, que chegou ao auge com a recusa de Brasília em aceitar a nomeação do empresário Dani Dayan, líder de colonos judeus na Cisjordânia, como novo embaixador de Israel. Em reportagem publicada na segunda-feira (16), o jornal Times of Israel especulou que a nomeação de Goldfajn seria uma prova de que Temer é "amigo da comunidade judaica".

"Entre seus primeiros passos, Temer anunciou José Serra, um amigo de longa data da comunidade judaica, como ministro das Relações Exteriores e Ilan Goldfajn, um estimado economista que nasceu em Israel, como presidente do Banco Central", escreveu o Times of Israel.

Ilan Goldfajn nasceu em Israel em 1966. Sua família se mudara do Rio de Janeiro para o país após o pai receber uma oferta de trabalho. A irmã mais velha e o irmão mais novo de Goldfajn também sçao israelenses. Na década de 70, a família se mudou para o México e, depois, voltou para o Rio, onde o pai assumiu a representação, no Brasil, do Bank Leumi, um dos maiores de Israel.

Goldfajn costuma fazer visitas a Israel para visitar parentes ou dar palestras. Em janeiro de 2015, participou de um seminário sobre a economia brasileira realizado pela Câmara de Comércio e Indústria Israel-Brasil e pelo Instituto de Exportação de Israel.

"Estamos orgulhosos de compartilhar com vocês que nosso convidado de honra do evento de abertura da Câmara no ano passado, o senhor Ilan Goldfajn, foi nomeado para o importante e respeitado cargo de presidente do Banco Central do Brasil. Desejamos a ele muito sucesso", escreveu a equipe da Câmara em um e-mail enviado a assinantes.

Segundo colegas de infância, o novo presidente do BC hesitou em aceitar o novo cargo. Um dos motivos foi a retirada do status de ministro, o que acaba com o foro privilegiado do presidente do BC. "O presidente pode ser preso por uma besteirinha", contou um amigo próximo. "Fora isso, a família se ressente muito dos anos em que ele passou trabalhando em outra cidade", continuou, se referindo às fases em que Goldfajn trabalhou em São Paulo pelo Itaú Unibanco e em Brasília, como diretor de política econômica do BC, entre 2000 e 2003.

Goldfajn e a mulher também moraram nos Estados Unidos por cerca de uma década, onde dois de seus três filhos nasceram.
Edição impressa

recomendado

Dilma cai, Maduro perde


'Financial Times' diz que Temer tem aparência gótica e vida pessoal picante


PatrocinadoCom apenas 35 anos ele fala 11 idiomas - veja seus truques para aprender qualquer línguaBabbel


Errou feio




Fale com a Redação -leitor@grupofolha.com.br

Problemas no aplicativo? -novasplataformas@grupofolha.com.br
PUBLICIDADE

Folha de S.Paulo 2016