sexta-feira, 20 de maio de 2016

PARABÉNS MUNDO JUDEU CRISTÃO! LEMBREM DE LIDERAR A POSIÇÃO GLOBAL DE RECOMENDAR OS BENEFÍCIOS DO SIONISMO PARA OS POVOS E RECUSAR ABERTAMENTE A CRIAÇÃO DE QUALQUER ESTADO ÀS CUSTAS DE ISRAEL BEM COMO FORMAR EQUIPES DE LIBERTAÇÃO PARA CRISTÃOS E POVOS OPRIMIDOS PELO ISLÃ EM TODAS AS FRENTES - POIS NUNCA JAMAIS SE DIRÁ SHABAT SHALOM SEM QUE PRIMEIRO SEJA DITO E PRATICADO: AM ISRAEL CHAI - VIVA POVO DE ISRAEL!!!!






Bancada evangélica homenageia Israel no Congresso Nacional
JARBAS ARAGÃO 

22 HORAS ATRÁS



Proposta pelo deputado federal Jony Marcos (PRB/SE), foi realizada nesta quinta (19), uma sessão solene em homenagem Israel. Além do sergipano, formaram a mesa João Campos (PRB/GO), presidente da Frente Parlamentar Evangélica e o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).




Foram convidados ainda, o ministro Lior Ben Do, representante da embaixada de Israel, bem como Paulo Maltz Milton Seligman, respectivamente vice-presidente e diretor da Confederação Israelita do Brasil.

A cantora Fortunee Joyce Safdie fez uma participação especial, cantando tanto o hino de Israel quanto o do Brasil. O tema principal da sessão foi lembrar os 68 anos da criação do Estado de Israel. O evento teve duração de duas horas e meia.

Vários parlamentares discursaram na ocasião. Aqueles que também são pastores destacaram a importância espiritual de uma boa relação entre os dois países, ecoando as promessas de Gênesis 12:3: “abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”.

Roberto de Lucena (PV/SP) fez um breve histórico das relações entre judeus e brasileiros. Enfatizou que “Israel é a segunda pátria de todos os que se consideram cristãos”, lembrando que em muitas igrejas do país existem bandeiras de Israel como símbolo dessa união.

Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) fez a seguinte reflexão: “o país vive uma das piores crises já vistas… é uma crise espiritual também. Precisamos voltar o nosso olhar, o nosso coração para Deus… valorizar os laços de irmandade e fraternidade com o Estado de Israel”.

Marco Feliciano (PSC/SP) lembrou que aquele país deu ao mundo um de seus pilares: a moral judaico-cristã. Asseverou que o Brasil tem muito a aprender com Israel, mas que os partidos de esquerda brasileiros “odeiam Israel”, o que gerou problemas para a nação.

Geovania de Sá (PSDB/SC) enfatizou que Israel é um “exemplo para o mundo” e parabenizou o país, que embora pequeno e perseguido, é destaque na área da educação, economia e tecnologia.

João Campos aproveitou a ocasião para ler uma nota, em nome de 4 senadores e 199 deputados, membros da Bancada da Bíblia. Reafirmou que seus signatários não concordavam com a crise existente com o Estado de Israel, criada pelo governo do PT nos últimos anos. Ela culminou com a recusa do nome de Dany Daian por “posições ideológicas”.

Sublinhou que Dilma mostrou intolerância com Israel, mas defendeu o diálogo com o Estado Islâmico e que dedica “especial honra” aos governantes do Irã, conhecido pelas suas violações dos direitos humanos. Comemorou o fato de que, com Michel Temer, as boas relações irão ser retomadas.
Reconhecimento internacional

Depois de alguns anos de relacionamento conturbado, Brasil e Israel parecem estar estreitando seus históricos laços de amizade. Uma comitiva do Partido Social Cristão esteve em solo israelense este mês e seu presidente, pastor Everaldo, afirmou que a legenda ressaltou que irá trabalhar pelo fortalecimento das relações entre os países.

Alguns jornais de Israel comemoram uma sinalização na melhoria da relação entre Brasil e Israel. O Times of Israelacredita que Michel Temer é “amigo da comunidade judaica” e que o ministério das Relações Exteriores agora é dirigido por José Serra, aliado “de longa data da comunidade judaica”.

Além disso, o presidente interino nomeou para a presidência do Banco Central o economista Ilan Goldfajn. Ele é judeu de nascimento e veio para o Brasil aos 10 anos de idade.

* colaborou Jaqueline Mendes