terça-feira, 7 de junho de 2016

O SIONISMO CRISTÃO TEM DUAS DIREÇÕES. UMA OBJETIVA E PRÓ AÇÃO E OUTRA SUBJETIVA REATIVA. A PRIMEIRA ENRIQUECE OS CRISTÃOS E O MUNDO, JÁ A SEGUNDA É ARRISCADA PARA TODOS, INCLUINDO OS MAIORES INTERESSADOS



Jesus está voltando!
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Categoria Israel profético


por A Última Trombeta • Postado em Israel profético • Marcado fatos sobre israel



Existem sete grandes sinais proféticos da Segunda Vinda e, atualmente, todos eles estão em alguma fase de cumprimento. Como em anos passados, listarei os sete com suas principais referências Bíblicas e oferecerei comentários a partir eventos atuais.

3. Uma Coalizão Muçulmana Armada e Liderada pela Rússia Atacará a Terra Santa … Ez. 38:2-6
“Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele. E dize: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal; e te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada; persas, etíopes, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gômer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo.”

Numerosas referências históricas deixam claro que Magog significa a Rússia moderna, e os outros nomeados aqui formam uma coalizão com base na sua religião comum, o Islã. Entre eles estão Irã, vários países do Norte Africano, países da Europa Oriental ao longo do Danúbio e as nações turcas da Ásia Menor. Uma rápida olhada em um mapa do mundo revelará que essas zonas são o lar de alguns dos mais radicais grupos islâmicos. (Para uma explicação detalhada das nações modernas a que se referem esses nomes bíblicos, leia “Um Olhar Aprofundado nos Equivalentes Modernos aos Nomes Bíblicos em Ezequiel 38”)

Direta ou indiretamente, os russos já são um fornecedor de armas para as nações que formarão essa colisão, exatamente como Ezequiel profetizou, e serão levados a se juntar a esta batalha pelo próprio Deus. A política mal disfarçada da Rússia de se tornar a maior externa no Oriente Médio está sendo jogada bem nas mãos do Senhor. A Rússia moveu parte de sua frota do Mar Negro Para o Mediterrâneo Oriental com um porto em Tartus – Síria – e instalou baterias anti-navais e anti-aéreas na Síria também. Irã e Rússia estão aprofundados na execução de um acordo de 50 bilhões de Dólares para fornecer poder nuclear ao Irã. Os 10 reatores solicitados no acordo são supostamente para geração de energia elétrica, mas a maioria dos líderes ocidentais está convencida de que eles serão usados para criar materiais para bombas também.

E no final do ano, o Irã anunciou um futuro acordo com a Rússia para um massivo programa de troca de petróleo por mercadorias qhe lhes permitirá contornar as sanções atualmente em vigor sobre suas exportações de petróleo e aumentá-las em 50% (cerca de 1,5 bilhões de Dólares por mês). Isso aliviará substancialmente o sofrimento econômico que eles têm sentido devido ao programa de sanções. Como a Rússia é um forte exportador de petróleo, acredita-se que o Irã estará, na verdade, fornecendo petróleo para outras nações sob o nome da Rússia.

Vários especialistas alegaram que o Irã seria uma potência nuclear em 2013, e muitos ainda acham que isso se tornará realidade em 2014. Israel e os EUA, ambos, juraram evitar que isso aconteça, mas prevenção parece estar longe de ser uma certeza. Atualmente o Irã está violando flagrantemente várias disposições do “acordo” negociado com as principais potências em novembro/2013, dizendo “não aspiramos obter a bomba nuclear, mas ela é necessária para colocar Israel em seu lugar…” (Mohammed Nabavian – membro do Majlis Iraniano).

É importante lembrar que se Israel lançar um ataque preventivo contra o Irã, isso não será um cumprimento para Ezequiel 38. A profecia exige um ataque furtivo sobre Israel, não o contrário. Atualmente esse prerrequisito é o maior obstáculo para um cumprimento antecipado da profecia de Ezequiel. Ele tem que ocorrer em um tempo em que Israel seja “um povo pacífico e destemido” (Ezequiel 38:11) e esse certamente não é o caso no momento.

Mas Salmos 80 e Isaías 17 são profecias ainda a cumprir que tomadas juntas parecem envolver todos os vizinhos de Israel em outra tentativa de lavar a nação judaica do mapa. Uma vitória de Israel explicaria por que esses vizinhos próximos não são mencionados na lista de antagonistas de Ezequiel, apesar de se esperar que que eles estivessem perto do topo da lista. Explicaria também como Israel pode em breve estar vivendo em um estado de aparente segurança, como requer Ezequiel 38:11.

A Síria chegou bem perto de sofrer o cumprimento de Isaías 17 em 2013 e nações ao seu redor ainda estão em pé de guerra. Muitos especialistas acreditam que uma guerra regional seja iminente, mas ao final do ano isso ainda não aconteceu. Acredito que se houver uma chance de que a situação na Síria se deteriore para um cumprimento de Isaías 17, isso irá disparar Salmos 83 também, e no final do ano ainda parecia que isso poderia acontecer a qualquer momento.

Outro prerrequisito para a batalha de Ezequiel está claramente sendo cumprido. Até aqui Israel realmente não tinha tido nenhuma riqueza de que se gabar, mas recentes descobertas de petróleo e gás, estimadas em bilhões de Dólares, poderiam fornecer a riqueza necessária para tornar Israel um alvo atrativo para ataque. Isso poderia cumprir a pre-condição de Ezequiel 38:13 de que a Rússia estará buscando pilhagem. Essas descobertas poderiam disponibilizar gás o bastante para suprir as necessidades de Israel por 100 anos e ao mesmo tempo transformar a nação de grande importador em grande exportador. A Rússia já está buscando formas de se envolver na disponibilização desse gás no mercado e, de acordo com Ezequiel, eles eventualmente entrarão em guerra no que se transformará em uma tentativa fracassada de fazê-lo pela força.

Acredito que a remoção dos EUA como poderoso aliado de Israel, também seja necessária para preparar o caminho para a batalha de Ezequiel, porque não creio que a coalizão muçulmana atacará até ter a certeza de que os EUA não vão retaliar. Qualquer um dos vários cenários atualmente em atividade poderia conseguir isso, especialmente porque nossa política nacional em relação a Israel não é mais o que costumava ser. Por causa de nossa falhas na Síria e a nossa virada em direção ao Irã, muitos no Oriente Médio, inclusive Israel, não mais acreditam que manteremos a nossa promessa de “apoiar Israel” se chegar a esse ponto. Some a isso as crescente ameaças de terrorismo em nossa terra natal, nossa (dos EUA) crescente fraqueza econômica, e a proximidade do Arrebatamento da Igreja, e está ficando muito mais fácil ver como os EUA poderiam abandonar seu compromisso com Israel.

Quando for a hora certa, tendo recentemente levado a Sua igreja para o Céu, o Senhor usará essa batalha para orquestrar Sua reconciliação com Israel e em seu encalço o Anticristo surgirá com um plano de paz que inclua um Templo Judaico. Assim, uma vez que essa batalha aconteça, a profecia dos tempos do fim continuará a avançar rapidamente.

Fonte: Olhar proféticopor A Última Trombeta • Postado em Israel profético • Marcado irã, Israel, Russia
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Aos que gostam de história e de observar as digitais do SENHOR movimentando-a, seguem algumas informações:

A partir do século 18, o SENHOR começou a enriquecer muitos judeus para promover o seu retorno; em 1750, a Rússia decretou tolerância aos judeus; em 1753, a Inglaterra naturalizou os judeus residentes como cidadãos; o que também ocorreu em 1780 na Áustria e em 1788 na França; em 1806 a Rússia chamou os judeus de volta, banidos por Pedro, o Grande; em 1806, a Itália emancipou os judeus e a Prússia, em 1813, reconheceu os seus direitos.

Em 1838 e 39, o The Times, de Londres, publicou as idéias do Lord Shaftes Bury sobre o retorno de Israel à sua terra, apelando para a Rainha Vitória para interceder a favor de suas teses.

Em 1860, a Aliança Hebraica foi fundada para promover a liberdade dos judeus em todos os países e colonizar a terra prometida. Assim, vemos os gentios, mais uma vez, de uma maneira indireta, patrocinando o retorno de Israel.

De repente … em 1867 a Turquia permite o retorno dos judeus. Na mesma ocasião espalhou-se a notícia em Londres que um industrial judeu, Sir Moses Montifiore, coloca uma fábrica de tecidos em Jerusalém, juntamente com um moinho de trigo e uma vila de casas, indo à falência logo após.

Em 1878, houve o primeiro encontro de Conferências Proféticas em Nova Iorque, na Igreja de Santa Trindade, com a presença de 49 pastores presbiterianos, 23 batistas e os restantes entre episcopais, luteranos e metodistas, ao todo eram 122. Houve um compromisso solene entre eles de ensinar a Segunda Vinda de Cristo e a restauração de Israel. A expectação do retorno do Senhor e de Israel aumentaram nos arraiais evangélicos.

Em 1879, um judeu crente, Adolfo Saphir, presbiteriano, realizava uma série de conferências sobre o tema: Israel e a Bíblia, em Londres. Mais tarde fundou uma entidade de Evangelismo aos judeus – Testemunho Hebreu-Cristão para Israel. Em 1889, John Wilkinson publicou um livro chamado “Israel, minha Glória”, um clássico mundial. Wilkinson também foi fundador de uma Missão de evangelismo aos judeus em 1876, em Londres, cujos resultados se fizeram sentir na França, Europa oriental, norte da África e até no Brasil, com a presença de Salomão Ginsburg, convertido pelo trabalho missionário desta entidade.

Entre 1860 a 1899, o evangelista Moody ganhou centenas de almas ao difundir em seus temas, nos sermões evangelísticos, a volta de Cristo e o retorno de Israel.

Em 5 de março de 1891, o metodista Blackstone, missionário aos judeus, publicou um manifesto juntamente com mais 550 assinaturas de clérigos, homens de negócios e editores; o manifesto apelava ao secretário de Estado do presidente Harrison dos EUA, pedindo a interferência do presidente junto às nações para que desse de volta a Palestina para os judeus. Blackstone viajou para Israel e relatou com detalhes minuciosos a condições favoráveis para tornar a florescer a nação de Israel.

Em 1908, Blackstone escreveu um livro chamado: “Jesus está voltando” que foi traduzido para o português, cujos exemplares são raros; ali o autor defende a restauração literal de Israel conforme as Escrituras.

Em 1897, Teodoro Herlz realiza o 1º Congresso Sionista, onde profere a famosa profecia de que os judeus voltariam a ter a sua terra num prazo de até 50 anos (1 jubileu), o que veio a se comprovar em novembro de 1947.

Em 1917, Allemby conquista a Palestina dos Otomanos, entrando em Jerusalém, puxando o seu cavalo para não ser confundido com o Messias; Allemby, o general Inglês, se tornou o marco de retorno de Israel.

Em 2 de novembro de 1917, o governo Britânico reconhecia a necessidade do estabelecimento do Estado de Israel através da Declaração de Balfour.

Em 1920, o Reverendo Alfredo Borges Teixeira, da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, movido por grande expectação quanto à Segunda Vinda de Cristo e ao retorno de Israel, publicou um clássico da literatura evangélica brasileira: “Maranata, o Senhor vem”; republicado 50 anos mais tarde (1970).

Em 1933, Samuel Schor, um judeu crente, publicou nos EUA um livro com o título: “A Eternidade da Nação e a Volta do Rei”, já falando de Israel como uma nação restaurada.

De repente … o nazismo, a II Guerra Mundial e o seu término e … em 29 de Novembro de 1947 foi aprovado um Plano de Partilha da Palestina pela Assembleia Geral das Nações Unidas, através da sua Resolução 181. Em 14 de maio de 1948, na ONU, Israel é proclamado como Estado independente.

Enfim, é muito interessante ver os movimentos progressivos ao se observar os eventos antecedentes que culminaram nos momentos históricos de 1947 e 1948 com relação a Israel, sem esquecer todas as “ondas de imigração” (Aliyoth) de retorno dos judeus à sua terra antes desse tempo, conhecidas como “Aliyah”:

* 1ª Aliyah (1882-1903) : 25.000 judeus vindos da Rússia; 1.000 judeus vindos do Iêmen.
* 2ª Aliyah (1904-1914): 40.000 judeus, principalmente da Rússia, mas também da Polônia.
* 3ª Aliyah (1919-1923): 35.000, principalmente da Rússia (53%), mas também da Lituânia e Romênia (36%). Os demais vieram do Leste Europeu, com exceção de 800 imigrantes provenientes da Europa Ocidental.
* 4ª Aliyah (1924-1931): 80.000 da Polônia (50%) e da União Soviética, Lituânia e Romênia (50%).
* 5ª Aliyah (1932-1938): sob o governo de Hitler, 250.000 judeus, principalmente fugitivos de Alemanha, Polônia e Europa Central.
* 6ª Aliyah (1934-1947): os chamados imigrantes “ilegais”, antes, durante e após a II Guerra Mundial, apesar das barreiras britânicas.

Fonte: Dionei Vieirapor A Última Trombeta • Postado em Israel profético • Marcado alyah, imigração, imigrantes, Israel, judeus, profecia,retorno


“Rabino Yechiel Ecsktein se encontrará com líderes religiosos brasileiros nas próximas semanas para marcar as atividades da organização no país”

A realidade vivida por judeus, em Israel, é muito diferente daquela imaginada pela maioria dos brasileiros. Pensamos em judeus como pessoas bem sucedidas e abastadas, porém, muitos judeus vivem em uma situação extremamente precária. Como o país vive em constante estado de alerta, os gastos com exército e tecnologias de defesa acabam roubando as verbas de programas sociais, o que deixa muitas famílias com grande dificuldade de subsistência, padecendo com a insegurança, fome, miséria, ausência de moradia e total falta de assistência do governo.

A União Internacional de Cristãos e Judeus (UICJ) oferece há 33 anos ajuda humanitária aos israelenses que vivem em situações adversas. A organização que já atua em diversos países, como EUA, Canadá, Inglaterra e Austrália, acaba de desembarcar no Brasil. Para marcar o início das atividades no país, o rabino Yechiel Eckstein, que é presidente mundial da organização, visitará diversos estados brasileiros, entre eles: Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina, palestrando sobre a real situação dos judeus e o trabalho desenvolvido pela UICJ ao redor do mundo.

“O povo de Israel há décadas é vítima de preconceito e intolerância, independente do país em que vive. Meu principal objetivo quando criei a UICJ era o de levantar a temática da perseguição que os israelenses, principalmente os judeus, sempre sofreram, através da discussão do tema pude gradativamente promover a conscientização de que o povo de Israel precisa de ajuda. Trinta e três anos depois do primeiro projeto olho para o passado com muita gratidão por todas as pessoas que se envolveram com a organização, especialmente os cristãos que entenderam e abraçaram nossa causa, irrestritamente”, explica o rabino Eckstein.

O trabalho da UICJ é todo focado em Israel e as ações humanitárias variam entre distribuição de: comida, roupas, remédios e, para aqueles que não possuem moradia, a organização fornece abrigo. Os judeus que vivem fora de Israel e que passam necessidades também são ajudados pela UICJ que providencia a volta da pessoa para Israel e auxilia no processo de reintegração no país de origem.

O objetivo da visita do rabino é estreitar os laços com líderes religiosos com a finalidade de estabelecer uma ponte de entendimento entre cristãos e judeus, além de apresentar a organização que anualmente ajuda cerca de dois milhões de judeus. A primeira parada do rabino Yechiel Eckstein será em Salvador, seguida por: Recife, Belo Horizonte, Brusque, Balneário Camboriú, Florianópolis, e por fim São Paulo.

“Minha primeira visita ao Brasil foi em 2015. Na oportunidade, conversei com diversas autoridades políticas e religiosas que foram muito receptivas com a proposta da UICJ, o que nos permitiu expandir o projeto para o Brasil. Como o país tem um forte grupo de cristãos evangélicos e católicos estamos certos que a mobilização do povo brasileiro vai ser maciça e de importância ímpar na expansão da União Internacional de Cristãos e Judeus”, finaliza o rabino.

Rabbi Yechiel Eckstein serves food to needy people at the Mana Hama Soup Kitchen in Ashdod, Israel. RYE wearing a blue shirt and white apron packs up plastic containers of food next to a woman with blonde hair and sunglasses wearing a blue shirt and an elderly man in a brown plaid shirtpor A Última Trombeta • Postado em Israel profético • Marcado cristãos e judeus, Israel, uicj, união internacional




Neste último domingo, um deputado brasileiro durante uma sessão plenária fez menção a Orar pela paz em Jerusalém, o que trouxe a muitos um novo motivo de chacota, tanto para a expressão, quanto ao que a pronunciou.

Os cristãos que conhecem as promessas divinas acerca do fim dos tempos e do reino milenal, bem sabem a importância desta cidade que profeticamente é onde o Senhor Jesus irá reinar. Tudo na Bíblia no contexto geográfico gira em torno de Jerusalém. Nem iremos entrar em detalhes quanto à sua importância, relevância e a necessidade de buscar o perfeito entendimento disto.

Porém, queremos lembrar aos irmãos um detalhe que passou desapercebido. O tal deputado declarou o Salmo 122:6, justamente numa cidade que foi reconhecida por lei como irmã de Jerusalém. É isso mesmo, no dia 27 de maio de 2015, foi assinado o projeto de Lei 515/2015, onde se lê


Ficam declaradas cidades irmãs Brasília-Brasil e Jerusalém-Israel.

Tal lei abrange cooperação entre estas duas importantes cidades do mundo, com intercâmbio economico, social, ambiental, educacional, cultural, tecnológico e científico, turístico, RELIGIOSO, atletismo, esportes, futebol e segurança.

Como eu creio que nada acontece sem a permissão de Deus, eu creio que tal lei tem relevância no mundo espiritual, visto que Deus permitiu que tal cooperação, ainda que no âmbito humano, tenha consequências espirituais, tal como afirma a palavra em Genêsis 12:3. A capital do Brasil é irmã da capital de Israel, Jerusalém, a cidade do grande Rei. 

Como já citamos no post sobre o livro Carta de Jesus para sua Noiva, o nosso país poderá estar em uma posição determinada por Deus no fim dos tempos e assim confiaremos, que Ele terá misericórdia da nossa nação e nos usará para honrar e glorificar Seu nome.

Shalom!por A Última Trombeta • Postado em Israel profético • Marcado brasília irmã de jerusalém, orai pela paz em jerusalém,projeto lei 515/2015


APESAR DA PRESSÃO INTERNACIONAL, ISRAEL NÃO CEDERÁ OS MONTES GOLAN À SÍRIA

O gabinete do governo de Israel irá amanhã ter a sua reunião semanal numa localidade situada nos Montes Golan, afirmando dessa forma o seu direito àquele território tão arduamente reconquistado à Síria na Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967.
Esta preocupação estratégica de Israel tem certamente a ver com os rumores que estão circulando de que um acordo a nível das grandes potências com a Síria incluiria uma exigência para que Israel devolvesse os territórios dos Montes Golan à Síria.
É a primeira vez na História de Israel que o gabinete presidencial se reúne nos Golan, dando a entender claramente a determinação israelita em nunca ceder esta região estratégica, não obstante a crescente pressão internacional.

ACORDO COM A SÍRIA PREJUDICARIA ISRAEL
Segundo reportou ontem o “Canal 2” da TV israelita, a primeira cláusula de um acordo visando o fim da guerra civil na Síria especifica que os Montes Golan são território sírio, e como tal terão de ser devolvidos àquele país inimigo de Israel. Este acordo teve o apoio dos EUA, da Rússia e de outras potências mundiais.
Israel incluiu oficialmente aquela região no seu território no ano de 1981.

Segundo relatos da TV, o primeiro-ministro Netanyahu terá discutido o assunto com o secretário de estado norte-americano John Kerry, e irá fazer o mesmo durante a sua próxima visita à Rússia, na semana que vem, quando se reunirá com o presidente Vladimir Putin.
Netanyahu terá sido bem claro com Kerry, ao afirmar-lhe que Israel nunca cederá os dois terços de território “exigidos” pela Síria, e que tudo fará para que tal ideia nunca seja incluída num acordo final com a Síria.

Shalom, Israel!por A Última Trombeta • Postado em Israel profético • Marcado colinas de golã, Guerra dos Seis Dias, Montes Golan,netanyahu, território sírio
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Putin e Obama concordam em devolver as Colinas de Golã à Síria; Israel reage


“E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;…” Mateus 24:6



O gabinete israelense realiza a sua sessão semanal no domingo 17 de abril, nas colinas de Golã. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, visitará Moscou, Rússia, na quinta-feira, 21 abril para se reunir com o presidente russo, Vladimir Putin, para lançar a batalha mais importante de sua carreira política, e um dos concursos mais decisivos dos últimos 10 anos para Israel: a batalha sobre o futuro da as Colinas de Golã.

Fontes de inteligência e seus informantes exclusivos relatam que os principais líderes políticos de Israel e comandantes militares de Israel focaram atordoados e chocados quando descobriram que o presidente dos EUA, Barack Obama e o presidente russo, Vladimir Putin concordaram em apoiar o retorno das colinas de Golã à Síria.


Os dois presidentes deram a seus principais diplomatas, o secretário de Estado John Kerry e ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov, a luz verde para incluir essa cláusula em uma proposta a ser elaborada na conferência de Genebra sobre o fim da guerra civil síria.

Israel capturou as colinas Golã do exército sírio há 49 anos, durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, depois que o exército sírio invadiu Israel. Em 1981, durante o mandato do então primeiro-ministro Menachem Begin, Israel aprovou uma lei que define o Golã como um território sob soberania israelense. No entanto, ele não afirmou que a área pertence a Israel.

Enquanto Israel está se preparando para uma batalha diplomática sobre o futuro de Jerusalém, da Judéia e Samaria, Obama e Putin decidiu dar um golpe diplomático no governo de Israel e colocou Netanyahu em um problema inesperado, o Golã.

É parte de um esforço pelas duas potências para usar sua cooperação diplomática e militar sobre a Síria para impor acordos sobre os países vizinhos, como Israel, Turquia, Arábia Saudita e Jordânia.

Por exemplo, Washington e Moscou estão tentando impor um acordo sobre a concessão da independência a curdos sírios, apesar da oposição inflexível de Ancara. Os dois presidentes também estão pressionando Riad e Amã para aceitar a continuação do regime do presidente sírio, Bashar Assad, pelo menos para o futuro imediato.

Fontes relatam que, assim como os outros passos diplomáticos ou militares iniciados por Obama e Putin na Síria, como aqueles para eventual remoção de Assad do poder, as duas potências tentam uma resolução da questão Golã como um processo gradual que pode levar um longo tempo, talvez até anos. Mas na medida em que estão em causa, Israel terá de se retirar do Golã, no final desse processo.

Nota-se que o primeiro-ministro Netanyahu não está viajando para Washington para discutir a questão Golã com Obama. As frequentes viagens do primeiro-ministro, altos funcionários e a cúpula da IDF a Moscou nos últimos meses mostram para onde os ventos estão soprando no Oriente Médio.

No entanto, Moscou não é Washington, e Israel não tem lobby na capital russa para defender os seus interesses.

Deve ficar bem claro que as viagens frequentes por altas autoridades israelenses para Moscou não criou uma política israelense que pode influenciar Putin ou outros altos membros da liderança russa. Putin fez concessões ocasionais a Israel em questões de mínima importância estratégica, mas em etapas diplomáticas e militares sobre a Síria e o Irã, ele tem mostrado pouca consideração da posição de Jerusalém.

Também deve-se notar que não houve base para o entusiasmo sobre a intervenção russa na Síria mostrado por Netanyahu, ministros israelenses e oficiais superiores das FDI.

Todas as chamadas de um número de peritos na Rússia para a extrema precaução em laços com Putin podem ter caído em ouvidos surdos entre a liderança política em Jerusalém e o comando da IDF em Tel Aviv.

Em meio a estes desenvolvimentos, três atores regionais estão muito satisfeitos com o acordo de Washington e Moscou para exigir a retirada israelense do Golã: presidente sírio Assad, a liderança iraniana no Irã e líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah.

Agora, eles não precisam correr o risco de um confronto militar com Israel sobre o Golã porque Obama e Putin têm essencialmente concordado em fazer o trabalho sujo por eles.

Netanyahu pronto para combater Obama e Putin sobre o Golã

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou que vai convocar a próxima reunião do gabinete no domingo 17 de abril nas Colinas de Golã.

Netanyahu também está programado para reunir com o presidente Putin em Moscou na quinta-feira 21 de abril A reunião será o tiro de uma das batalhas mais cruciais que Israel enfrentará na próxima década que virá – a batalha sobre as Colinas de Golã.

Os resultados dessa batalha vão determinar o destino da carreira política de Netanyahu bem como a posição estratégica de Israel no Oriente Médio. Tudo isto resulta de um acordo o presidente Obama e Putin tinham alcançado mais cedo para incluir no projeto de resolução da Conferência de Genebra um artigo que chama Israel a devolver as Colinas de Golã para a Síria.



Fonte: Um novo Despertar

Extraido de: http://www.debka.com/article/25371/Netanyahu-to-battle-Obama-Putin-over-the-Golanpor A Última Trombeta • Postado em Israel profético, Volta de Jesus • Marcado Benjamin Netanyahu, colinas de golã,comandantes, inteligência, militares, obama, putin, síria



Os 144.000 de Apocalipse 7 e 14 – seriam o mesmo grupo??




Em Apocalipse 7:3-8 um grupo de 144.000 é apresentado como os servos do nosso Deus. Eles recebem o Selo do Deus Vivo em suas testas para protegê-los dos julgamentos que sobrevirão ao mundo contra a terra, o mar, e as árvores.

“Não danifiquem nem a terra, nem o mar, nem as árvores até que selemos as testas dos servos do nosso Deus” Então, ouvi o número dos que foram selados: 144.000 de todas as tribos de Israel.

Da tribo de Judá, foram selados 12.000; da tribo de Rúben, 12.000; da tribo de Gade, 12.000; da tribo de Aser, 12.000; da tribo de Naftali, 12.000; da tribo de Manassés, 12.000; da tribo de Simeão, 12.000; da tribo de Levi, 12.000; da tribo de Issacar, 12.000; da tribo de Zabulom, 12.000; da tribo de José, 12.000; da tribo de Benjamim, 12.000.

Este grupo é claramente identificado como sendo de entre a população judaica, com 12.000 provenientes de cada uma das 12 tribos nomeadas.Não há nenhuma boa razão para ler esta passagem de outra forma que não seja literalmente. Não há muito de uma natureza específica para justificar uma interpretação simbólica (Apocalipse 7:3-8).

Quantas Tribos Existem, Afinal?

Havia inicialmente 12 tribos, mas depois da reunião no Egito Jacó adotou os dois filhos de José e dividiu sua tribo entre eles. Assim, contando Efraim e Manassés, filhos de José, na verdade existem 14 nomes para escolher. Se você quiser os 12 originais, conte José. Se quiser deixar de fora Levi, porque está indo para a guerra e Levi é isento, divida José pela metade e chame uma metade de Efraim e a outra de Manassés. EmApocalipse 7 o Senhor quis evitar mencionar Dan e Efraim, então incluiu Levi e dividiu José com Manassés.

Por Que Dan e Efraim?

Em 1 Reis 12:12-33 Cidade de Dan é identificada como o local em que um dos dois bezerros de ouro foi colocados para adoração. O outro estava em Betel, na região de Efraim. Betel tornou-se, na verdade, o centro de adoração religiosa para o Reino do Norte antes do templo ser construído em Samaria. Beth-El significa casa de Deus. ote bem que issoo tudo ocorreu quase 300 anos após a fuga do Egito.Quando eles foram dedicados, o sacerdote pagão realmente citou as palavras que Aarão falara na apresentação original do bezerro de ouro no Monte Sinai, dizendo: “Estes são teus deuses, Israel, que te tiraram do Egito.” Incrível. Uma ou duas vezes o Senhor usou o nome de Efraim para abordar todo o Reino do Norte.

A colocação de bezerros de ouro nessas duas cidades marcou o início da adoração de ídolos em Israel. Foi a razão para todos os fiéis de todas as tribos se mudarem para o sul (2 Cr. 11:16) e a posterior destruição do Reino do Norte pelos Assírios.

2 Reis 10:29 explica que esses bezerros ainda eram adorados em Dã 100 anos mais tarde. Talvez por isso, a tribo de Dã nem sequer é mencionada e Efraim é incluída somente por inferência. (José e Manassés são incluídos na lista e, claro, quando você subtrai Manassés de José, sobra Efraim.)

Portanto, faz sentido ver os 144.000 de Apocalipse 7 exatamente como estão descritos … judeus messiânicos chamados pelo Senhor para testemunhar ao mundo depois que a igreja tiver desaparecido. Eles são o cumprimento do fim dos tempos da profecia de Isaías 43:10, sendo testemunhas do Senhor para as nações pagãs da Terra.

Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador. Isaías 43:10,11


Então Quem são Esses Caras?

Então olhei, e diante de mim estava o Cordeiro, em pé sobre o Monte Sião, e com ele 144.000 que traziam escritos na testa o nome dele e o nome de seu Pai. Ouvi um som dos céus como o de muitas águas e de um forte trovão. Era como o de harpistas tocando seus instrumenos. Eles cantavam um cântico novo diante do trono, dos quatro seres viventes e dos anciãos. Ninguém podia aprender aquele cântico, a não ser os 144.000 que haviam sido comprados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois se conservaram castos e seguem o Cordeiro por onde quer que ele vá. Foram comprados dentre os homens e ofertados como primícias a Deus e ao Cordeiro. Nenhuma mentira foi encontrada na boca deles; são imaculados (Ap. 14:1-5).

O grupo identificado em Ap. 14:1-5 é substancialmente diferente. Esse grupo está em pé sobre o Monte Sião no Céu (Heb. 12:22-24) e eles têm os nomes de ambos, o Pai e o Filho, escritos nas suas testas. Eles são descritos como tendo sido redimidos da terra e estão diante do Trono de Deus cantando uma nova canção, uma canção só eles podem cantar. (Observe que os 24 anciãos e os quatro seres viventes estão lá também. Eles só aparecem ao redor do trono no Céu). Eles são puros e irrepreensíveis, uma frase usada apenas em referência à igreja (Ef. 5:25-27). Eles foram comprados dentre os homens (Ap. 5:9), e são oferecidos como primícias a Deus e ao Cordeiro. A frase “não se contaminar com mulheres” significa que eles são virgens, outra referência à igreja (2 Cor. 11:2). Estes 144.000 foram considerados totalmente irrepreensíveis, mais uma prova de que são os redimidos no céu. Nenhum ser humano na Terra é irrepreensível.

Uma Bela Descrição

Hebreus 12:22-24 fornece uma bela descrição desse grupo. “Mas vocês chegaram ao Monte Sião, à Jerusalém celestial, à cidade do Deus vivo.Chegaram aos milhares de milhares de anjos em alegre reunião, à Igreja dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus. Vocês chegaram a Deus, juiz de todos os homens, aos espíritos dos justos aperfeiçoados, a Jesus, mediador de uma nova aliança, e ao sangue aspergido, que fala melhor do que o sangue de Abel”.

A semelhança é inconfundível. Por sua localização (céu) e seu estado espiritual (puros e irrepreensíveis) eles são uma reminiscência de um grupo visto pela primeira vez em Apocalipse 5 e descritos como Reis e Sacerdotes. Apenas um grupo se encaixa nessa descrição … a Igreja. Em seu caso, o número 144.000 é simbólico, um múltiplo de 12, o número da perfeição governamental. Eles são uma amostra dos redimidos, trazidos ao Céu no arrebatamento de Apocalipse 4, e apresentados como os primeiros frutos da colheita.

Como você pode ver os dois grupos não são o mesmo. Com um, seu número é específico, no outro é simbólico. Um grupo é exclusivamente das tribos de Israel, o outro é simplesmente “da Terra”. Um grupo ainda está em seu estado natural na terra, o outro foi redimido da terra e está no céu. Em resumo, elas têm uma semelhança, mas inúmeras diferenças que tornam impossível para eles serem o mesmo. (07-02-03).

Olhar Profético – Ikvot ha’Mashiach (Um estudo Bíblico por Jack Kelley – www.gracethrufaith.com)




O ano de 2017 que se aproxima é repleto de aniversários curiosos e significativos, entre outros dados que mostram que talvez seja um ano … “marcante”:

– Em 2017 serão 800 anos da profecia de Judah Ben Samuel sobre os 10 jubileus, feita em 1217.


– Em 2017 serão 500 anos desde que começou o último Califado Muçulmano, o qual tomou Jerusalém em 20 de Março de 1517.
– Em 2017 serão 500 anos da Reforma Protestante, onde Lutero publicou suas 95 teses em 31 de outubro de 1517.
– Em 2017 serão 120 anos do Primeiro Congresso Sionista ocorrido em 29 de agosto de 1897.
– Em 2017 serão 100 anos da Declaração de Balfour, escrita em 2 de novembro de 1917 e da libertação de Jerusalém das mãos dos Otomanos pelos Ingleses.

– Em 2017 serão 70 anos do Estado de Israel, promulgado através da Resolução 181 da ONU em 29 de novembro de 1947 (Plano de Partilha da Palestina). Em 14 de maio de 1948 ocorreu a Independência de Israel.
– Em 2017 serão 50 anos da retomada completa do controle de Jerusalém por Israel após a Guerra dos Seis Dias ocorrida de 5 a 10 de junho de 1967.
– Em 2017 é o último ano referenciado pela profecia dos 10 jubileus, que já teve seus cumprimentos em 1517, 1917, 1967 …
– Em 2017 ocorrerá um evento astronômico que lembra a figura descrita em Apocalipse 12, da “mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça”, pois em 23 de setembro de 2017 a constelação de virgem, vista a partir de Jerusalém, terá uma formação similar. Não estou afirmando que Apocalipse 12 se refira a isso, mas a semelhança é digna de nota.


– Curiosamente o ano de 2017 também possui interseção com o ano judaico de 5777 (que começa em 03 de outubro de 2016) e o número 7 é significativo para quem conhece as Escrituras, ainda mais quando aparece 3 vezes ( 777 ).

Obviamente eu não posso afirmar com certeza que algo de proporções históricas irá acontecer em 2017, pois eu não tenho nem permissão e nem autoridade para fazer afirmações diretas. Mas eu posso fazer essa seguinte especulação a partir dos padrões vistos no passado, pois em 1517, 1917, 1947 e 1967, que foram anos importantes relacionados a Jerusalém (e Israel indiretamente), são todos anos relacionados a guerras que prenunciaram os eventos ocorridos nesses anos conforme descrito abaixo:

– Em agosto de 1516 houve uma guerra no Oriente Médio, não muito longe de Aleppo, que permitiu aos Otomanos tomarem Jerusalém em 1517.
– Em 1914 iniciou a Primeira Guerra Mundial que preparou todo o cenário necessário para a tomada de Jerusalém pelos Ingleses em 1917 e para a Declaração de Balfour.
– Em 1939 iniciou a Segunda Guerra Mundial que preparou todo o cenário que culminou na criação do Estado de Israel em 1947.
– Em 1967 ocorreu a Guerra dos Seis Dias que levou Jerusalém a ser completamente controlada por Israel novamente após quase 2000 anos.
– Estamos em 2016 e 2017 tem todos esses “aniversários” e “marcos” acima descritos … caso o padrão se mantenha, isso indique que talvez vejamos algo ocorrendo, quem sabe uma guerra ainda em 2016 ou mesmo em 2017 como um prenúncio de algo significativo que ocorrerá … ou talvez nada significativo ocorra … só o tempo dirá …

Dionei Vieira

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Estudando as leis da novilha vermelha: preparar-se para o futuro
Na semana passada, em antecipação de shabbat parashat anual do Pará (Pré-Páscoa shabbat leitura de Deuteronômio 19:1-22, em que a portaria da novilha vermelha é estabelecido em detalhes pela Torah,) O Instituto do templo anunciou publicamente que é criar um registo de kohanim – descendentes da tribo sacerdotal de Aaron – cujo estatuto de pureza bíblica que lhes permite participar para a preparação da novilha vermelha.

O anúncio inaugurou a segunda fase do Instituto do templo é projeto monumental para restaurar a pureza bíblica (Tahara) para o mundo, com o início de um registro histórico de qualificado kohanim. A primeira fase, que teve início no verão passado, começou a fase inicial paraa criação de uma manada de gado angus vermelho em Israel, capazes de produzir novilha vermelha candidatos.
Anúncio da semana passada foi recebida com uma enorme emoção por kohanim ao redor do mundo, que começaram a apresentar os seus nomes e informações relevantes, e pela não-Kohanim quem espera ansiosamente pela renovação de pureza bíblico no mundo, um pré-requisito para a plena renovação da O serviço divino no templo sagrado.

Entre aqueles que estão atentos esta chamada, é a base de Jerusalém kolel (Torah Academy) Dorshei Tzion, que assumiu o desafio de aprender as leis da novilha vermelha em profundidade. Deixando a sua sala de estudo, estes torah estudiosos estão perseguindo um mãos-no curso de estudo, incidindo sobre a aplicação prática das leis da novilha vermelha, e não simplesmente em uma compreensão teórica.

A fim de adquirir uma compreensão profunda e apreciação das características necessárias que tornam um potencial novilha vermelha em uma verdadeira novilha vermelha, assim cumprindo todos os requisitos da Torah, estes estudiosos estão se familiarizando-fechar com os detalhes gado e aspectos de animal Pecuária.

Os estudiosos têm também visitou o que se acredita ser a localização precisa do ” MONTE DA UNÇÃO,’ Um local a leste de entrada do templo sagrado santuário, situado no monte das Oliveiras, onde o processo de produzir as cinzas da novilha vermelha é obrigado a tomar lugar.
Como é gratificante que o instituto do templo é ousado passos em direção a renovação da portaria há muito adormecido da novilha vermelha estão inspirando outros a encarregar-se de estar na vanguarda da grande revolução espiritual que ocorrem na terra de Israel, como o Nação de Israel se aproxima a cada dia para a reconstrução do santo templo e a renovação do serviço divino.

Fonte: The Temple Institutepor A Última Trombeta • Postado em Israel profético • Marcado descendentes de aarão, kohanim, levitas, novilha vermelha, terceiro templo
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