domingo, 19 de junho de 2016

Os judeus ainda são vítimas de preconceitos tão ridículos como a questão das palavras goy (singular) egoym (plural), que designam simplesmente nações e cidadãos de uma dada nação. Toda a gente é goy. Os judeus são goym de Israel, são nacionais de Israel. A palavra nada tem de pejorativo. Aliás, os judeus, que foram os pioneiros entre os povos da Terra no monoteísmo ético, foram a primeira sociedade a conceder direitos e deveres iguais a nacionais e estrangeiros e a criar condições para o fim da escravatura. Há mais de 3 mil anos. Quando hoje, no terceiro milénio, a máxima de "todos diferentes, todos iguais", ainda é uma miragem em grande parte do planeta. Judeus, tibetanos, cristãos e outras minorias em África, no Paquistão ou no Médio Oriente - defender os que sofrem e são perseguidos, não deveria ser causa de estranheza. - ACRÉSCIMO: O SALMO 117 CONVIDA GOYIM - POVOS - DO MUNDO À ADORAÇÃO DE YEHOWAH; IEHOUAH ELOHIM TSEVA'OT


Amigo de Israel

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Isaías 5:20

sábado, 18 de junho de 2016

Homenagem a japonês que salvou milhares de judeus


Israel homenageou mais uma vez o diplomata japonês que salvou judeusno Holocausto. 

Israel nomeou uma rua na cidade costeira de Netanya com o nome do diplomata japonês Chiune  Sempo Sugihara, que salvou milhares de judeus que fugiam dos nazis, durante o Holocausto. 

O diplomata emitiu vistos de trânsito para milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, que mais tarde vieram a ser conhecidos como "vistos para a vida." 

Japan Times relatou que muitos daqueles que foram salvos por Sugihara foram residir em Netanya. A dedicação de rua marca os 30 anos desde a morte de Sugihara. 
"É uma grande honra. Eu queria que meu pai estivesse aqui", disse o quarto filho de Sugihara,  Nobuki, de 67 anos, presente na cerimónia, em Israel. 

Nobuki reuniu-se com cerca de 50 moradores que sobreviveram, graças ao seu pai, que emitiu os vistos como vice-cônsul em Kovno, capital da Lituânia. Ele forneceu entre 2.100 e 3.500 vistos de trânsito. 

Em 1984, o Yad Vashem, o Memorial do Holocausto em Israel, reconheceu Sugihara como Justo entre as Nações.




Entendemos o que moveu pessoas como o senhor Sugihara, ou os portuguesesAristides de Sousa MendesCarlos Sampaio Garrido e padre Joaquim Carreira. Não nos imaginamos a fazer menos, em situação semelhante.

Já nos perguntaram porque é que, não sendo judeus, "defendemos os judeus". Como se ser amigo de Israel e dos judeus fosse em si mesmo uma ofensa a alguém. Não se trata de defender "os judeus" em especial; trata-se de defender vítimas contra algozes. É dever de qualquer pessoa defender as vitimas de injustiça, sejam de cor forem, de que religião forem, de que tradição cultural forem, de que nacionalidade forem.

Os judeus ainda são vítimas de preconceitos tão ridículos como a questão das palavras goy (singular) egoym (plural), que designam simplesmente nações e cidadãos de uma dada nação. Toda a gente é goy. Os judeus são goym de Israel, são nacionais de Israel. A palavra nada tem de pejorativo. 

Aliás, os judeus, que foram os pioneiros entre os povos da Terra no monoteísmo ético, foram a primeira sociedade a conceder direitos e deveres iguais a nacionais e estrangeiros e a criar condições para o fim da escravatura. Há mais de 3 mil anos. Quando hoje, no terceiro milénio, a máxima de "todos diferentes, todos iguais", ainda é uma miragem em grande parte do planeta.

Judeus, tibetanos, cristãos e outras minorias em África, no Paquistão ou no Médio Oriente - defender os que sofrem e são perseguidos, não deveria ser causa de estranheza.

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