quinta-feira, 9 de junho de 2016

PÁRA DE HIPOCRISIA COMUNIDADE INTERNACIONAL POIS NÃO ESTARÃO CONDENANDO O TERRORISMO ENQUANTO PRESSIONAM ISRAEL À SER DIVIDIDO POR FUNDAMENTALISTAS E TERRORISTAS







quinta-feira, junho 09, 2016


CENTENAS DE SOLDADOS ENVIADOS PARA A JUDEIA E SAMARIA

Em resposta ao hediondo ataque terrorista palestiniano de ontem à noite contra civis israelitas num dos locais mais frequentados de Tel Aviv - o mercado Sarona - causando a morte de 4 israelitas e ferimentos graves em outros 12, as Forças de Defesa de Israel vão colocar centenas de militares nas zonas da Judeia e Samaria, erradamente denominados como "territórios ocupados", uma vez que os 2 terroristas palestinianos responsáveis pelo massacre eram oriundos da cidade bíblica de Hebron.
Em resposta ao atentado, o novo ministro para a Defesa Avigdor Liberman já comentou que "não tenciona ficar-se pelas palavras."
Não se sabe ao certo quantos soldados serão alocados para as 2 regiões, mas tratando-se de 2 batalhões, prevê-se que se trate de várias centenas de militares.
Após a reunião de emergência realizada esta manhã com o primeiro-ministro Netanyahu, o ministro Liberman e o chefe das Forças de Defesa de Israel, foi também decidido cancelar as permissões de entrada em território israelita a 83 mil palestinianos que pretendam entrar em Israel.
A aldeia de Yatta, onde viviam os atacantes, foi também selada pelas Forças de Defesa.
Durante a sua visita ao local do massacre, o ministro Liberman comentou: "Vim aqui para saudar o povo de Tel Aviv que aguentou mais um ataque e que apesar disso sabe como voltar à vida normal." E o novo promissor ministro da Defesa acrescentou um aviso sério aos terroristas palestinianos: "Não quero aqui elaborar os passos que tencionamos dar, mas...não tenciono ficar-me pelas palavras..."

CONDENAÇÃO SAUDITA, JÚBILO PALESTINIANO
E, para não fugir à regra, os palestinianos residentes em Gaza e não só celebraram efusivamente o atentado que vitimou 4 civis inocentes judeus. Enquanto isso, a Arábia Saudita apressou-se a juntar-se à comunidade internacional, na condenação do mesmo. 

Shalom, Israel!



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