domingo, 19 de junho de 2016

Parabéns Yair Alon! Por abordar o assunto do Tetragramaton (O Grande Nome De Quatro Letras) aberta e objetivamente. Também por declarar que amiúde fonte fidedigna não haja, ocorre a transmissão do Tetragrama (O Nome De Quatro Letras) entre mestres e discípulos e com base no conhecimento do hebraico da Torah no qual nenhuma pronúncia se perde, muito menos a do Tetragramaton Yehowah; Iehouah. Parabéns também por mencionar o mérito adequado das Testemunhas de Jeová na preservação e defesa da estrutura escrita e transmissão sonora adaptada do Tetragrama. Claro, sua recordação dos cuidados tomados pelo mundo judeu explica porque os rabinos talmudistas não tentam impor ou compartilhar a plenitude do Tetragramaton. Parabéns ainda por dar dicas que levam uns a compreender a sugestão Iehovah (Yehovah) que conduz no mundo de Torah e Iehudah à Iehouah (Yehowah). Compreendemos que sua atitude é um presente aos povos nascidos e por nascer. Também, que O Tetrgramaton Yehowah; Iehouah é improfanavel por sua grandeza absoluta. O terceiro mandamento orienta o humano a não profanar, sem proibir seu uso, pronúncia ou tentativa de pronúncia corretamente intencionada. Neste sentido o judaísmo normativo tem sua fidelidade mantida através dos massoretas, pois ao invés de copiar vogais de Adonai, eles deixaram dicas corretas como a sua que leva à compreensão de Yehowah e dentro do âmbito de Torah, expressivamente Iehouah. O humano não pode profanar o Tetragrama assim como não pode atacar O Sol. Se o fizer ele se torna superior ao que ataca. Se cremos no Tetragrama como expressão íntima do Absoluto, cremos também que a profanação é tentativa e ilusão e o maior erro final se torna evitar o Tetragramaton Iehouah, independente de crenças e posições constituídas. Interessante que grupos caraítas de língua inglesa e hispanica se sintam à vontade para recomendar Adonai como Yehowah; Iehouah, também a abordagem dos Testemunhas de Jeová, porém credito total seja remetido à preservação da Torah e seu contexto sonoro através da jornada hebraica, judaica e israelita pelo mundo, em todos aspectos e também neste. Muito obrigado Yair Alon!




Parabéns Yair Alon!
Por abordar o assunto do Tetragramaton (O Grande Nome De Quatro Letras) aberta e objetivamente. Também por declarar que amiúde fonte fidedigna não haja, ocorre a transmissão do Tetragrama (O Nome De Quatro Letras) entre mestres e discípulos e com base no conhecimento do hebraico da Torah no qual nenhuma pronúncia se perde, muito menos a do Tetragramaton Yehowah; Iehouah. Parabéns também por mencionar o mérito adequado das Testemunhas de Jeová na preservação e defesa da estrutura escrita e transmissão sonora adaptada do Tetragrama. Claro, sua recordação dos cuidados tomados pelo mundo judeu explica porque os rabinos talmudistas não tentam impor ou compartilhar a plenitude do Tetragramaton. Parabéns ainda por dar dicas que levam uns a compreender a sugestão Iehovah (Yehovah) que conduz no mundo de Torah e Iehudah à Iehouah (Yehowah). Compreendemos que sua atitude é um presente aos povos nascidos e por nascer. Também, que O Tetrgramaton Yehowah; Iehouah é improfanavel por sua grandeza absoluta. O terceiro mandamento orienta o humano a não profanar, sem proibir seu uso, pronúncia ou tentativa de pronúncia corretamente intencionada. Neste sentido o judaísmo normativo tem sua fidelidade mantida através dos massoretas, pois ao invés de copiar vogais de Adonai, eles deixaram dicas corretas como a sua que leva à compreensão de Yehowah e dentro do âmbito de Torah, expressivamente Iehouah. O humano não pode profanar o Tetragrama assim como não pode atacar O Sol. Se o fizer ele se torna superior ao que ataca. Se cremos no Tetragrama como expressão íntima do Absoluto, cremos também que a profanação é tentativa e ilusão e o maior erro final se torna evitar o Tetragramaton Iehouah, independente de crenças e posições constituídas. Interessante que grupos caraítas de língua inglesa e hispanica se sintam à vontade para recomendar Adonai como Yehowah; Iehouah, também a abordagem dos Testemunhas de Jeová, porém credito total seja remetido à preservação da Torah e seu contexto sonoro através da jornada hebraica, judaica e israelita pelo mundo, em todos aspectos e também neste. Muito obrigado Yair Alon!