quarta-feira, 27 de julho de 2016

PARABÉNS ISRAEL! Pela ação sionista em Israel e entre os povos, pela prioridade de equilíbrio e bem-estar mútuo ao invés das ilusões como as que motivam atos execráveis como os de islamitas, comunistas, nazistas e antissemitaa pelo mundo. Palestinianos podem conhecer boas condições de vida a curto e longo prazo recusando a proposta incabível da criação de estado palestino em realidade que cabe à Israel, por sinal um Israel que se permitido é único lugar do oriente médio maravilhoso para árabes e palestinos que sejam Israel e por Israel. Israel não pode ser parque de diversão para antissemitas macarados no também enojador anti-sionismo, tampouco laboratório para suas ideologias que como meta final apenas promove a destruição dos povos em prol de ideologias marxistas já falidas. Na realidade aqueles descontentes em uma nação podem existir. Mas se atacam o equilíbrio da sociedade lhes cabe pena de restrição ou segundo a lei vigente pena letal. Atualmente quem tiver visão jamais negará que marginalidade, terrorismo, fundamentalismo islâmico e social comunismo estão como ingredientes ativos da calamidade de vários povos destinado sempre à promoção de egoísmo canalizado. Sejam em toda parte, sempre, incansavelmente desarticulados. Prevaleça o bem-estar global. Viva ao Sionismo, Israel e os Povos Amigos.



SIONISMO

Condenamos a política arbitrária de Israel na deportação de ativistas solidários ao povo palestino

Moara, ativista da causa palestina e membro do Cebrapaz
26 DE JULHO DE 2016



O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) emitiu nesta terça-feira (26) uma nota condenando a deportação de ativistas pró-Palestina, prática que atingiu Moara Crivelente, cientista política membro da entidade. Leia abaixo.

É com indignação que condenamos e denunciamos a política levada a cabo por Israel de perseguição e intimidação dos ativistas internacionais, inclusive brasileiros, que integram o movimento internacional de solidariedade ao povo palestino na sua justa causa pelo fim da ocupação israelense.

Denunciamos que a cientista política e jornalista Moara Crivelente, membro do Cebrapaz, foi interrogada, detida e deportada quando tentava chegar à Palestina ocupada para um curso de direito internacional, como parte da sua pesquisa de doutorado. Moara já visitara a Palestina algumas vezes e encontrara-se com movimentos locais, pelo que as autoridades de segurança de Israel interrogaram-na repetidamente exigindo que desse informações sobre as pessoas que conheceu e os lugares que visitou. Também pediram que lhes desse a senha do seu celular.

Ao recusar-se a ceder à arbitrariedade, condição hipotética para que sua entrada fosse permitida, Moara foi transferida entre várias salas na preparação para a sua deportação (para revistas meticulosas, recolha de digitais e fotografia, esperas extensas e mais interrogatórios) até a transferência para um centro de detenção da Autoridade de População, Imigração e Fronteiras do Ministério do Interior de Israel, onde esperou pelo seu voo de retorno. Sua deportação se deu “por questões de segurança”, categoria que as autoridades israelenses alegam não precisarem justificar, e seu retorno está proibido por um período de 10 anos.

A perseguição aos ativistas solidários ao povo palestino recrudesce, mas não é uma prática recente. Somamo-nos a todos os movimentos sociais internacionais que condenam a virulência e os crimes diários em que se sustenta a ocupação israelense da Palestina e expressamos nossa solidariedade comprometida com o povo palestino na sua luta por libertação, por paz e por justiça. Sua resistência é o alvo das políticas de repressão, censura e perseguição.

Exigimos ainda que as autoridades israelenses prestem esclarecimentos sobre as deportações dos inúmeros ativistas internacionais já expulsos e demandamos do Governo Brasileiro que tome uma posição diante da arbitrariedade e da tentativa de intimidação por parte de Israel.



Pela Palestina livre e pelo fim da ocupação israelense,

Viva a solidariedade entre os povos, na luta pela paz!

Socorro Gomes, presidenta do Cebrapaz


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